Francesco Polazzi - Storie dal campo quantico

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Catherine Mikolajczak
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Selecionado por Catherine Mikolajczak

Estudou História da Arte na École du Louvre, com mais de 25 anos em arte contemporânea.

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Francesco Polazzi apresenta uma obra contemporânea de mistura de técnicas Storie dal campo quantico (2026) que combina cerâmica e tela com tinta acrílica, assinada na parte inferior, com 20 x 14 x 14 cm, em excelente estado e vendida diretamente pelo artista.

Resumo assistido por IA

Descrição fornecida pelo vendedor

Francesco Polazzi é um pintor contemporâneo de origens Emilianas, ativo em Bologna, onde vive e trabalha. Estudou Letras e Filosofia em Bologna e depois obteve um Mestrado em Belas-Artes em Birmingham, Inglaterra. Sua pintura funde elementos figurativos e abstratos, com influências que vão do pop e da street art à abstração pós-moderna, dando vida a uma linguagem visual pessoal e dinâmica. Em suas obras coexistem formas reais e simbólicas, padrões e áreas de cor, numa combinação que convida a um diálogo entre mente e corpo, e a uma interpretação sensível das imagens.

“Histórias do Campo Quântico” – descrição e interpretação
Neste quadro:

Combinação de formas e cores:
Polazzi utiliza formas fluídas e cores frequentemente complementares para criar um efeito de forte contraste luminoso. As cores realçam umas às outras, conferindo à tela uma energia vibrante e uma tensão visual que lembra o movimento contínuo das possibilidades no campo quântico.

Poliformismo das figuras:
A composição evoca formas que sugerem ao mesmo tempo figuras antropomórficas, paisagens etéreas ou configurações simbólicas. Não há imagens fixas, mas sim ausências visuais onde a percepção pode oscilar entre diferentes interpretações: uma máscara, um vale iluminado, um personagem em transformação.

Campo das possibilidades – realidade quântica:
O tema do “campo quântico” é representado visualmente como um espaço de passagem entre existência e não-existencia: as formas não estão completamente definidas, parecendo hesitar entre diferentes estados. Isso remete metaforicamente à ideia da mecânica quântica, na qual partículas e estados existem simultaneamente em muitas possibilidades antes de “colapsar” para uma forma definitiva.

Abordagem filosófica e simbólica:
Dada a formação filosófica do artista e sua inclinação para combinar abstração e simbolismo, o quadro também se presta a uma reflexão filosófica e esotérica: o “campo quântico” como metáfora de infinitas potencialidades interiores e de um diálogo entre saber científico e experiência subjetiva.

Conexão com neurociências e esoterismo:
As contínuas oscilações cromáticas e formais na pintura podem evocar processos de percepção e consciência estudados pelas neurociências, além de remeter à ideia esotérica de realidade como “rede de possibilidades” em transformação contínua.

Estilo global
No conjunto, o estilo deste quadro reflete a busca por uma linguagem artística que não se limita à mera representação, mas procura uma síntese entre figuratividade e abstração, entre experiência estética e conceito filosófico, construindo imagens que não se revelam de imediato, mas se desvendam e se transformam ao olhar do espectador. Esse elemento dinâmico e aberto é coerente com a abordagem de Polazzi, que mescla influências contemporâneas com uma narrativa visual capaz de provocar interpretações múltiplas.

Francesco Polazzi é um pintor contemporâneo de origens Emilianas, ativo em Bologna, onde vive e trabalha. Estudou Letras e Filosofia em Bologna e depois obteve um Mestrado em Belas-Artes em Birmingham, Inglaterra. Sua pintura funde elementos figurativos e abstratos, com influências que vão do pop e da street art à abstração pós-moderna, dando vida a uma linguagem visual pessoal e dinâmica. Em suas obras coexistem formas reais e simbólicas, padrões e áreas de cor, numa combinação que convida a um diálogo entre mente e corpo, e a uma interpretação sensível das imagens.

“Histórias do Campo Quântico” – descrição e interpretação
Neste quadro:

Combinação de formas e cores:
Polazzi utiliza formas fluídas e cores frequentemente complementares para criar um efeito de forte contraste luminoso. As cores realçam umas às outras, conferindo à tela uma energia vibrante e uma tensão visual que lembra o movimento contínuo das possibilidades no campo quântico.

Poliformismo das figuras:
A composição evoca formas que sugerem ao mesmo tempo figuras antropomórficas, paisagens etéreas ou configurações simbólicas. Não há imagens fixas, mas sim ausências visuais onde a percepção pode oscilar entre diferentes interpretações: uma máscara, um vale iluminado, um personagem em transformação.

Campo das possibilidades – realidade quântica:
O tema do “campo quântico” é representado visualmente como um espaço de passagem entre existência e não-existencia: as formas não estão completamente definidas, parecendo hesitar entre diferentes estados. Isso remete metaforicamente à ideia da mecânica quântica, na qual partículas e estados existem simultaneamente em muitas possibilidades antes de “colapsar” para uma forma definitiva.

Abordagem filosófica e simbólica:
Dada a formação filosófica do artista e sua inclinação para combinar abstração e simbolismo, o quadro também se presta a uma reflexão filosófica e esotérica: o “campo quântico” como metáfora de infinitas potencialidades interiores e de um diálogo entre saber científico e experiência subjetiva.

Conexão com neurociências e esoterismo:
As contínuas oscilações cromáticas e formais na pintura podem evocar processos de percepção e consciência estudados pelas neurociências, além de remeter à ideia esotérica de realidade como “rede de possibilidades” em transformação contínua.

Estilo global
No conjunto, o estilo deste quadro reflete a busca por uma linguagem artística que não se limita à mera representação, mas procura uma síntese entre figuratividade e abstração, entre experiência estética e conceito filosófico, construindo imagens que não se revelam de imediato, mas se desvendam e se transformam ao olhar do espectador. Esse elemento dinâmico e aberto é coerente com a abordagem de Polazzi, que mescla influências contemporâneas com uma narrativa visual capaz de provocar interpretações múltiplas.

Dados

Era
Depois de 2000
Vendido por
Vindo diretamente do artista
País de origem
Itália
Estilo
Contemporâneo
Material
Acrylic paint, Cerâmica, Lona
Artista
Francesco Polazzi
Título da obra de arte
Storie dal campo quantico
Assinatura
signed below
Ano
2026
Cor
Multicolor
Estado
Excelente estado
Altura
20 cm
Largura
14 cm
Profundidade
14 cm
Peso
1 g
ItáliaVerificado
Privado

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