Cael Morin - María Magdalena





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María Magdalena é uma pintura a óleo original de Cael Morin, produzida em 2025 na Espanha, tema religioso inspirado no Renascimento, mede 70 x 50 cm, assinada, vendida diretamente pelo artista, com certificado de autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
Cael Morin é um pintor contemporâneo cuja obra explora a interseção entre o sagrado e o humano, reinterpretando iconografias clássicas a partir de uma sensibilidade atual. Seu trabalho se caracteriza por uma estética refinada, de clara influência renascentista, na qual a luz, a textura e o olhar de suas figuras adquirem um papel central.
Morin constrói um universo pictórico onde o espiritual não se apresenta como dogma, mas como experiência íntima. Suas figuras, frequentemente femininas, aparecem envoltas em uma atmosfera de silêncio e contemplação, despojadas de narrativa explícita, mas carregadas de significado simbólico.
O uso da cor em sua obra, especialmente tons intensos como o vermelho profundo, atua como linguagem emocional: paixão, sacrifício, redenção e transformação entrelaçam-se em composições que evocam tanto a tradição quanto a reinterpretação contemporânea. A precisão técnica convive com uma intenção expressiva que busca interpelar o espectador a partir do olhar direto de seus sujeitos.
Longe de reproduzir relatos históricos de forma literal, Cael Morin propõe uma releitura dos arquétipos, questionando as construções culturais que os cercam. Neste sentido, sua obra situa-se em um ponto de tensão entre beleza clássica e identidade moderna.
Reservado em o plano pessoal, Morin mantém deliberadamente uma distância entre sua identidade e sua produção artística, permitindo que seja a obra — e não o autor — a dialogar diretamente com o espectador.
Esta obra em concreto propõe uma reinterpretação íntima e contemporânea de Maria Madalena, afastando-a do estigma histórico para situá-la em um espaço de contemplação e dignidade.
A figura emerge envolta em um véu vermelho, símbolo ambíguo de paixão, sacrifício e transformação. A cor não apenas cobre, mas revela: atua como um limiar entre o terreno e o espiritual, entre o julgamento imposto e a identidade própria.
O olhar direto de Maria Madalena interroga o espectador sem dramatismo, mas com firmeza silenciosa. Não há penitência visível, mas presença. Não há culpa, mas consciência.
A composição, de inspiração clássica, contrasta com a intensidade emocional contemporânea, gerando uma tensão entre o eterno e o humano. A luz acaricia a pele com delicadeza, ressaltando a fragilidade e a fortaleza coexistentes.
Esta Maria Madalena não é símbolo de queda, mas de transformação. Não é lembrança de pecado, mas afirmação de identidade.
OBRA ORIGINAL E ÚNICA. Anexa-se certificado de autenticidade assinado pelo autor.
Medidas: 70x50 cm.
Cael Morin é um pintor contemporâneo cuja obra explora a interseção entre o sagrado e o humano, reinterpretando iconografias clássicas a partir de uma sensibilidade atual. Seu trabalho se caracteriza por uma estética refinada, de clara influência renascentista, na qual a luz, a textura e o olhar de suas figuras adquirem um papel central.
Morin constrói um universo pictórico onde o espiritual não se apresenta como dogma, mas como experiência íntima. Suas figuras, frequentemente femininas, aparecem envoltas em uma atmosfera de silêncio e contemplação, despojadas de narrativa explícita, mas carregadas de significado simbólico.
O uso da cor em sua obra, especialmente tons intensos como o vermelho profundo, atua como linguagem emocional: paixão, sacrifício, redenção e transformação entrelaçam-se em composições que evocam tanto a tradição quanto a reinterpretação contemporânea. A precisão técnica convive com uma intenção expressiva que busca interpelar o espectador a partir do olhar direto de seus sujeitos.
Longe de reproduzir relatos históricos de forma literal, Cael Morin propõe uma releitura dos arquétipos, questionando as construções culturais que os cercam. Neste sentido, sua obra situa-se em um ponto de tensão entre beleza clássica e identidade moderna.
Reservado em o plano pessoal, Morin mantém deliberadamente uma distância entre sua identidade e sua produção artística, permitindo que seja a obra — e não o autor — a dialogar diretamente com o espectador.
Esta obra em concreto propõe uma reinterpretação íntima e contemporânea de Maria Madalena, afastando-a do estigma histórico para situá-la em um espaço de contemplação e dignidade.
A figura emerge envolta em um véu vermelho, símbolo ambíguo de paixão, sacrifício e transformação. A cor não apenas cobre, mas revela: atua como um limiar entre o terreno e o espiritual, entre o julgamento imposto e a identidade própria.
O olhar direto de Maria Madalena interroga o espectador sem dramatismo, mas com firmeza silenciosa. Não há penitência visível, mas presença. Não há culpa, mas consciência.
A composição, de inspiração clássica, contrasta com a intensidade emocional contemporânea, gerando uma tensão entre o eterno e o humano. A luz acaricia a pele com delicadeza, ressaltando a fragilidade e a fortaleza coexistentes.
Esta Maria Madalena não é símbolo de queda, mas de transformação. Não é lembrança de pecado, mas afirmação de identidade.
OBRA ORIGINAL E ÚNICA. Anexa-se certificado de autenticidade assinado pelo autor.
Medidas: 70x50 cm.

