Rosa Serra (1944) - La vieja masía





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La velha casa de campo, pintura a óleo da Espanha (1970–1980) de Rosa Serra, edição original, assinada à mão, vendida com moldura, 36 cm por 38 cm, em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Rosa Serra, que representa a calma e o enraizamento de uma antiga casa rural que permanece em silêncio, integrada na paisagem e marcada pelo passar do tempo. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da obra: 38x36x1 cm.
· Óleo sobre painel assinado à mão pelo artista no canto inferior esquerdo, Rosa Serra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A pintura será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para assegurar a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo de embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma cena rural impregnada de uma atmosfera íntima e silenciosa, onde uma casa antiga se ergue como protagonista absoluta da paisagem. A construção, robusta e de muros espessos, domina a composição com o seu volume sólido e os seus tons terrosos que se fundem com o entorno. As paredes, matizadas por luzes e sombras irregulares, parecem narrar o passar do tempo, mostrando a textura visual de uma superfície desgastada pelos anos e pelas estações. O telhado inclinado, coberto por tons avermelhados e ocre, añade um contraste quente frente ao céu claro e ligeiramente velado que envolve a cena.
Em primeiro plano, uma árvore desfolhada ergue-se diante da fachada principal, seus galhos estendendo-se num entrelaçamento delicado que recorta o céu e confere verticalidade ao conjunto. A ausência de folhas sugere uma estação fria ou um momento de transição, reforçando a sensação de quietude. O tronco, levemente inclinado, atua como um eixo visual que divide a composição e guia o olhar para a estrutura principal. As sombras projetadas no solo criam um jogo de contrastes que intensifica a profundidade e confere uma dimensão quase tátil ao terreno irregular.
O terreno que rodeia a casa está modelado por suaves desnivelamentos e caminhos que serpenteiam até à entrada lateral. Um caminho curvo, marcado por sulcos que sugerem o passar de rodas ou carroças, conduz o espectador até ao edifício secundário adjunto à direita. Este volume adicional, mais baixo e recolhido, equilibra a massa principal e confere sensação de conjunto arquitetónico tradicional. A paleta de cores oscila entre castanhos, ocre, verdes escuros e matizes acinzentados que transmitem sobriedade e autenticidade rural.
O céu, amplo e límpido na parte superior, contrasta com a densidade da casa e da árvore. O seu tom suave cria uma luz difusa que envolve toda a cena sem dramatismos, reforçando o caráter tranquilo da paisagem. Não há presença humana visível, o que acentua a sensação de isolamento e recolhimento. A casa parece repousar no meio do silêncio do campo, como se guardasse histórias passadas entre os seus muros.
A composição geral equilibra volumes sólidos e linhas orgânicas: a geometria firme da construção frente à delicadeza dos ramos, o peso visual do edifício frente à leveza do céu. Tudo transmite uma sensação de permanência, de enraizamento à terra e de vida rural detenida num instante contemplativo. A cena não busca dramatismo, mas transmitir estabilidade, memória e ligação com a paisagem.
Conjuntamente, a obra representa a serenidade e o enraizamento da vida rural, evocando o passar do tempo numa casa que permanece firme no meio da paisagem silenciosa.
Mais sobre o vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Rosa Serra, que representa a calma e o enraizamento de uma antiga casa rural que permanece em silêncio, integrada na paisagem e marcada pelo passar do tempo. A pintura destaca-se pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da obra: 38x36x1 cm.
· Óleo sobre painel assinado à mão pelo artista no canto inferior esquerdo, Rosa Serra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A pintura será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para assegurar a sua proteção. O preço de envio cobre tanto o custo de embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será realizado por Correos ou GLS com rastreio. Envios disponíveis a nível internacional.
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Este quadro apresenta uma cena rural impregnada de uma atmosfera íntima e silenciosa, onde uma casa antiga se ergue como protagonista absoluta da paisagem. A construção, robusta e de muros espessos, domina a composição com o seu volume sólido e os seus tons terrosos que se fundem com o entorno. As paredes, matizadas por luzes e sombras irregulares, parecem narrar o passar do tempo, mostrando a textura visual de uma superfície desgastada pelos anos e pelas estações. O telhado inclinado, coberto por tons avermelhados e ocre, añade um contraste quente frente ao céu claro e ligeiramente velado que envolve a cena.
Em primeiro plano, uma árvore desfolhada ergue-se diante da fachada principal, seus galhos estendendo-se num entrelaçamento delicado que recorta o céu e confere verticalidade ao conjunto. A ausência de folhas sugere uma estação fria ou um momento de transição, reforçando a sensação de quietude. O tronco, levemente inclinado, atua como um eixo visual que divide a composição e guia o olhar para a estrutura principal. As sombras projetadas no solo criam um jogo de contrastes que intensifica a profundidade e confere uma dimensão quase tátil ao terreno irregular.
O terreno que rodeia a casa está modelado por suaves desnivelamentos e caminhos que serpenteiam até à entrada lateral. Um caminho curvo, marcado por sulcos que sugerem o passar de rodas ou carroças, conduz o espectador até ao edifício secundário adjunto à direita. Este volume adicional, mais baixo e recolhido, equilibra a massa principal e confere sensação de conjunto arquitetónico tradicional. A paleta de cores oscila entre castanhos, ocre, verdes escuros e matizes acinzentados que transmitem sobriedade e autenticidade rural.
O céu, amplo e límpido na parte superior, contrasta com a densidade da casa e da árvore. O seu tom suave cria uma luz difusa que envolve toda a cena sem dramatismos, reforçando o caráter tranquilo da paisagem. Não há presença humana visível, o que acentua a sensação de isolamento e recolhimento. A casa parece repousar no meio do silêncio do campo, como se guardasse histórias passadas entre os seus muros.
A composição geral equilibra volumes sólidos e linhas orgânicas: a geometria firme da construção frente à delicadeza dos ramos, o peso visual do edifício frente à leveza do céu. Tudo transmite uma sensação de permanência, de enraizamento à terra e de vida rural detenida num instante contemplativo. A cena não busca dramatismo, mas transmitir estabilidade, memória e ligação com a paisagem.
Conjuntamente, a obra representa a serenidade e o enraizamento da vida rural, evocando o passar do tempo numa casa que permanece firme no meio da paisagem silenciosa.

