V. Rooy - Pariser Stadtleben





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Pintura a óleo sobre tela de V. Rooy, Pariser Stadtleben, assinada, 50 × 60 cm, impressionismo comercial, edição original, Países Baixos, vendida por galeria.
Descrição fornecida pelo vendedor
Quadro lindamente onírico da vida urbana de Paris de V. Rooy (assinada), óleo sobre tela, década de 1970.
1. O artista: V. Rooy (J. van Rooy)
O artista é bem conhecido no mercado de arte, especialmente em leilões de arte decorativa do século XX.
• Identidade: Trata-se provavelmente do pintor holandês J. van Rooy (frequentemente assinado simplesmente como V. Rooy). Ele é frequentemente listado como um artista holandês contemporâneo, ativo especialmente nas décadas de 1970 e 1980.
• Especialização: Van Rooy é quase exclusivamente conhecido por suas cenas de rua de Paris. Ele pintou inúmeras variações de boulevards parisienses, mercados de flores e pontos turísticos como a Torre Eiffel ou Sacré-Cœur.
• Mercado: V. Rooy pinta para o mercado de decoração de alto padrão. Seus quadros deveriam representar o clima de Paris.
O motivo: Vida parisiense
A imagem mostra uma vista clássica, quase nostálgica, de Paris.
• Local: A cúpula branca ao fundo é inconfundível, a Basílica Sacré-Cœur no Montmartre. Isso indica que a cena acontece nas ruas abaixo do bairro dos artistas.
Cenário: À direita, você vê os típicos quiosques de flores parisienses com toldos coloridos. A rua está animada com figuras passeando, que muitas vezes são apenas sugeridas de forma vaga.
Humor: há uma atmosfera 'outonal' ou nebulosa. O céu é cinza-branco, o que é típico das vistas urbanas de Paris na arte (o famoso 'Cinza de Paris').
3. Estilo e Técnica
• Técnica de espátula (Impasto): Aqui também, a cor foi aplicada de forma extremamente espessa com a espátula (Spachtel). Se você observar as fachadas das casas à esquerda ou as copas das árvores à direita, perceberá as camadas de tinta 'blocadas'. Isso confere à imagem uma textura áspera e tátil.
• Direção de estilo: Este é um impressionismo comercial. O artista se inspira nos grandes modelos da 'Escola de Paris' (como Edouard Cortès ou Antoine Blanchard), mas traduz seu estilo para uma técnica de espátula mais grosseira e expressiva, que foi moderna nos anos 70.
Paleta de cores: V. Rooy utiliza habilmente tons terrosos (marrom, ocre, bege) como base e adiciona toques de cor com as flores e toldos (vermelho/laranja), criando acentos de cor direcionados que atraem o olhar.
Artista: V. Rooy
País: Holanda
Ano: anos 1970
Material: tela, acrílico
Largura: 60cm
Altura: 50cm
A mercadoria está sujeita à tributação pela margem de acordo com o § 25a UStG, não sendo exibido o imposto sobre valor agregado na nota fiscal.
Mais sobre o vendedor
Quadro lindamente onírico da vida urbana de Paris de V. Rooy (assinada), óleo sobre tela, década de 1970.
1. O artista: V. Rooy (J. van Rooy)
O artista é bem conhecido no mercado de arte, especialmente em leilões de arte decorativa do século XX.
• Identidade: Trata-se provavelmente do pintor holandês J. van Rooy (frequentemente assinado simplesmente como V. Rooy). Ele é frequentemente listado como um artista holandês contemporâneo, ativo especialmente nas décadas de 1970 e 1980.
• Especialização: Van Rooy é quase exclusivamente conhecido por suas cenas de rua de Paris. Ele pintou inúmeras variações de boulevards parisienses, mercados de flores e pontos turísticos como a Torre Eiffel ou Sacré-Cœur.
• Mercado: V. Rooy pinta para o mercado de decoração de alto padrão. Seus quadros deveriam representar o clima de Paris.
O motivo: Vida parisiense
A imagem mostra uma vista clássica, quase nostálgica, de Paris.
• Local: A cúpula branca ao fundo é inconfundível, a Basílica Sacré-Cœur no Montmartre. Isso indica que a cena acontece nas ruas abaixo do bairro dos artistas.
Cenário: À direita, você vê os típicos quiosques de flores parisienses com toldos coloridos. A rua está animada com figuras passeando, que muitas vezes são apenas sugeridas de forma vaga.
Humor: há uma atmosfera 'outonal' ou nebulosa. O céu é cinza-branco, o que é típico das vistas urbanas de Paris na arte (o famoso 'Cinza de Paris').
3. Estilo e Técnica
• Técnica de espátula (Impasto): Aqui também, a cor foi aplicada de forma extremamente espessa com a espátula (Spachtel). Se você observar as fachadas das casas à esquerda ou as copas das árvores à direita, perceberá as camadas de tinta 'blocadas'. Isso confere à imagem uma textura áspera e tátil.
• Direção de estilo: Este é um impressionismo comercial. O artista se inspira nos grandes modelos da 'Escola de Paris' (como Edouard Cortès ou Antoine Blanchard), mas traduz seu estilo para uma técnica de espátula mais grosseira e expressiva, que foi moderna nos anos 70.
Paleta de cores: V. Rooy utiliza habilmente tons terrosos (marrom, ocre, bege) como base e adiciona toques de cor com as flores e toldos (vermelho/laranja), criando acentos de cor direcionados que atraem o olhar.
Artista: V. Rooy
País: Holanda
Ano: anos 1970
Material: tela, acrílico
Largura: 60cm
Altura: 50cm
A mercadoria está sujeita à tributação pela margem de acordo com o § 25a UStG, não sendo exibido o imposto sobre valor agregado na nota fiscal.
