Trevisan Carlo - Mondo vegetale





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Carlo Trevisan, Mondo vegetale, original em óleo sobre tela de 2025, uma paisagem surrealista de natureza com uma árvore solitária cuja copa forma os continentes, assinada à mão, com certificado no verso, montada em 46 x 46 cm, em excelentes condições.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nesta obra a óleo, Carlo Trevisan continua sua exploração do realismo mágico e do surrealismo, oferecendo uma poderosa metáfora visual sobre o vínculo indissolúvel entre a Terra e a vida vegetal. Aqui ele abraça uma visão harmoniosa e universal.
A pintura retrata uma árvore solitária cujos ramos/copas, modelados com precisão quase cartográfica, formam os contornos dos continentes terrestres. É uma imagem que impressiona pela sua aparente simplicidade, mas que encerra uma mensagem ecológica e filosófica profunda.
A Árvore como Mundo: a copa não é um amontoado casual de folhas, mas uma fiel reprodução do planisfério (reconhece-se claramente a África, a Europa, a América e a Oceania). Isso transforma a planta no símbolo próprio da biosfera: a árvore não está no mundo, a árvore é o mundo.
Trevisan isola o sujeito sobre um fundo neutro e esfumado, que vai dos tons terrosos ao cinza ferro, destacando o verde vibrante e materico das folhas. Nuvens estilizadas suspensas aos lados acentuam a dimensão suspensa e onírica da cena.
A obra sugere a interdependência entre a saúde do nosso planeta e a saúde de suas florestas. Os ramos que sustentam os continentes funcionam como artérias vitais, lembrando-nos de que a estabilidade de nossas terras depende diretamente das raízes da natureza. O dipinto é a óleo sobre tela, medidas 36 x 36 cm montada com passe-partout e faesite para dimensões finais de 46 x 46 cm. Assinada na frente pelo artista e certificada no retro.
Nesta obra a óleo, Carlo Trevisan continua sua exploração do realismo mágico e do surrealismo, oferecendo uma poderosa metáfora visual sobre o vínculo indissolúvel entre a Terra e a vida vegetal. Aqui ele abraça uma visão harmoniosa e universal.
A pintura retrata uma árvore solitária cujos ramos/copas, modelados com precisão quase cartográfica, formam os contornos dos continentes terrestres. É uma imagem que impressiona pela sua aparente simplicidade, mas que encerra uma mensagem ecológica e filosófica profunda.
A Árvore como Mundo: a copa não é um amontoado casual de folhas, mas uma fiel reprodução do planisfério (reconhece-se claramente a África, a Europa, a América e a Oceania). Isso transforma a planta no símbolo próprio da biosfera: a árvore não está no mundo, a árvore é o mundo.
Trevisan isola o sujeito sobre um fundo neutro e esfumado, que vai dos tons terrosos ao cinza ferro, destacando o verde vibrante e materico das folhas. Nuvens estilizadas suspensas aos lados acentuam a dimensão suspensa e onírica da cena.
A obra sugere a interdependência entre a saúde do nosso planeta e a saúde de suas florestas. Os ramos que sustentam os continentes funcionam como artérias vitais, lembrando-nos de que a estabilidade de nossas terras depende diretamente das raízes da natureza. O dipinto é a óleo sobre tela, medidas 36 x 36 cm montada com passe-partout e faesite para dimensões finais de 46 x 46 cm. Assinada na frente pelo artista e certificada no retro.

