Jone Hopper - Muse assise





| €1 |
|---|
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 129059 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Jone Hopper, Muse assise, técnicas mistas em tela, edição Original, criada após 2020, 55 cm de altura por 46 cm de largura, França, vendida diretamente pelo artista, assinatura à mão, em excelente estado, com certificado de autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nascido em 1977, Jone Hopper é um artista francês. No final dos anos 80, ele faz suas "classes" na rua através de um movimento emergente daquela época, o graffiti. Ele marca seu nome na rua, nas paredes e nos trens. Reconhecido por seus personagens e por suas assinaturas em aerossol, ele criou o coletivo TBS (The Brutal Style) com Skepa e mais alguns grafiteiros engajados. Sabemos poucas coisas sobre ele, pois o artista permanece fiel ao espírito do graffiti e deseja permanecer anônimo, considerando que é a obra que deve ser destacada e não o personagem. Inexistente nas redes sociais, ausente das vernissages, artista sem rosto, ele continua sendo um verdadeiro mistério, exceto para alguns galeristas que o conhecem em confidência. Ele compara sua pintura a um trecho de Hip Hop, empresta referências a Basquiat, Keith Haring, Picasso, Matisse, Andy Warhol ou mesmo Bacon, puxa de todas as correntes pictóricas, do Moderno ao Contemporâneo passando pelo Clássico, ele age como um sampler... amostra, corta, monta e cria assim novas imagens.
- Técnicas mistas: aerossol, pastel e acrílica sobre tela
- Com certificado de autenticidade
Nascido em 1977, Jone Hopper é um artista francês. No final dos anos 80, ele faz suas "classes" na rua através de um movimento emergente daquela época, o graffiti. Ele marca seu nome na rua, nas paredes e nos trens. Reconhecido por seus personagens e por suas assinaturas em aerossol, ele criou o coletivo TBS (The Brutal Style) com Skepa e mais alguns grafiteiros engajados. Sabemos poucas coisas sobre ele, pois o artista permanece fiel ao espírito do graffiti e deseja permanecer anônimo, considerando que é a obra que deve ser destacada e não o personagem. Inexistente nas redes sociais, ausente das vernissages, artista sem rosto, ele continua sendo um verdadeiro mistério, exceto para alguns galeristas que o conhecem em confidência. Ele compara sua pintura a um trecho de Hip Hop, empresta referências a Basquiat, Keith Haring, Picasso, Matisse, Andy Warhol ou mesmo Bacon, puxa de todas as correntes pictóricas, do Moderno ao Contemporâneo passando pelo Clássico, ele age como um sampler... amostra, corta, monta e cria assim novas imagens.
- Técnicas mistas: aerossol, pastel e acrílica sobre tela
- Com certificado de autenticidade

