Lídia Vives - Too young for any shit






Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 129382 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Impressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
Se entrega assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
Envio
A obra é enviada em tubo ou envelope rígido conforme destino.
No pacote incluem-se luvas de algodão e uma cartolina assinada.
SOBRE A OBRA — Too young for any shit
Esta fotografia foi criada com motivo de meu aniversário e parte de uma contradição deliberada. A frase escrita no creme/sabor pastel, Too young for any shit, inverte a expressão habitual Too old for that shit para questionar as normas invisíveis que começam a impor-se —especialmente às mulheres— ao cruzar a fronteira dos trinta.
A partir de certa idade, parece ativar-se um script não escrito: como deveríamos nos ver, comportar, desejar, e quais coisas deveríamos abandonar com discrição. A estética juvenil, o lúdico, o sensível, o suave ou o fantasioso se rotulam com facilidade como inadequados, frívolos ou ridículos. Em troca, a maturidade exige-nos seriedade, contenção, controle.
Too young for any shit opõe-se a essa narrativa. A cena doméstica —pastel, tons pastéis e aparência doce— está cuidadosamente construída para ocultar uma tensão sutil: o pastel caído, a faca, a quietude do gato e o olhar da protagonista sugerem um instante de pausa mais do que uma celebração. Por trás do encanto superficial aparece uma resistência silenciosa: a decisão de não se encaixar numa ideia prescrita de “amadurecer corretamente”.
No fundo, a obra fala sobre recuperar a agência sobre o desejo e a identidade. Para mim, crescer não significa renunciar a certas cores, filmes, estéticas ou formas de vestir. Ao contrário: a verdadeira magia da idade adulta é a liberdade de me dar por fim aquilo que antes me foi negado. Escolher a alegria, a nostalgia ou a ternura não por imadurecimento, mas por convicção.
Esta imagem não trata de negar o envelhecimento; trata de negar envelhecer como se espera. Propõe que a maturidade não é um destino, mas uma construção pessoal onde podem conviver jogo, contradição e prazer com o passar do tempo.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorImpressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
Se entrega assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
Envio
A obra é enviada em tubo ou envelope rígido conforme destino.
No pacote incluem-se luvas de algodão e uma cartolina assinada.
SOBRE A OBRA — Too young for any shit
Esta fotografia foi criada com motivo de meu aniversário e parte de uma contradição deliberada. A frase escrita no creme/sabor pastel, Too young for any shit, inverte a expressão habitual Too old for that shit para questionar as normas invisíveis que começam a impor-se —especialmente às mulheres— ao cruzar a fronteira dos trinta.
A partir de certa idade, parece ativar-se um script não escrito: como deveríamos nos ver, comportar, desejar, e quais coisas deveríamos abandonar com discrição. A estética juvenil, o lúdico, o sensível, o suave ou o fantasioso se rotulam com facilidade como inadequados, frívolos ou ridículos. Em troca, a maturidade exige-nos seriedade, contenção, controle.
Too young for any shit opõe-se a essa narrativa. A cena doméstica —pastel, tons pastéis e aparência doce— está cuidadosamente construída para ocultar uma tensão sutil: o pastel caído, a faca, a quietude do gato e o olhar da protagonista sugerem um instante de pausa mais do que uma celebração. Por trás do encanto superficial aparece uma resistência silenciosa: a decisão de não se encaixar numa ideia prescrita de “amadurecer corretamente”.
No fundo, a obra fala sobre recuperar a agência sobre o desejo e a identidade. Para mim, crescer não significa renunciar a certas cores, filmes, estéticas ou formas de vestir. Ao contrário: a verdadeira magia da idade adulta é a liberdade de me dar por fim aquilo que antes me foi negado. Escolher a alegria, a nostalgia ou a ternura não por imadurecimento, mas por convicção.
Esta imagem não trata de negar o envelhecimento; trata de negar envelhecer como se espera. Propõe que a maturidade não é um destino, mas uma construção pessoal onde podem conviver jogo, contradição e prazer com o passar do tempo.
