Barbara Friehs - Stars at night





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Barbara Friehs, Stars at night, pintura acrílica original, 60 × 100 cm, 2 kg, criada em 2025 na Áustria, cena de interior com uma senhora numa sala laranja, uma raposa aos seus pés e um retrato de cão na parede, assinado Handsigniert e vendido diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
A pintura retrata uma senhora serena, sentada em um cômodo laranja acolhedor, onde as paredes brilham em tons ricos de âmbar e terracota queimados. A cor envolve o espaço como se fosse tarde da noite, criando uma atmosfera que parece ao mesmo tempo íntima e levemente surreal. Ela permanece de tronco ereto, postura elegante, porém relaxada. Seu vestido é macio e fluido—preto—sua tonalidade fria contrastando suavemente com o calor vibrante do ambiente.
À seus pés repousa uma raposa, seu pelo fulvo harmonizando-se lindamente com o entorno laranja. A cauda da raposa se curva elegantemente ao redor do corpo, seus olhos claros alertas, ainda calmos, como se pertencesse naturalmente a este interior doméstico. Há uma inteligência silenciosa em seu olhar, acrescentando um toque de selvageria à cena, de otherwise composta.
Atrás da senhora, pendurado na parede, está uma pintura emoldurada de um cão. A obra dentro da obra parece clássica em estilo—um retrato digno de um cão leal, representado em tons terrosos mais suaves. O cão da pintura olha para fora com uma expressão nobre, criando um diálogo interessante entre a lealdade domestica simbolizada pelo cão e o espírito indomável encarnado pela raposa.
Uma luz suave espalha-se pela sala vinda de uma janela não visível, lançando sombras suaves que acentuam as dobras do vestido da mulher e destacam o pelo da raposa. A composição parece cuidadosamente equilibrada: calor e frieza, selvageria e refinamento, quietude e tensão suave—tudo contido dentro do abraço saturado de laranja da sala.
A pintura retrata uma senhora serena, sentada em um cômodo laranja acolhedor, onde as paredes brilham em tons ricos de âmbar e terracota queimados. A cor envolve o espaço como se fosse tarde da noite, criando uma atmosfera que parece ao mesmo tempo íntima e levemente surreal. Ela permanece de tronco ereto, postura elegante, porém relaxada. Seu vestido é macio e fluido—preto—sua tonalidade fria contrastando suavemente com o calor vibrante do ambiente.
À seus pés repousa uma raposa, seu pelo fulvo harmonizando-se lindamente com o entorno laranja. A cauda da raposa se curva elegantemente ao redor do corpo, seus olhos claros alertas, ainda calmos, como se pertencesse naturalmente a este interior doméstico. Há uma inteligência silenciosa em seu olhar, acrescentando um toque de selvageria à cena, de otherwise composta.
Atrás da senhora, pendurado na parede, está uma pintura emoldurada de um cão. A obra dentro da obra parece clássica em estilo—um retrato digno de um cão leal, representado em tons terrosos mais suaves. O cão da pintura olha para fora com uma expressão nobre, criando um diálogo interessante entre a lealdade domestica simbolizada pelo cão e o espírito indomável encarnado pela raposa.
Uma luz suave espalha-se pela sala vinda de uma janela não visível, lançando sombras suaves que acentuam as dobras do vestido da mulher e destacam o pelo da raposa. A composição parece cuidadosamente equilibrada: calor e frieza, selvageria e refinamento, quietude e tensão suave—tudo contido dentro do abraço saturado de laranja da sala.

