Ardesia - Gabbia






Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.
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Ardesia apresenta Gabbia, uma escultura única de 2025 em ferro com uma placa de vidro partida por fratura controlada e um assemblage escultórico de aço e vidro, medidas 72 × 45 × 35 cm, assinada pelo artista, edição 1/1, em excelente estado e vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Título: Jaula
Artista: Ardesia
Tecnica: Fratura controlada em vidro, montagem escultórica
Materiais: Estrutura em ferro com tratamento anti-corrosão, cabos de aço com bainha, vidro
Dimensões: cerca de 72× 45× 35cm
Ano: 2025
Condição: Excelente – feita à mão.
Descrição da obra:
Jaula é uma escultura contemporânea que explora o delicado equilíbrio entre tensão, fragilidade e constrição interna. A obra se desenvolve dentro de uma estrutura em ferro tratada contra a corrosão, atravessada por uma rede de cabos de aço revestidos que desenham no espaço uma trama dinâmica, semelhante a uma teia de aranha tridimensional.
No centro da estrutura está suspensa uma placa de vidro, elemento frágil e transparente que se torna o foco visual e simbólico da composição. A superfície do vidro foi trabalhada através de uma técnica de fratura controlada, um intervenção precisa e consciente que gera uma marca radial evocativa: uma figura que lembra a forma de uma aranha, congelada no instante de sua expansão.
As linhas de fratura se propagam como filamentos luminosos na matéria, criando um desenho orgânico que captura e reflete a luz, transformando a ruptura em um gesto estético e poético.
Conceito artístico:
Em Jaula, a aranha torna-se uma poderosa metáfora da condição humana. A criatura que tece sua própria rede, aqui aparece aprisionada na mesma trama que gerou. A teia de aranha transforma-se assim de instrumento de controle a espaço de confinamento.
A obra sugere uma reflexão íntima e universal: muitas vezes não são as barreiras externas que nos limitam, mas as estruturas invisíveis que construímos dentro de nós. Medos, dúvidas e limites pessoais tornam-se fios finos que, entrelaçados, podem transformar-se em uma jaula.
A escultura coloca em diálogo ordem e fratura, tensão e fragilidade, convidando o observador a questionar o limite entre proteção e prisão interior.
Apresentação:
Obra única, realizada inteiramente à mão pelo artista.
Assinada pelo artista Ardesia na estrutura.
Graças à sua transparência e à estrutura aberta, a obra interage com a luz e o espaço circundante, gerando perspectivas sempre novas dependendo do ponto de observação.
Ideal para coleções de arte contemporânea, ambientes minimalistas ou espaços expositivos.
Expedição:
A obra será cuidadosamente embalada com materiais profissionais para garantir a proteção máxima durante o transporte.
Título: Jaula
Artista: Ardesia
Tecnica: Fratura controlada em vidro, montagem escultórica
Materiais: Estrutura em ferro com tratamento anti-corrosão, cabos de aço com bainha, vidro
Dimensões: cerca de 72× 45× 35cm
Ano: 2025
Condição: Excelente – feita à mão.
Descrição da obra:
Jaula é uma escultura contemporânea que explora o delicado equilíbrio entre tensão, fragilidade e constrição interna. A obra se desenvolve dentro de uma estrutura em ferro tratada contra a corrosão, atravessada por uma rede de cabos de aço revestidos que desenham no espaço uma trama dinâmica, semelhante a uma teia de aranha tridimensional.
No centro da estrutura está suspensa uma placa de vidro, elemento frágil e transparente que se torna o foco visual e simbólico da composição. A superfície do vidro foi trabalhada através de uma técnica de fratura controlada, um intervenção precisa e consciente que gera uma marca radial evocativa: uma figura que lembra a forma de uma aranha, congelada no instante de sua expansão.
As linhas de fratura se propagam como filamentos luminosos na matéria, criando um desenho orgânico que captura e reflete a luz, transformando a ruptura em um gesto estético e poético.
Conceito artístico:
Em Jaula, a aranha torna-se uma poderosa metáfora da condição humana. A criatura que tece sua própria rede, aqui aparece aprisionada na mesma trama que gerou. A teia de aranha transforma-se assim de instrumento de controle a espaço de confinamento.
A obra sugere uma reflexão íntima e universal: muitas vezes não são as barreiras externas que nos limitam, mas as estruturas invisíveis que construímos dentro de nós. Medos, dúvidas e limites pessoais tornam-se fios finos que, entrelaçados, podem transformar-se em uma jaula.
A escultura coloca em diálogo ordem e fratura, tensão e fragilidade, convidando o observador a questionar o limite entre proteção e prisão interior.
Apresentação:
Obra única, realizada inteiramente à mão pelo artista.
Assinada pelo artista Ardesia na estrutura.
Graças à sua transparência e à estrutura aberta, a obra interage com a luz e o espaço circundante, gerando perspectivas sempre novas dependendo do ponto de observação.
Ideal para coleções de arte contemporânea, ambientes minimalistas ou espaços expositivos.
Expedição:
A obra será cuidadosamente embalada com materiais profissionais para garantir a proteção máxima durante o transporte.
