Elizabeth - Arquitectura del Equilibrio Invisible

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Egidio Emiliano Bianco
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É bacharel em história da arte e mestre em gestão artística e cultural.

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Elizabeth, Arquitectura do Equilíbrio Invisível, óleo sobre tela, original, 2023, 73 x 53 cm, Espanha, assinado à mão, em excelente estado, paisagem surrealista, posterior a 2020.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Óleo sobre tela · obra original · assinada à mão

Na Arquitetura do Equilíbrio Invisível, Elizabeth constrói uma imagem onde o impossível não irrompe como ruptura, mas como uma forma natural de existir. A obra ergue-se sobre uma paradoxa visual cuidadosamente orquestrada: uma torre de rochas monumentais, carregadas de peso e matéria, que desafiam toda lógica ao sustentar — no ponto mais alto — um lar íntimo, caloroso e profundamente humano.

A composição se articula na vertical, guiando o olhar desde a densidade pétrea da base até a leveza quase etérea do topo da árvore em flor. Essa progressão não é apenas formal, mas simbólica: uma ascensão do que é ancestral e imutável para o que é vital, o efêmero e o emocional. Cada pedra, modelada com um traço firme e volumétrico, abriga uma riqueza cromática que oscila entre azuis profundos, violetas e ocre, evocando a passagem do tempo e a memória geológica.

Em contraste, o cume apresenta-se como um oásis suspenso. A casa — de escala doméstica, quase humilde — transforma-se no núcleo afetivo da obra. Não é uma construção grandiosa, mas um refúgio essencial. Ao seu redor, os elementos cotidianos — a roupa estendida, o balanço, a pequena plataforma — acionam a cena com uma narrativa silenciosa que sugere presença, vida e continuidade. São gestos mínimos que humanizam o extraordinário.

A árvore em flor, com seu estouro de tons rosados e magenta, funciona como um contraponto emocional de grande intensidade. Seu tratamento pictórico, mais solto e fragmentado, introduz movimento e vibração, como se o vento atravessasse a própria superfície do quadro. Esse elemento não apenas equilibra a composição, mas atua como símbolo de renovação, de beleza persistente mesmo em contextos improváveis.

O céu, amplo e atmosférico, envolve a cena em uma dimensão suspensa entre o sonho e o contemplativo. Nuvens não são meramente plano de fundo: são espaço habitável, um mar invertido onde a gravidade perde seu domínio. A paleta de azuis, modulada com sutileza, constrói profundidade sem peso, reforçando a sensação de flutuação e isolamento.

Conceitualmente, a obra inscreve-se em um território próximo do realismo mágico pictórico, onde o fantástico não se apresenta como exceção, mas como uma extensão natural do emocional. Elizabeth propõe aqui uma reflexão sobre o ato de habitar: não como uma condição física, mas como um estado de equilíbrio interno. O lar não depende da estabilidade do solo, mas da capacidade de sustentá-lo — emocional e simbolicamente — mesmo no vazio.

Arquitetura do Equilíbrio Invisível é, em essência, uma meditação visual sobre a fragilidade e a fortaleza coexistindo no mesmo plano. Uma obra que convida a contemplar não apenas o que se vê, mas aquilo que, ainda sem suporte aparente, permanece em pé.

A obra é enviada cuidadosamente protegida em tubo de transporte rígido, garantindo sua perfeita conservação.

Óleo sobre tela · obra original · assinada à mão

Na Arquitetura do Equilíbrio Invisível, Elizabeth constrói uma imagem onde o impossível não irrompe como ruptura, mas como uma forma natural de existir. A obra ergue-se sobre uma paradoxa visual cuidadosamente orquestrada: uma torre de rochas monumentais, carregadas de peso e matéria, que desafiam toda lógica ao sustentar — no ponto mais alto — um lar íntimo, caloroso e profundamente humano.

A composição se articula na vertical, guiando o olhar desde a densidade pétrea da base até a leveza quase etérea do topo da árvore em flor. Essa progressão não é apenas formal, mas simbólica: uma ascensão do que é ancestral e imutável para o que é vital, o efêmero e o emocional. Cada pedra, modelada com um traço firme e volumétrico, abriga uma riqueza cromática que oscila entre azuis profundos, violetas e ocre, evocando a passagem do tempo e a memória geológica.

Em contraste, o cume apresenta-se como um oásis suspenso. A casa — de escala doméstica, quase humilde — transforma-se no núcleo afetivo da obra. Não é uma construção grandiosa, mas um refúgio essencial. Ao seu redor, os elementos cotidianos — a roupa estendida, o balanço, a pequena plataforma — acionam a cena com uma narrativa silenciosa que sugere presença, vida e continuidade. São gestos mínimos que humanizam o extraordinário.

A árvore em flor, com seu estouro de tons rosados e magenta, funciona como um contraponto emocional de grande intensidade. Seu tratamento pictórico, mais solto e fragmentado, introduz movimento e vibração, como se o vento atravessasse a própria superfície do quadro. Esse elemento não apenas equilibra a composição, mas atua como símbolo de renovação, de beleza persistente mesmo em contextos improváveis.

O céu, amplo e atmosférico, envolve a cena em uma dimensão suspensa entre o sonho e o contemplativo. Nuvens não são meramente plano de fundo: são espaço habitável, um mar invertido onde a gravidade perde seu domínio. A paleta de azuis, modulada com sutileza, constrói profundidade sem peso, reforçando a sensação de flutuação e isolamento.

Conceitualmente, a obra inscreve-se em um território próximo do realismo mágico pictórico, onde o fantástico não se apresenta como exceção, mas como uma extensão natural do emocional. Elizabeth propõe aqui uma reflexão sobre o ato de habitar: não como uma condição física, mas como um estado de equilíbrio interno. O lar não depende da estabilidade do solo, mas da capacidade de sustentá-lo — emocional e simbolicamente — mesmo no vazio.

Arquitetura do Equilíbrio Invisível é, em essência, uma meditação visual sobre a fragilidade e a fortaleza coexistindo no mesmo plano. Uma obra que convida a contemplar não apenas o que se vê, mas aquilo que, ainda sem suporte aparente, permanece em pé.

A obra é enviada cuidadosamente protegida em tubo de transporte rígido, garantindo sua perfeita conservação.

Dados

Artista
Elizabeth
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Agente
Edição
Original
Título da obra de arte
Arquitectura del Equilibrio Invisible
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Espanha
Ano
2023
Estado
Excelente estado
Altura
73 cm
Largura
53 cm
Imagem/Tema
Paisagens
Estilo
Surrealismo
Período
Depois de 2020
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