Lídia Vives - Limerence






Tem mais de dez anos de experiência em arte, com especialização em fotografia do pós-guerra e arte contemporânea.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Impressão e autenticidade
Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilho.
É entregue assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
Edição
Edição limitada 4/7.
Envio
A obra é enviada em envelope rígido ou tubo, conforme o destino.
Inclui luvas de algodão e um cartão-postal assinado.
Autorretrato.
SOBRE A OBRA — Limerence
Limerence captura um instante de dissolução: o momento exato em que o amor não correspondido se transforma em algo etéreo e inalcançável. Inspirada em A Pequena Sereia de Hans Christian Andersen, a imagem retrata o segundo em que a protagonista percebe que seu amado ama outra pessoa e, como no conto, começa a tornar-se espuma do mar.
A suavidade da composição e a serenidade do rosto contrastam com a tragédia do relato. Os tons apagados e a textura do vestido, que quase se funde com o entorno, reforçam a sensação de trânsito entre o físico e o intangível, entre a presença e a desaparecimento. As flores que segura na mão funcionam como um último gesto poético: um suspiro final antes de se desvanecer.
Além do conto, a obra levanta uma pergunta universal: a limerência é amor real ou uma ilusão moldada pelo desejo?
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Impressão Fine Art em papel Hahnemühle Baryta com acabamento extrabrilho.
É entregue assinada e numerada, com certificado de autenticidade.
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Edição limitada 4/7.
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A obra é enviada em envelope rígido ou tubo, conforme o destino.
Inclui luvas de algodão e um cartão-postal assinado.
Autorretrato.
SOBRE A OBRA — Limerence
Limerence captura um instante de dissolução: o momento exato em que o amor não correspondido se transforma em algo etéreo e inalcançável. Inspirada em A Pequena Sereia de Hans Christian Andersen, a imagem retrata o segundo em que a protagonista percebe que seu amado ama outra pessoa e, como no conto, começa a tornar-se espuma do mar.
A suavidade da composição e a serenidade do rosto contrastam com a tragédia do relato. Os tons apagados e a textura do vestido, que quase se funde com o entorno, reforçam a sensação de trânsito entre o físico e o intangível, entre a presença e a desaparecimento. As flores que segura na mão funcionam como um último gesto poético: um suspiro final antes de se desvanecer.
Além do conto, a obra levanta uma pergunta universal: a limerência é amor real ou uma ilusão moldada pelo desejo?
