Vicente Soler Pallardó (1930) - Tras el telón





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Pintura a óleo intitulada Tras el telón, assinada à mão por Vicente Soler Pallardó (1930), período 1910–1920, Espanha, impressionista, original, obra 20×13 cm em moldura de 27×20 cm, vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Soler, que representa o momento íntimo e reflexivo de uma bailarina em pausa, revelando a humanidade e sensibilidade por trás da arte do balé. A pintura destaca pela sua excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 27x20x4 cm.
· Dimensões da obra: 20x13 cm.
· Óleo sobre tavola assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com preciosa moldura (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A pintura será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será feito por Correos, GLS ou NACEX com rastreamento. Envio disponível a nível internacional.
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Este quadro apresenta a figura de uma jovem bailarina captada num instante íntimo e silencioso, sentada num espaço escuro que lembra o ambiente reservado de um camarim ou o lateral de um palco. A composição é dominada pela figura feminina, que emerge a partir de um fundo quase negro, criando um forte contraste que concentra toda a atenção no seu corpo e no seu gesto. A iluminação incide lateralmente sobre a pele e o vestuário, modelando com delicadeza as formas e ressaltando a suavidade dos contornos. A cena transmite recolhimento e uma sensação de pausa, como se o tempo tivesse parado no meio da rotina artística.
A bailarina aparece sentada de perfil, com o tronco ligeiramente girado e o rosto voltado para a penumbra, evitando o contato direto com o espectador. A sua expressão é introspectiva e serena, com um olhar que parece perdido nos seus próprios pensamentos. O cabelo preso desocupa a linha do pescoço e das costas, permitindo que a luz acaricie essa zona com um brilho quente que acentua a anatomia. O tutú, em tons claros e delicados, desenrola-se em torno da cintura com um volume leve que contrasta com a escuridão envolvente, criando um halo luminoso ao redor da sua figura.
As pernas, estilizadas e definidas, mostram a tensão característica de quem domina a técnica do balé. Uma delas descansa levemente flexionada enquanto a outra se alonga em direção ao chão numa posição elegante, com as sapatilhas ajustadas que revelam a disciplina e o esforço físico implícitos na sua arte. A postura combina graça e naturalidade, afastando-se do gesto espetacular para oferecer uma visão mais humana e próxima da bailarina. Não está executando um passo diante do público, mas vivendo um momento privado entre ato e ato.
O fundo escuro cumpre uma função essencial na composição, atuando como cortina neutra que intensifica a presença da figura. A ausência de elementos acessórios elimina qualquer distracção e foca a atenção na relação entre luz e corpo. A atmosfera sugere silêncio, concentração e uma leve aura de melancolia. O contraste entre a delicadeza do vestuário e a profundidade da sombra gera uma tensão visual que confere à cena um dramatismo contido.
A obra consegue equilibrar força e fragilidade numa mesma imagem. A bailarina aparece como símbolo de disciplina, beleza e vulnerabilidade, capturada num instante em que o espetáculo fica em segundo plano e surge a pessoa por trás do personagem. A composição vertical, juntamente com a suave gradação de luzes, constrói uma cena íntima que convida à contemplação pausada.
Conjunto. A obra representa a intimidade e a reflexão de uma bailarina num momento de pausa, mostrando o lado humano e silencioso que se esconde por trás da disciplina e da graça da arte performativa.
Mais sobre o vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Soler, que representa o momento íntimo e reflexivo de uma bailarina em pausa, revelando a humanidade e sensibilidade por trás da arte do balé. A pintura destaca pela sua excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 27x20x4 cm.
· Dimensões da obra: 20x13 cm.
· Óleo sobre tavola assinado à mão pelo artista no canto esquerdo da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com preciosa moldura (incluída no leilão como presente).
A obra procede de uma exclusiva coleção privada em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote.
A pintura será embalada de forma profissional por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será feito por Correos, GLS ou NACEX com rastreamento. Envio disponível a nível internacional.
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Este quadro apresenta a figura de uma jovem bailarina captada num instante íntimo e silencioso, sentada num espaço escuro que lembra o ambiente reservado de um camarim ou o lateral de um palco. A composição é dominada pela figura feminina, que emerge a partir de um fundo quase negro, criando um forte contraste que concentra toda a atenção no seu corpo e no seu gesto. A iluminação incide lateralmente sobre a pele e o vestuário, modelando com delicadeza as formas e ressaltando a suavidade dos contornos. A cena transmite recolhimento e uma sensação de pausa, como se o tempo tivesse parado no meio da rotina artística.
A bailarina aparece sentada de perfil, com o tronco ligeiramente girado e o rosto voltado para a penumbra, evitando o contato direto com o espectador. A sua expressão é introspectiva e serena, com um olhar que parece perdido nos seus próprios pensamentos. O cabelo preso desocupa a linha do pescoço e das costas, permitindo que a luz acaricie essa zona com um brilho quente que acentua a anatomia. O tutú, em tons claros e delicados, desenrola-se em torno da cintura com um volume leve que contrasta com a escuridão envolvente, criando um halo luminoso ao redor da sua figura.
As pernas, estilizadas e definidas, mostram a tensão característica de quem domina a técnica do balé. Uma delas descansa levemente flexionada enquanto a outra se alonga em direção ao chão numa posição elegante, com as sapatilhas ajustadas que revelam a disciplina e o esforço físico implícitos na sua arte. A postura combina graça e naturalidade, afastando-se do gesto espetacular para oferecer uma visão mais humana e próxima da bailarina. Não está executando um passo diante do público, mas vivendo um momento privado entre ato e ato.
O fundo escuro cumpre uma função essencial na composição, atuando como cortina neutra que intensifica a presença da figura. A ausência de elementos acessórios elimina qualquer distracção e foca a atenção na relação entre luz e corpo. A atmosfera sugere silêncio, concentração e uma leve aura de melancolia. O contraste entre a delicadeza do vestuário e a profundidade da sombra gera uma tensão visual que confere à cena um dramatismo contido.
A obra consegue equilibrar força e fragilidade numa mesma imagem. A bailarina aparece como símbolo de disciplina, beleza e vulnerabilidade, capturada num instante em que o espetáculo fica em segundo plano e surge a pessoa por trás do personagem. A composição vertical, juntamente com a suave gradação de luzes, constrói uma cena íntima que convida à contemplação pausada.
Conjunto. A obra representa a intimidade e a reflexão de uma bailarina num momento de pausa, mostrando o lado humano e silencioso que se esconde por trás da disciplina e da graça da arte performativa.

