Montiel (1985) - "EMPERADOR"





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obra original de Montiel (1985), 'EMPERADOR', acrílico sobre tela, 112 x 65 cm, assinada à mão, 2026, paisagem marinha contemporânea, Espanha, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
EMPERADOR
ACRÍLICO/LONA, 112 x 65 cm.
LEONARDO MONTIEL.
PEIXE “EMPERADOR”
A obra Peixe “Emperador” propõe uma metáfora visual onde a majestade do oceano se condensa em uma única presença. O peixe não é apenas uma criatura marinha: é símbolo de domínio silencioso, de equilíbrio natural e de poder harmonioso. Ao contrário do imperador terrestre, que governa pela imposição, este imperador aquático reina a partir da fluidez.
A peça explora a dualidade entre força e movimento. O peixe habita um ambiente mutável, mas seu deslocamento é sereno, preciso, quase cerimonial. Nessa graça contida se manifesta sua autoridade: não precisa impor-se, sua própria existência organiza o espaço que o cerca.
Conceitualmente, a obra reflete sobre o poder como adaptação. A água — instável e profunda — representa o emocional e o inconsciente. O peixe “Emperador” navega por essas profundezas sem perder a direção, sugerindo domínio do interno e conexão com o instintivo. Sua figura transforma-se em eixo dentro de um universo líquido, lembrando-nos de que o verdadeiro império é a capacidade de fluir sem perder a identidade.
A obra convida a contemplar a liderança a partir da harmonia com o ambiente. O peixe “Emperador” não conquista: habita. Não domina: equilibra. Seu reinado é silencioso, orgânico e essencial.
EMPERADOR
ACRÍLICO/LONA, 112 x 65 cm.
LEONARDO MONTIEL.
PEIXE “EMPERADOR”
A obra Peixe “Emperador” propõe uma metáfora visual onde a majestade do oceano se condensa em uma única presença. O peixe não é apenas uma criatura marinha: é símbolo de domínio silencioso, de equilíbrio natural e de poder harmonioso. Ao contrário do imperador terrestre, que governa pela imposição, este imperador aquático reina a partir da fluidez.
A peça explora a dualidade entre força e movimento. O peixe habita um ambiente mutável, mas seu deslocamento é sereno, preciso, quase cerimonial. Nessa graça contida se manifesta sua autoridade: não precisa impor-se, sua própria existência organiza o espaço que o cerca.
Conceitualmente, a obra reflete sobre o poder como adaptação. A água — instável e profunda — representa o emocional e o inconsciente. O peixe “Emperador” navega por essas profundezas sem perder a direção, sugerindo domínio do interno e conexão com o instintivo. Sua figura transforma-se em eixo dentro de um universo líquido, lembrando-nos de que o verdadeiro império é a capacidade de fluir sem perder a identidade.
A obra convida a contemplar a liderança a partir da harmonia com o ambiente. O peixe “Emperador” não conquista: habita. Não domina: equilibra. Seu reinado é silencioso, orgânico e essencial.

