Mario Silano (1973) - La dama Azzurra






Especializada em pinturas e desenhos dos mestres antigos do século XVII, experiência em leilões.
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La dama Azzurra é uma pintura a óleo de 40 x 30 cm de Itália (2020+), de Mario Silano (1973), assinada à mão, em excelentes condições, edição original, estilo clássico.
Descrição fornecida pelo vendedor
Título: A Dama Azul
Óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Esta obra-prima de Mario Silano retrata uma jovem mulher de extraordinária elegância e mistério, capturada em um retrato de frente que evoca as grandes tradições pictóricas renascentistas e bizantinas. A figura emerge de um fundo escuro e arquitetônico, semelhante a um arco decorado com entalhes dourados, que confere uma atmosfera régia e íntima, como se a mulher fosse retratada dentro de um palácio antigo ou de uma catedral.
O rosto da protagonista é modelado com uma delicadeza magistral: pele oliva luminosa, iluminada por tons quentes e nuances suaves que ressaltam a graça e a doçura. Os olhos, de verde intenso tendendo ao avelã, prendem o observador com um olhar penetrante e direto, criando um diálogo silencioso carregado de introspecção e enigma. Os lábios, ligeiramente carrancudos e tingidos de um vermelho natural, adicionam um toque de sensualidade contida, enquanto as sobrancelhas arqueadas e traços finos transmitem uma certa nobreza inata. O cabelo castanho escuro, ondulado e fluido, cai sobre os ombros em mechas sedosas, parcialmente coberto por um véu branco translúcido, bordado a ouro e ornamentado com motivos florais e arabescos que remetem a influências orientais e medievais.
Sobre a cabeça, uma diadema dourado adornado com gemas vermelhas e turquesas funciona como coroa, simbolizando status e refinamento. Os brincos pendentes são um triunfo de opulência: estruturas em ouro elaboradas com gotas de turquesa, pérolas e cristais que oscilam com graça, capturando a luz e acrescentando movimento à imagem estática. O pescoço é adornado por múltiplas camadas de colares: correntes de ouro entrelaçadas com pérolas brancas, pendentes cruciformes e pedras preciosas turquesas, culminando em um medalhão central com uma cruz cravada em uma gema azul, que funciona como foco de luz e simboliza talvez uma ligação com tradições espirituais ou dons.
A vestimenta é um manto de azul profundo, semelhante à seda ou veludo, com bordas douradas e bordados intrincados que retratam motivos florais e simbólicos, como águias ou elementos heráldicos. As mangas, visíveis parcialmente, estão drapeadas com maestria, criando pregas realistas que evidenciam a perícia técnica de Silano em reproduzir a textura dos tecidos – da maciez do véu ao brilho do ouro. A composição inteira equilibra riqueza ornamental e simplicidade emocional, com um uso hábil da luz que ilumina o rosto e as joias, contrastando com o fundo sombreado para enfatizar a figura como ícone de beleza eterna.
Silano, filho de arte e formado no Instituto de Arte de Palermo, imprime nesta obra seu estilo hiper-realista, influenciado pela pintura clássica italiana, onde a mulher se torna símbolo de harmonia entre realidade e idealização. "A Dama Azul" não é apenas um retrato, mas um convite à contemplação da profundidade da alma feminina, suspensa entre um passado glorioso e um fascínio contemporâneo.
Título: A Dama Azul
Óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Esta obra-prima de Mario Silano retrata uma jovem mulher de extraordinária elegância e mistério, capturada em um retrato de frente que evoca as grandes tradições pictóricas renascentistas e bizantinas. A figura emerge de um fundo escuro e arquitetônico, semelhante a um arco decorado com entalhes dourados, que confere uma atmosfera régia e íntima, como se a mulher fosse retratada dentro de um palácio antigo ou de uma catedral.
O rosto da protagonista é modelado com uma delicadeza magistral: pele oliva luminosa, iluminada por tons quentes e nuances suaves que ressaltam a graça e a doçura. Os olhos, de verde intenso tendendo ao avelã, prendem o observador com um olhar penetrante e direto, criando um diálogo silencioso carregado de introspecção e enigma. Os lábios, ligeiramente carrancudos e tingidos de um vermelho natural, adicionam um toque de sensualidade contida, enquanto as sobrancelhas arqueadas e traços finos transmitem uma certa nobreza inata. O cabelo castanho escuro, ondulado e fluido, cai sobre os ombros em mechas sedosas, parcialmente coberto por um véu branco translúcido, bordado a ouro e ornamentado com motivos florais e arabescos que remetem a influências orientais e medievais.
Sobre a cabeça, uma diadema dourado adornado com gemas vermelhas e turquesas funciona como coroa, simbolizando status e refinamento. Os brincos pendentes são um triunfo de opulência: estruturas em ouro elaboradas com gotas de turquesa, pérolas e cristais que oscilam com graça, capturando a luz e acrescentando movimento à imagem estática. O pescoço é adornado por múltiplas camadas de colares: correntes de ouro entrelaçadas com pérolas brancas, pendentes cruciformes e pedras preciosas turquesas, culminando em um medalhão central com uma cruz cravada em uma gema azul, que funciona como foco de luz e simboliza talvez uma ligação com tradições espirituais ou dons.
A vestimenta é um manto de azul profundo, semelhante à seda ou veludo, com bordas douradas e bordados intrincados que retratam motivos florais e simbólicos, como águias ou elementos heráldicos. As mangas, visíveis parcialmente, estão drapeadas com maestria, criando pregas realistas que evidenciam a perícia técnica de Silano em reproduzir a textura dos tecidos – da maciez do véu ao brilho do ouro. A composição inteira equilibra riqueza ornamental e simplicidade emocional, com um uso hábil da luz que ilumina o rosto e as joias, contrastando com o fundo sombreado para enfatizar a figura como ícone de beleza eterna.
Silano, filho de arte e formado no Instituto de Arte de Palermo, imprime nesta obra seu estilo hiper-realista, influenciado pela pintura clássica italiana, onde a mulher se torna símbolo de harmonia entre realidade e idealização. "A Dama Azul" não é apenas um retrato, mas um convite à contemplação da profundidade da alma feminina, suspensa entre um passado glorioso e um fascínio contemporâneo.
