Roberto Fontana (1844–1907) - Bottle time






Mestre em pintura renascentista, estágio na Sotheby's e 15 anos de experiência.
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Bottle time, pintura a óleo de Roberto Fontana (1844–1907) italiano do século XIX, com 23 x 36 cm, assinado à mão e com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Roberto Fontana Milano 1844 – 1907 A hora do biberão. dimensões com moldura cm 54x42
obra publicada
( envios fora da comunidade europeia as prazos variam de 15 a 20 dias úteis para a documentação de exportação. Eventuais taxas aduaneiras são por conta do comprador )
FONTANA, Roberto
Nascido em Milão em 10 de abr. 1844. Tendo abandonado os estudos clássicos, matriculou‑se na Accademia de Belle Arti di Brera, onde frequentou os cursos de incisão de A. Bramati e os cursos de pintura de G. Bertini e de C. Notaris. Debutou no filão da tradição do romantismo histórico apresentando a obra Geltrude confusa enxergando a carta na mão do príncipe pai, retirada de I promessi sposi, à XXV Exposição da Sociedade Promotrice di Belle Arti de Torino em 1866 (catálogo, p. 14) - Contudo, rapidamente voltou também a temas de gênero: na Exposição de Belas Artes de Brera de 1872 (catálogo, p. 53) apresentou a pintura Inspeção à pessoa da noiva. traje russo, o que lhe valeu a apreciação de C. Boito (1877) e uma notável popularidade por meio de numerosas reproduções oleográficas.
Foi graças à produção de quadros de gênero que F., autor de temas históricos, pequenos paisagens e retratos, conquistou o favor do público de seu tempo. A representação de situações e afetos da vida cotidiana e familiar, retratados com certa complacência ilustrativa e marcados por uma tonalidade intimista e acentuadamente sentimental que sofre da pintura de T. Cremona, caracteriza a produção de F., cuja popularidade deveu‑se em grande parte à sua conformidade com a concepção burguesa da arte do segundo XIX. Foi influenciado pelo ambiente da scapigliatura milanesa e, em especial, por Cremona, do qual retomou o luminismo suave mas não a técnica impulsiva, a golpes de pincel, recorrendo principalmente à técnica de cores “empoeiradas” usada por alguns seguidores do pintor. Também teve uma produção, menos conhecida, de gravuras à água‑forte: entre elas lembram‑se Retrato de mulher, Retrato de homem, Dona que lê (Comanducci, 1971).
Roberto Fontana Milano 1844 – 1907 A hora do biberão. dimensões com moldura cm 54x42
obra publicada
( envios fora da comunidade europeia as prazos variam de 15 a 20 dias úteis para a documentação de exportação. Eventuais taxas aduaneiras são por conta do comprador )
FONTANA, Roberto
Nascido em Milão em 10 de abr. 1844. Tendo abandonado os estudos clássicos, matriculou‑se na Accademia de Belle Arti di Brera, onde frequentou os cursos de incisão de A. Bramati e os cursos de pintura de G. Bertini e de C. Notaris. Debutou no filão da tradição do romantismo histórico apresentando a obra Geltrude confusa enxergando a carta na mão do príncipe pai, retirada de I promessi sposi, à XXV Exposição da Sociedade Promotrice di Belle Arti de Torino em 1866 (catálogo, p. 14) - Contudo, rapidamente voltou também a temas de gênero: na Exposição de Belas Artes de Brera de 1872 (catálogo, p. 53) apresentou a pintura Inspeção à pessoa da noiva. traje russo, o que lhe valeu a apreciação de C. Boito (1877) e uma notável popularidade por meio de numerosas reproduções oleográficas.
Foi graças à produção de quadros de gênero que F., autor de temas históricos, pequenos paisagens e retratos, conquistou o favor do público de seu tempo. A representação de situações e afetos da vida cotidiana e familiar, retratados com certa complacência ilustrativa e marcados por uma tonalidade intimista e acentuadamente sentimental que sofre da pintura de T. Cremona, caracteriza a produção de F., cuja popularidade deveu‑se em grande parte à sua conformidade com a concepção burguesa da arte do segundo XIX. Foi influenciado pelo ambiente da scapigliatura milanesa e, em especial, por Cremona, do qual retomou o luminismo suave mas não a técnica impulsiva, a golpes de pincel, recorrendo principalmente à técnica de cores “empoeiradas” usada por alguns seguidores do pintor. Também teve uma produção, menos conhecida, de gravuras à água‑forte: entre elas lembram‑se Retrato de mulher, Retrato de homem, Dona que lê (Comanducci, 1971).
