Vincenzo Raimondo - Tigre






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
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Vincenzo Raimondo apresenta Tigre, original de 2017, pintura acrílica em tela de 50×70 cm, assinada e em boas condições, feita na Itália e vendida diretamente pelo artista com acabamento em resina.
Descrição fornecida pelo vendedor
*** Tela: 50x70 com acabamento em resina****
Este quadro representa uma onça capturada num momento de avanço direto em direção ao observador, com um olhar intenso e penetrante que cria um envolvimento emocional imediato. A composição é construída sobre uma forte centralidade do sujeito, que se destaca com decisão a partir de um fundo dinâmico e fragmentado.
O uso da cor é um dos elementos mais distintivos da obra: as tonalidades quentes de laranja e amarelo modelam a figura da onça, enquanto o contraste com os azuis, verdes e lilases do fundo gera uma vibração visual enérgica e contemporânea. As pinceladas são instintivas, matéricas, propositalmente irregulares, contribuindo para transmitir movimento e vitalidade.
Interessante é também o tratamento do fundo, quase “mosaico” ou fragmentado, que rompe a estática e amplia a presença do animal, tornando-o protagonista absoluto. O acabamento em resina acrescenta profundidade e brilho, valorizando ainda mais os contrastes cromáticos.
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Artista autodidata, desenvolve uma pesquisa pictórica em constante evolução, desvinculada de um estilo único e guiada pela experiência e pela urgência expressiva.
Sua prática nasce da observação do cotidiano e de uma investigação constante sobre as dinâmicas emocionais, traduzindo-se em uma linguagem visual essencial, direta e deliberadamente imperfeita.
Através da experimentação de técnicas e códigos diferentes, cada obra se torna um território autônomo, onde forma e conteúdo se definem reciprocamente. Seu trabalho explora a complexidade do ser humano e o relacionamento com a natureza, rejeitando a ideia de arte como simples elemento decorativo, para afirmá-la, ao invés disso, como presença autêntica e necessária.
Em 2015 e 2016 foi finalista no concurso Sunday Painters, promovido pela La Stampa, entre mais de 3.000 obras selecionadas. As obras foram avaliadas por um júri qualificado, com a participação do crítico Francesco Bonami, e expostas em uma mostra ligada à Artissima – Feira Internacional de Arte Contemporânea de Turim.
Em 2016 recebeu o Primeiro Prêmio da Crítica.
*** Tela: 50x70 com acabamento em resina****
Este quadro representa uma onça capturada num momento de avanço direto em direção ao observador, com um olhar intenso e penetrante que cria um envolvimento emocional imediato. A composição é construída sobre uma forte centralidade do sujeito, que se destaca com decisão a partir de um fundo dinâmico e fragmentado.
O uso da cor é um dos elementos mais distintivos da obra: as tonalidades quentes de laranja e amarelo modelam a figura da onça, enquanto o contraste com os azuis, verdes e lilases do fundo gera uma vibração visual enérgica e contemporânea. As pinceladas são instintivas, matéricas, propositalmente irregulares, contribuindo para transmitir movimento e vitalidade.
Interessante é também o tratamento do fundo, quase “mosaico” ou fragmentado, que rompe a estática e amplia a presença do animal, tornando-o protagonista absoluto. O acabamento em resina acrescenta profundidade e brilho, valorizando ainda mais os contrastes cromáticos.
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Artista autodidata, desenvolve uma pesquisa pictórica em constante evolução, desvinculada de um estilo único e guiada pela experiência e pela urgência expressiva.
Sua prática nasce da observação do cotidiano e de uma investigação constante sobre as dinâmicas emocionais, traduzindo-se em uma linguagem visual essencial, direta e deliberadamente imperfeita.
Através da experimentação de técnicas e códigos diferentes, cada obra se torna um território autônomo, onde forma e conteúdo se definem reciprocamente. Seu trabalho explora a complexidade do ser humano e o relacionamento com a natureza, rejeitando a ideia de arte como simples elemento decorativo, para afirmá-la, ao invés disso, como presença autêntica e necessária.
Em 2015 e 2016 foi finalista no concurso Sunday Painters, promovido pela La Stampa, entre mais de 3.000 obras selecionadas. As obras foram avaliadas por um júri qualificado, com a participação do crítico Francesco Bonami, e expostas em uma mostra ligada à Artissima – Feira Internacional de Arte Contemporânea de Turim.
Em 2016 recebeu o Primeiro Prêmio da Crítica.
