Lídia Vives - Too young for any shit

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Elena Vaninetti
Especialista
Selecionado por Elena Vaninetti

Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Impressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
Se entrega assinada e numerada, com certificado de autenticidade.

Envio
A obra é enviada em tubo ou envelope rígido conforme destino.
No pacote incluem-se luvas de algodão e uma cartolina assinada.

SOBRE A OBRA — Too young for any shit

Esta fotografia foi criada com motivo de meu aniversário e parte de uma contradição deliberada. A frase escrita no creme/sabor pastel, Too young for any shit, inverte a expressão habitual Too old for that shit para questionar as normas invisíveis que começam a impor-se —especialmente às mulheres— ao cruzar a fronteira dos trinta.

A partir de certa idade, parece ativar-se um script não escrito: como deveríamos nos ver, comportar, desejar, e quais coisas deveríamos abandonar com discrição. A estética juvenil, o lúdico, o sensível, o suave ou o fantasioso se rotulam com facilidade como inadequados, frívolos ou ridículos. Em troca, a maturidade exige-nos seriedade, contenção, controle.

Too young for any shit opõe-se a essa narrativa. A cena doméstica —pastel, tons pastéis e aparência doce— está cuidadosamente construída para ocultar uma tensão sutil: o pastel caído, a faca, a quietude do gato e o olhar da protagonista sugerem um instante de pausa mais do que uma celebração. Por trás do encanto superficial aparece uma resistência silenciosa: a decisão de não se encaixar numa ideia prescrita de “amadurecer corretamente”.

No fundo, a obra fala sobre recuperar a agência sobre o desejo e a identidade. Para mim, crescer não significa renunciar a certas cores, filmes, estéticas ou formas de vestir. Ao contrário: a verdadeira magia da idade adulta é a liberdade de me dar por fim aquilo que antes me foi negado. Escolher a alegria, a nostalgia ou a ternura não por imadurecimento, mas por convicção.

Esta imagem não trata de negar o envelhecimento; trata de negar envelhecer como se espera. Propõe que a maturidade não é um destino, mas uma construção pessoal onde podem conviver jogo, contradição e prazer com o passar do tempo.

Mais sobre o vendedor

Traduzido pelo Google Tradutor

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Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilhante.
Se entrega assinada e numerada, com certificado de autenticidade.

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A obra é enviada em tubo ou envelope rígido conforme destino.
No pacote incluem-se luvas de algodão e uma cartolina assinada.

SOBRE A OBRA — Too young for any shit

Esta fotografia foi criada com motivo de meu aniversário e parte de uma contradição deliberada. A frase escrita no creme/sabor pastel, Too young for any shit, inverte a expressão habitual Too old for that shit para questionar as normas invisíveis que começam a impor-se —especialmente às mulheres— ao cruzar a fronteira dos trinta.

A partir de certa idade, parece ativar-se um script não escrito: como deveríamos nos ver, comportar, desejar, e quais coisas deveríamos abandonar com discrição. A estética juvenil, o lúdico, o sensível, o suave ou o fantasioso se rotulam com facilidade como inadequados, frívolos ou ridículos. Em troca, a maturidade exige-nos seriedade, contenção, controle.

Too young for any shit opõe-se a essa narrativa. A cena doméstica —pastel, tons pastéis e aparência doce— está cuidadosamente construída para ocultar uma tensão sutil: o pastel caído, a faca, a quietude do gato e o olhar da protagonista sugerem um instante de pausa mais do que uma celebração. Por trás do encanto superficial aparece uma resistência silenciosa: a decisão de não se encaixar numa ideia prescrita de “amadurecer corretamente”.

No fundo, a obra fala sobre recuperar a agência sobre o desejo e a identidade. Para mim, crescer não significa renunciar a certas cores, filmes, estéticas ou formas de vestir. Ao contrário: a verdadeira magia da idade adulta é a liberdade de me dar por fim aquilo que antes me foi negado. Escolher a alegria, a nostalgia ou a ternura não por imadurecimento, mas por convicção.

Esta imagem não trata de negar o envelhecimento; trata de negar envelhecer como se espera. Propõe que a maturidade não é um destino, mas uma construção pessoal onde podem conviver jogo, contradição e prazer com o passar do tempo.

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Traduzido pelo Google Tradutor

Dados

Data de impressão
2026
Artista
Lídia Vives
Vendido por
Vindo diretamente do artista
Título da obra de arte
Too young for any shit
Estado
Estado original
Técnica
Impressão digital
Altura
36 cm
Edição
1/7
Largura
45 cm
Assinatura
Assinado
Tema
Retrato
Vendido por
EspanhaVerificado
260
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