Szilard Banyi - The Wall





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Szilard Banyi, 2024, óleo sobre tela, original, contemporâneo, The Wall, 100×70 cm, assinado, em excelente condição, cena de interior, vendido diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nome: - Szilard Banyi, húngaro, nascido na Romênia e mora na Alemanha desde 2021
Título da obra; Técnica- The Wall , Óleo sobre tela
Dimensões: 100x70cm XL
Assinatura: sim
Impressões: Não disponíveis
Proveniência: Não
Condição: como novo
Envio: carton
Ano: 2024
Olá a todos! Feliz por estar aqui. Espero que você possa ver minhas obras como parte de mim.
Minha história começa quando eu era criança, eu tinha muitos problemas na minha família, não estava indo muito bem, mas encontrei em mim a arte. A primeira vez que percebi uma atração pela arte foi quando vi meu irmão mais velho desenhando. Eu era curioso, eu prestava atenção, gostava...
depois de um tempo comecei a estudar numa escola de arte na Romênia, onde me formei.
Tínhamos olimpíadas todo ano, eu sempre era escolhido para participar em primeiro lugar.
Não tive muitas exposições por causa do dinheiro, a situação não era muito boa, como mencionei. Mas em certo ponto, durante o ensino médio, encontrei uma associação que ajuda jovens com dificuldades. Lá consegui conhecer o Príncipe Charles, ele colaborou com essa associação na Romênia. Ele me convidou para Londres, eu e alguns jovens, para um festival, onde também fiz uma pintura de presente para ele. Foi uma experiência incrível! Tive a chance de visitar Londres e também de conhecer um homem tão gentil e calmo. Então espero que vocês tenham conseguido conhecer melhor quem sou. Minhas obras representam pessoas, natureza, em um estilo contemporâneo.
- The Wall -2024
Uma parede pálida separa dois silêncios. A partir de uma porta entreaberta, um homem olha para fora — não para o mundo, mas para a sua memória. O olhar dele corta o ar frio como um raio perdido entre os tijolos.
Diante dele, uma presença sem rosto, uma mulher feita de pó e vapor, ainda permanece, mas já não está mais lá. A cor do seu vestido se dissolve na parede, como se o tempo tivesse começado a apagá-la, pedaço a pedaço.
As janelas estão fechadas, mas as portas parecem respirar. A luz vem de lugar nenhum — ela persiste, como uma memória que se recusa a partir. Tudo parece suspenso entre partir e retornar, entre um “eu te vejo” e um “eu te esqueci”.
A pintura não retrata uma cena, mas uma separação que nunca terminou. É um poema sobre a ausência, pintado nos tons frios de uma manhã que nunca termina...
Esta pintura sempre me lembrará da minha família…
Nome: - Szilard Banyi, húngaro, nascido na Romênia e mora na Alemanha desde 2021
Título da obra; Técnica- The Wall , Óleo sobre tela
Dimensões: 100x70cm XL
Assinatura: sim
Impressões: Não disponíveis
Proveniência: Não
Condição: como novo
Envio: carton
Ano: 2024
Olá a todos! Feliz por estar aqui. Espero que você possa ver minhas obras como parte de mim.
Minha história começa quando eu era criança, eu tinha muitos problemas na minha família, não estava indo muito bem, mas encontrei em mim a arte. A primeira vez que percebi uma atração pela arte foi quando vi meu irmão mais velho desenhando. Eu era curioso, eu prestava atenção, gostava...
depois de um tempo comecei a estudar numa escola de arte na Romênia, onde me formei.
Tínhamos olimpíadas todo ano, eu sempre era escolhido para participar em primeiro lugar.
Não tive muitas exposições por causa do dinheiro, a situação não era muito boa, como mencionei. Mas em certo ponto, durante o ensino médio, encontrei uma associação que ajuda jovens com dificuldades. Lá consegui conhecer o Príncipe Charles, ele colaborou com essa associação na Romênia. Ele me convidou para Londres, eu e alguns jovens, para um festival, onde também fiz uma pintura de presente para ele. Foi uma experiência incrível! Tive a chance de visitar Londres e também de conhecer um homem tão gentil e calmo. Então espero que vocês tenham conseguido conhecer melhor quem sou. Minhas obras representam pessoas, natureza, em um estilo contemporâneo.
- The Wall -2024
Uma parede pálida separa dois silêncios. A partir de uma porta entreaberta, um homem olha para fora — não para o mundo, mas para a sua memória. O olhar dele corta o ar frio como um raio perdido entre os tijolos.
Diante dele, uma presença sem rosto, uma mulher feita de pó e vapor, ainda permanece, mas já não está mais lá. A cor do seu vestido se dissolve na parede, como se o tempo tivesse começado a apagá-la, pedaço a pedaço.
As janelas estão fechadas, mas as portas parecem respirar. A luz vem de lugar nenhum — ela persiste, como uma memória que se recusa a partir. Tudo parece suspenso entre partir e retornar, entre um “eu te vejo” e um “eu te esqueci”.
A pintura não retrata uma cena, mas uma separação que nunca terminou. É um poema sobre a ausência, pintado nos tons frios de uma manhã que nunca termina...
Esta pintura sempre me lembrará da minha família…

