Tristan Mottier - Veilleur de nuit






Mais de 35 anos de experiência; ex-proprietário de galeria e curador no Museum Folkwang.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Descrição da obra :
O Vigia da Noite representa um farol solitário erguido diante de um mar frio e indomável.
O céu está pesado, carregado de nuvens escuras, quase em movimento, enquanto a terra, congelada pela geada, traça um caminho estreito que leva à torre. As ervas congeladas se curvam sob o vento, mas não se quebram.
Ao pé do farol, uma casinha iluminando fracamente a noite, lembrando a presença humana, humilde e discreta. A luz do farol, quente e estável, contrasta com a violência da paisagem: ela não luta, ela vigia.
Tudo nesta imagem fala de resistência silenciosa, de constância, de solidão assumida.
Este não é um refúgio contra o mundo, mas um ponto fixo quando tudo vacila.
⸻
Detalhes técnicos
• Impressão 60 × 40 cm
• Edição limitada a 30 exemplares
• Exemplar apresentado: 3 / 30
• Número da obra: T137982
• Fotografia numerada e assinada pela mão do artista
Entrega :
• Enviada em um tubo rígido
• Embalagem cuidadosa
• Entrega rápida e segura
Palavra do artista:
Há muito tempo, tenho esse sonho simples e radical:
viver em um farol.
Ser sozinho diante do mar, longe do barulho, longe da corrida permanente.
Pensar neste mundo que se agita, que consome, que compara, que se esgota…
e ficar ali, imóvel.
Imagino-me na base deste farol, com meu equipamento de pesca, uma pequena barca,
partir todos os dias para o mar, retornar, viver do pouco, mas viver justeamente.
Sobreviver no sentido nobre da palavra.
O Vigia da Noite, é essa postura interior:
não fugir do mundo por raiva,
mas afastar-se dele por lucidez.
Rester debout.
Vigiar.
E deixar a tempestade passar.
Descrição da obra :
O Vigia da Noite representa um farol solitário erguido diante de um mar frio e indomável.
O céu está pesado, carregado de nuvens escuras, quase em movimento, enquanto a terra, congelada pela geada, traça um caminho estreito que leva à torre. As ervas congeladas se curvam sob o vento, mas não se quebram.
Ao pé do farol, uma casinha iluminando fracamente a noite, lembrando a presença humana, humilde e discreta. A luz do farol, quente e estável, contrasta com a violência da paisagem: ela não luta, ela vigia.
Tudo nesta imagem fala de resistência silenciosa, de constância, de solidão assumida.
Este não é um refúgio contra o mundo, mas um ponto fixo quando tudo vacila.
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Detalhes técnicos
• Impressão 60 × 40 cm
• Edição limitada a 30 exemplares
• Exemplar apresentado: 3 / 30
• Número da obra: T137982
• Fotografia numerada e assinada pela mão do artista
Entrega :
• Enviada em um tubo rígido
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Palavra do artista:
Há muito tempo, tenho esse sonho simples e radical:
viver em um farol.
Ser sozinho diante do mar, longe do barulho, longe da corrida permanente.
Pensar neste mundo que se agita, que consome, que compara, que se esgota…
e ficar ali, imóvel.
Imagino-me na base deste farol, com meu equipamento de pesca, uma pequena barca,
partir todos os dias para o mar, retornar, viver do pouco, mas viver justeamente.
Sobreviver no sentido nobre da palavra.
O Vigia da Noite, é essa postura interior:
não fugir do mundo por raiva,
mas afastar-se dele por lucidez.
Rester debout.
Vigiar.
E deixar a tempestade passar.
