Montanaro - Banana Bot





Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 129100 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Banana Bot é uma obra original contemporânea de Montanaro, de 2026, 32 × 25 cm, técnica mista com pintura acrílica e componentes eletrônicos, assinada à mão, vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Em uma era dominada pela obsolescência programada e pela dependência digital, Montanaro irrompe na cena com "BANANA BOT", uma obra que é ao mesmo tempo um grito de liberdade e um sofisticado jogo de referências citacionistas.
A obra apresenta-se como um assemblage audacioso. Dentro de uma moldura rosa fluorescente, que delimita o campo de ação como um ringue elétrico, testemunhamos uma verdadeira "nascita tecnologica". Uma banana, ícone pop por excelência, não é mais um objeto inerte ou uma fruta para consumir, mas uma entidade orgânica que rasga o peito frio dos circuitos impressos.
Os componentes eletrônicos — condensadores, resistores e placas-mãe — não são aqui elementos funcionais, mas representam as correntes de silício de onde a "fruta" tenta fugir. Os cabos coloridos, que saem como veias e artérias sintéticas, sugerem uma evolução em curso: a banana não está apenas fugindo, está absorvendo a tecnologia para se transformar em algo diferente.
O título "BANANA BOT" é um golpe de gênio semântico. Evoca imediatamente a célebre "Banana Boat Song" de Harry Belafonte, evocando um imaginário de esforço, trabalho manual e dignidade humana. Contudo, Montanaro inverte a perspectiva: se na canção o homem esperava que o "tallyman" contasse as bananas para poder voltar para casa, aqui é a própria banana que se rebela contra a contagem binária dos chips.
Montanaro se confirma como um artista capaz de mastigar os códigos da Pop Art para cuspir-nos sob a forma de reflexão sociológica. A escolha cromática — o magenta metalizado da banana contra o verde ácido das placas — cria um contraste vibrante que prende o olhar e não o solta.
"BANANA BOT não é apenas um objeto para se olhar, é um curto-circuito visual. Lembra-nos que, por mais que a tecnologia possa tentar nos enquadrar, o elemento "orgânico" e criativo encontrará sempre uma forma de furar a placa-mãe."
O artista estabelece um diálogo entre o "frio" e o "calor". As placas verdes e marrons (o hardware obsoleto) representam uma estrutura racional e plana. Ao contrário, a banana — com seu acabamento magenta metalizado — explode em três dimensões, trazendo volume e um brilho quase carnal que atrai imediatamente o olhar.
Fios não estão posicionados ao acaso; seguem uma lógica anatômica. Parecem "músculos" que levantam a estrutura da banana, sugerindo um movimento de fuga ou de despertar. É um uso do cabeamento como desenho tridimensional.
A escolha do rosa fluorescente para a moldura não é apenas estética, mas conceitual. Serve para isolar o experimento do "Banana Bot", quase como uma incubadora ou um laboratório onde a natureza está finalmente tomando o controle sobre a máquina.
Em uma era dominada pela obsolescência programada e pela dependência digital, Montanaro irrompe na cena com "BANANA BOT", uma obra que é ao mesmo tempo um grito de liberdade e um sofisticado jogo de referências citacionistas.
A obra apresenta-se como um assemblage audacioso. Dentro de uma moldura rosa fluorescente, que delimita o campo de ação como um ringue elétrico, testemunhamos uma verdadeira "nascita tecnologica". Uma banana, ícone pop por excelência, não é mais um objeto inerte ou uma fruta para consumir, mas uma entidade orgânica que rasga o peito frio dos circuitos impressos.
Os componentes eletrônicos — condensadores, resistores e placas-mãe — não são aqui elementos funcionais, mas representam as correntes de silício de onde a "fruta" tenta fugir. Os cabos coloridos, que saem como veias e artérias sintéticas, sugerem uma evolução em curso: a banana não está apenas fugindo, está absorvendo a tecnologia para se transformar em algo diferente.
O título "BANANA BOT" é um golpe de gênio semântico. Evoca imediatamente a célebre "Banana Boat Song" de Harry Belafonte, evocando um imaginário de esforço, trabalho manual e dignidade humana. Contudo, Montanaro inverte a perspectiva: se na canção o homem esperava que o "tallyman" contasse as bananas para poder voltar para casa, aqui é a própria banana que se rebela contra a contagem binária dos chips.
Montanaro se confirma como um artista capaz de mastigar os códigos da Pop Art para cuspir-nos sob a forma de reflexão sociológica. A escolha cromática — o magenta metalizado da banana contra o verde ácido das placas — cria um contraste vibrante que prende o olhar e não o solta.
"BANANA BOT não é apenas um objeto para se olhar, é um curto-circuito visual. Lembra-nos que, por mais que a tecnologia possa tentar nos enquadrar, o elemento "orgânico" e criativo encontrará sempre uma forma de furar a placa-mãe."
O artista estabelece um diálogo entre o "frio" e o "calor". As placas verdes e marrons (o hardware obsoleto) representam uma estrutura racional e plana. Ao contrário, a banana — com seu acabamento magenta metalizado — explode em três dimensões, trazendo volume e um brilho quase carnal que atrai imediatamente o olhar.
Fios não estão posicionados ao acaso; seguem uma lógica anatômica. Parecem "músculos" que levantam a estrutura da banana, sugerindo um movimento de fuga ou de despertar. É um uso do cabeamento como desenho tridimensional.
A escolha do rosa fluorescente para a moldura não é apenas estética, mas conceitual. Serve para isolar o experimento do "Banana Bot", quase como uma incubadora ou um laboratório onde a natureza está finalmente tomando o controle sobre a máquina.

