Alessandro Alteo (1997) - Monocromo Rosso - 596






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Alessandro Alteo, Monocromo Rosso - 596, técnica mista em tela, assinado à mão, 2025, 50 × 40 cm, original emoldurado em azul, pronto para pendurar.
Descrição fornecida pelo vendedor
Técnica mista - Assinado à mão - 2025
Artista: Alessandro Alteo
Título: Monocromo Vermelho - 596
Técnica: estroflessão sobre tela
Ano: 2025
Dimensões: 50x40
Estado de conservação: Perfeito
PEÇA ESTUPENDA!
ARTISTA JOVEM, CLASSE 1997
Obra emoldurada pronta para pendurar!
A remessa pode exigir alguns dias adicionais para permitir embalagem cuidadosa e adequada da obra. Além disso, para envios para a Suíça, os prazos podem alongar-se ainda mais devido à preparação e gestão da documentação aduaneira necessária.
Obra original de Alessandro Alteo, caracterizada por uma superfície monocromática vermelha, capaz de gerar um diálogo requintado entre luz e sombra, matéria e espaço.
A pesquisa do artista mergulha suas raízes na grande tradição da estroflação italiana, inspirando-se na elegância formal e na tensão plástica de mestres como Agostino Bonalumi, Enrico Castellani, Paolo Scheggi, Lucio Fontana, Turi Simeti e Giuseppe Amadio, dialogando ao mesmo tempo com a força material de Alberto Burri e a monumentalidade escultórica de Arnaldo Pomodoro, até às pesquisas monocromas e analíticas de Bernard Aubertin e à sensibilidade poética de Giorgio Morandi. Nesse caminho, a superfície pictórica transforma-se em corpo vivo, vibrante, sensível à luz e ao olhar.
Dentro de um absurdo abstrato moderno, Alteo constrói uma linguagem pessoal que se abre à arte moderna e contemporânea, integrando sugestões provenientes do minimalismo, da Pop Art e sobretudo da Street Art e do Graffiti writing. Seu imaginário dialoga idealmente com artistas e movimentos que vão de Banksy, Keith Haring, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jeff Koons, Roy Lichtenstein, Damien Hirst, Takashi Murakami, até a cultura urbana ligada a Shepard Fairey (OBEY), JR, Invader, Space Invader, Jef Aérosol, C215, Futura 2000, COPE2, Vhils, D*Face, Os Gemeos, JonOne, Alec Monopoly, Speedy Graphito, Hayden Kays, Kev Munday, Chanoir.
Até as declinações mais contemporâneas da cena urbana e pós-graffiti internacional, com figuras como Sandra Chevrier, Handiedan, Chuck Sperry, Borondo, PichiAvo, Orticanoodles, Inti, Saner, M-City, Levalet, Cranio, Dan23, DZIA, Hom Nguyen e André Saraiva, Mario Merz, Lucio Fontana.
Paralelamente, a sensibilidade visual dele se alimenta de uma estética pop-luxury e colecionável, onde ícones do design, da moda e do lifestyle contemporâneo – de Hermès, Dior, Chanel, Cartier, Louis Vuitton, Prada, Bulgari até o imaginário do colecionismo ligado a Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Daytona, Nautilus, Richard Mille – convivem com referências à serigrafia, à impressão de arte, ao vinil, à fotografia analógica, ao cinema, aos brinquedos de lata e à memória visual do século XX.
Não faltam referências cultas à história da arte, de Mario Schifano a Joan Miró, de Salvador Dalí a Pierre Soulages, contribuindo para fortalecer a dimensão conceitual e visual da obra entre abstração, matéria e luz.
A marca distintiva de Alessandro Alteo reside na síntese entre rigor geométrico e lirismo emocional, onde o círculo se torna signo universal, arquétipo visual e espaço de contemplação.
Esta obra configura-se assim como uma ponte entre a temporada analítica e estrofessa italiana e uma sensibilidade urbana e contemporânea, propondo-se como trabalho de forte identidade, impacto visual e reconhecibilidade estética no panorama da arte contemporânea.
