Bert van der Meer - Cola Crush






Mais de 10 anos de experiência no comércio de arte; fundou sua própria galeria.
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Bert van der Meer – Cola Crush, uma pintura a óleo original em naturezas-mortas (óleo sobre painel), 77 cm de altura por 124 cm de largura, 2025, assinado à mão, vendida com moldura diretamente do artista, peso 10 kg e em excelentes condições.
Descrição fornecida pelo vendedor
Bert van der Meer – Colabebulho
Oleo sobre painel
Uma nova e deslumbrante obra de Bert van der Meer, conhecido por seus naturezas-mortas refinados, com atenção aos detalhes e à atmosfera.
Neste quadro, um objeto aparentemente banal ocupa o centro: uma simples lata de cola, elevada pelo artista a um ícone contemporâneo. A superfície metálica mostra amassados sutis, reflexos e deslocamentos de cor que testemunham uso, tempo e impermanência.
Van der Meer sabe capturar com acuidade essa simplicidade moderna em camadas finas de óleo, onde a luz, o brilho e a sombra formam uma confluência quase poética. A pele espelhada da lata — com seu vermelho característico — adquire uma aparência quase monumental, enquanto a execução refinada continua a remeter à tradição do still life clássico.
Informação sobre o artista:
Bert van der Meer nasceu em 1980 em Surhuisterveen (Frísia). Ainda jovem, começou a desenhar e tornou-se muito interessado pela forma, pela luz e pela composição. Desde 2003 trabalha como pintor, com preferência por naturezas-mortas e retratos em óleo.
Van der Meer é amplamente autodidata. Depois de praticar muito e fazer suas próprias pesquisas, desenvolveu um estilo próprio reconhecível, no qual habilidade artesanal e imaginação pessoal se unem.
Em seu trabalho, ele foca principalmente em naturezas-mortas com objetos que mostram sinais do tempo, como garrafas de vidro antigas, achados arqueológicos e objetos de uso gasto. Possui uma grande coleção de objetos que vão do vidro romano à cerâmica medieval, que costumam servir de inspiração e aparecem novamente em suas pinturas. Esses objetos simbolizam a passagem do tempo e conferem à sua obra uma atmosfera poética e, às vezes, nostálgica.
Suas pinturas se destacam pela composição tradicional, tons de cor suaves e cuidadosa atenção à luz e à sombra. Assim, seu estilo dialoga com os pintores realistas do século XX. Ainda assim, ele sabe acrescentar sensibilidade contemporânea à sua maneira clássica de trabalhar.
Além de naturezas-mortas, ele também pinta retratos e experimenta com paisagens e estudos de cor e luz.
Bert van der Meer – Colabebulho
Oleo sobre painel
Uma nova e deslumbrante obra de Bert van der Meer, conhecido por seus naturezas-mortas refinados, com atenção aos detalhes e à atmosfera.
Neste quadro, um objeto aparentemente banal ocupa o centro: uma simples lata de cola, elevada pelo artista a um ícone contemporâneo. A superfície metálica mostra amassados sutis, reflexos e deslocamentos de cor que testemunham uso, tempo e impermanência.
Van der Meer sabe capturar com acuidade essa simplicidade moderna em camadas finas de óleo, onde a luz, o brilho e a sombra formam uma confluência quase poética. A pele espelhada da lata — com seu vermelho característico — adquire uma aparência quase monumental, enquanto a execução refinada continua a remeter à tradição do still life clássico.
Informação sobre o artista:
Bert van der Meer nasceu em 1980 em Surhuisterveen (Frísia). Ainda jovem, começou a desenhar e tornou-se muito interessado pela forma, pela luz e pela composição. Desde 2003 trabalha como pintor, com preferência por naturezas-mortas e retratos em óleo.
Van der Meer é amplamente autodidata. Depois de praticar muito e fazer suas próprias pesquisas, desenvolveu um estilo próprio reconhecível, no qual habilidade artesanal e imaginação pessoal se unem.
Em seu trabalho, ele foca principalmente em naturezas-mortas com objetos que mostram sinais do tempo, como garrafas de vidro antigas, achados arqueológicos e objetos de uso gasto. Possui uma grande coleção de objetos que vão do vidro romano à cerâmica medieval, que costumam servir de inspiração e aparecem novamente em suas pinturas. Esses objetos simbolizam a passagem do tempo e conferem à sua obra uma atmosfera poética e, às vezes, nostálgica.
Suas pinturas se destacam pela composição tradicional, tons de cor suaves e cuidadosa atenção à luz e à sombra. Assim, seu estilo dialoga com os pintores realistas do século XX. Ainda assim, ele sabe acrescentar sensibilidade contemporânea à sua maneira clássica de trabalhar.
Além de naturezas-mortas, ele também pinta retratos e experimenta com paisagens e estudos de cor e luz.
