Amandyne Steropês - l’Enlacement Shibari






Mais de 10 anos de experiência no comércio de arte; fundou sua própria galeria.
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Descrição fornecida pelo vendedor
Amandyne descreve seu processo artístico como a «desestruturar do humano e da matéria», na busca de uma expressão sensorial e corporal. Ela reinventa e transforma a matéria para despertar a força interior, «a energia pura de cada um de seus modelos» para permitir revelar o divino incarnado em cada um de nós.
«Desejo acima de tudo que meus quadros vibrem com minha paixão pelos corpos, seus mistérios e pela vida indomável que os coloca em movimento. Assim, dou carne às minhas sensações.»
A utilização da técnica do dripping está no coração de seu processo criativo.
A primeira razão é a espontaneidade e a energia: isso imprime uma dinâmica real à obra.
Ao deixar que jatos e respingos se depositem na tela de maneira aleatória, ela consegue capturar — nesse movimento de instantaneidade — a alegria e a sensualidade do sujeito. Ao libertar-se das amarras e do controle total, ela pode deixar espaço às emoções e ao seu estado de espírito do momento. O dripping também lhe permite criar na tela padrões e texturas únicos, dando às suas obras uma dimensão imprevisível, para refletir toda a beleza do corpo.
Pelo efeito de camadas sucessivas de tinta que se sobrepõem e entrelaçam, a técnica do dripping cria uma riqueza visual e uma profundidade fascinantes.
A obra é vendida com certificado de autenticidade e comprovante de avaliação
«O Ato de Enlaçamento Shibari»
Tela de linho montada em suporte
Em O Ato de Enlaçamento Shibari, a artista inverte os códigos de uma estética frequentemente associada à feminilidade para explorar a vulnerabilidade masculina. O sujeito, um homem parcialmente amarrado, encarna um paradoxo: a restrição torna-se aqui uma linguagem de potência interior, de entrega e de beleza contida.
As cordas douradas, meticulosamente integradas à matéria, destacam-se sobre um fundo texturizado de uma brancura bruta. Elas simbolizam tanto o aprisionamento quanto a ligação — um elo sagrado entre o corpo e a mente, entre a dor e o abandono. Os estalos de vermelho e de preto marcam a composição, evocando tensão, paixão e a cicatriz emocional do gesto.
A artista transcende a simples representação física para alcançar uma dimensão espiritual: aquela em que o corpo se torna terreno de expressão da fragilidade humana, do erotismo sublimado e da busca de equilíbrio entre dominação e liberdade.
Esta obra, poderosa e introspectiva, convida o espectador a ir além das aparências para questionar sua própria percepção do desejo, do controle e da beleza do relaxamento.
Esta obra, ao mesmo tempo sensual e espiritual, rompe os códigos. Ela provoca, incomoda e fascina.
Uma peça que não deixa ninguém indiferente — uma presença forte, magnética, que atrai o olhar e se impõe em toda coleção contemporânea.
Amandyne descreve seu processo artístico como a «desestruturar do humano e da matéria», na busca de uma expressão sensorial e corporal. Ela reinventa e transforma a matéria para despertar a força interior, «a energia pura de cada um de seus modelos» para permitir revelar o divino incarnado em cada um de nós.
«Desejo acima de tudo que meus quadros vibrem com minha paixão pelos corpos, seus mistérios e pela vida indomável que os coloca em movimento. Assim, dou carne às minhas sensações.»
A utilização da técnica do dripping está no coração de seu processo criativo.
A primeira razão é a espontaneidade e a energia: isso imprime uma dinâmica real à obra.
Ao deixar que jatos e respingos se depositem na tela de maneira aleatória, ela consegue capturar — nesse movimento de instantaneidade — a alegria e a sensualidade do sujeito. Ao libertar-se das amarras e do controle total, ela pode deixar espaço às emoções e ao seu estado de espírito do momento. O dripping também lhe permite criar na tela padrões e texturas únicos, dando às suas obras uma dimensão imprevisível, para refletir toda a beleza do corpo.
Pelo efeito de camadas sucessivas de tinta que se sobrepõem e entrelaçam, a técnica do dripping cria uma riqueza visual e uma profundidade fascinantes.
A obra é vendida com certificado de autenticidade e comprovante de avaliação
«O Ato de Enlaçamento Shibari»
Tela de linho montada em suporte
Em O Ato de Enlaçamento Shibari, a artista inverte os códigos de uma estética frequentemente associada à feminilidade para explorar a vulnerabilidade masculina. O sujeito, um homem parcialmente amarrado, encarna um paradoxo: a restrição torna-se aqui uma linguagem de potência interior, de entrega e de beleza contida.
As cordas douradas, meticulosamente integradas à matéria, destacam-se sobre um fundo texturizado de uma brancura bruta. Elas simbolizam tanto o aprisionamento quanto a ligação — um elo sagrado entre o corpo e a mente, entre a dor e o abandono. Os estalos de vermelho e de preto marcam a composição, evocando tensão, paixão e a cicatriz emocional do gesto.
A artista transcende a simples representação física para alcançar uma dimensão espiritual: aquela em que o corpo se torna terreno de expressão da fragilidade humana, do erotismo sublimado e da busca de equilíbrio entre dominação e liberdade.
Esta obra, poderosa e introspectiva, convida o espectador a ir além das aparências para questionar sua própria percepção do desejo, do controle e da beleza do relaxamento.
Esta obra, ao mesmo tempo sensual e espiritual, rompe os códigos. Ela provoca, incomoda e fascina.
Uma peça que não deixa ninguém indiferente — uma presença forte, magnética, que atrai o olhar e se impõe em toda coleção contemporânea.