Obra arquivada na Gigarte, com certificados de autenticidade!
Técnica mista - Assinado à mão - 2025
Artista: Alessandro Alteo
Título: Monocromo Vermelho - 596
Técnica: estroflessão sobre tela
Ano: 2025
Dimensões: 50x40
Estado de conservação: Perfeito
PEÇA ESTUPENDA!
ARTISTA JOVEM, CLASSE 1997
Obra emoldurada pronta para pendurar!
A remessa pode exigir alguns dias adicionais para permitir embalagem cuidadosa e adequada da obra. Além disso, para envios para a Suíça, os prazos podem alongar-se ainda mais devido à preparação e gestão da documentação aduaneira necessária.
Obra original de Alessandro Alteo, caracterizada por uma superfície monocromática vermelha, capaz de gerar um diálogo requintado entre luz e sombra, matéria e espaço.
A pesquisa do artista mergulha suas raízes na grande tradição da estroflação italiana, inspirando-se na elegância formal e na tensão plástica de mestres como Agostino Bonalumi, Enrico Castellani, Paolo Scheggi, Lucio Fontana, Turi Simeti e Giuseppe Amadio, dialogando ao mesmo tempo com a força material de Alberto Burri e a monumentalidade escultórica de Arnaldo Pomodoro, até às pesquisas monocromas e analíticas de Bernard Aubertin e à sensibilidade poética de Giorgio Morandi. Nesse caminho, a superfície pictórica transforma-se em corpo vivo, vibrante, sensível à luz e ao olhar.
Dentro de um absurdo abstrato moderno, Alteo constrói uma linguagem pessoal que se abre à arte moderna e contemporânea, integrando sugestões provenientes do minimalismo, da Pop Art e sobretudo da Street Art e do Graffiti writing. Seu imaginário dialoga idealmente com artistas e movimentos que vão de Banksy, Keith Haring, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Jeff Koons, Roy Lichtenstein, Damien Hirst, Takashi Murakami, até a cultura urbana ligada a Shepard Fairey (OBEY), JR, Invader, Space Invader, Jef Aérosol, C215, Futura 2000, COPE2, Vhils, D*Face, Os Gemeos, JonOne, Alec Monopoly, Speedy Graphito, Hayden Kays, Kev Munday, Chanoir.
Até as declinações mais contemporâneas da cena urbana e pós-graffiti internacional, com figuras como Sandra Chevrier, Handiedan, Chuck Sperry, Borondo, PichiAvo, Orticanoodles, Inti, Saner, M-City, Levalet, Cranio, Dan23, DZIA, Hom Nguyen e André Saraiva, Mario Merz, Lucio Fontana.
Paralelamente, a sensibilidade visual dele se alimenta de uma estética pop-luxury e colecionável, onde ícones do design, da moda e do lifestyle contemporâneo – de Hermès, Dior, Chanel, Cartier, Louis Vuitton, Prada, Bulgari até o imaginário do colecionismo ligado a Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Daytona, Nautilus, Richard Mille – convivem com referências à serigrafia, à impressão de arte, ao vinil, à fotografia analógica, ao cinema, aos brinquedos de lata e à memória visual do século XX.
Não faltam referências cultas à história da arte, de Mario Schifano a Joan Miró, de Salvador Dalí a Pierre Soulages, contribuindo para fortalecer a dimensão conceitual e visual da obra entre abstração, matéria e luz.
A marca distintiva de Alessandro Alteo reside na síntese entre rigor geométrico e lirismo emocional, onde o círculo se torna signo universal, arquétipo visual e espaço de contemplação.
Esta obra configura-se assim como uma ponte entre a temporada analítica e estrofessa italiana e uma sensibilidade urbana e contemporânea, propondo-se como trabalho de forte identidade, impacto visual e reconhecibilidade estética no panorama da arte contemporânea.
Obra arquivada na Gigarte, com certificados de autenticidade!
