Marino Faliero (1948) - Costiera






Especializada em pinturas e desenhos dos mestres antigos do século XVII, experiência em leilões.
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Pintura a óleo intitulada Costiera de Marino Faliero (nasc. 1948), 60 × 60 cm, Itália, paisagem marítima, assinada à mão, edição original, em excelentes condições, 2020+.
Descrição fornecida pelo vendedor
Um mergulho na luz do Sul
A obra de M.Faliero não é uma simples fotografia da Costiera, mas uma interpretação emocional. Assim que você olha para a pintura, o olhar é capturado pela explosão de cores à esquerda: há essas bougainvilles trepadeiras, quase selvagens, que abraçam os restos de uma antiga coluna. É um convite imediato à história e à historicidade desses lugares, onde o antigo convive harmonicamente com a natureza exuberante.
A viagem do olhar
Da varanda em primeiro plano, o olhar é convidado a descer em direção ao mar, seguindo a linha sinuosa da costa. Faliero pinta as casas do vilarejo não com precisão arquitetônica, mas com pinceladas vivas, feitas de luzes e sombras, que transmitem a ideia do reflexo do sol nas paredes claras. Quase se percebe o murmúrio distante da aldeia e o movimento tranquilo das embarcações que pontilham o azul intenso da água.
A atmosfera e o estilo
O que impressiona neste 60x60 é a profundidade. Apesar de ser uma superfície plana, o uso inteligente da cor e da 'matéria' (podem-se ver traços decididos e densos de tinta) cria uma perspectiva que leva você direto ao horizonte, onde o mar encontra um céu luminoso e levemente velado.
É uma pintura que não busca o realismo absoluto, mas visa transmitir a 'mediterraneidade': aquele sentimento de calor, paz e beleza de tirar o fôlego que torna nossa costa famosa em todo o mundo.
Por favor, envie sua comissão para: arteecollezioni@gmail.com.
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Traduzido pelo Google TradutorUm mergulho na luz do Sul
A obra de M.Faliero não é uma simples fotografia da Costiera, mas uma interpretação emocional. Assim que você olha para a pintura, o olhar é capturado pela explosão de cores à esquerda: há essas bougainvilles trepadeiras, quase selvagens, que abraçam os restos de uma antiga coluna. É um convite imediato à história e à historicidade desses lugares, onde o antigo convive harmonicamente com a natureza exuberante.
A viagem do olhar
Da varanda em primeiro plano, o olhar é convidado a descer em direção ao mar, seguindo a linha sinuosa da costa. Faliero pinta as casas do vilarejo não com precisão arquitetônica, mas com pinceladas vivas, feitas de luzes e sombras, que transmitem a ideia do reflexo do sol nas paredes claras. Quase se percebe o murmúrio distante da aldeia e o movimento tranquilo das embarcações que pontilham o azul intenso da água.
A atmosfera e o estilo
O que impressiona neste 60x60 é a profundidade. Apesar de ser uma superfície plana, o uso inteligente da cor e da 'matéria' (podem-se ver traços decididos e densos de tinta) cria uma perspectiva que leva você direto ao horizonte, onde o mar encontra um céu luminoso e levemente velado.
É uma pintura que não busca o realismo absoluto, mas visa transmitir a 'mediterraneidade': aquele sentimento de calor, paz e beleza de tirar o fôlego que torna nossa costa famosa em todo o mundo.
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