Francien Krieg - The Face We Inherited





€25 | ||
|---|---|---|
€10 | ||
€2 | ||
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 140462 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Francien Krieg apresenta uma obra original de 2026 intitulada The Face We Inherited, criada com IA e técnicas mistas incluindo xilogravura num painel de 40 × 30 cm, em estilo surrealista, assinada e vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
Nesta série, Francien Krieg reúne retratos históricos, a produção de imagens contemporânea e o objeto físico da pintura.
Rostos que parecem familiares são desfeitos e recombinados. Fragmentos de retratos clássicos, molduras ornamentais e elementos gerados digitalmente deslocam-se para dentro e fora de alinhamento. O que inicialmente parece coerente torna-se menos certo quanto mais tempo é visto.
Os painéis moldados recusam deliberadamente a pintura retangular tradicional. Bordas são cortadas, interrompidas e irregulares, permitindo que a imagem se comporte quase como um fragmento arrancado de outro tempo.
A IA é usada como parte do processo de criação de imagens, mas a obra final retorna à lentidão e à materialidade da pintura. A imagem digital volta a tornar-se material: traduzida, alterada e tornada imperfeita pela mão.
No centro da série está uma pergunta simples: quanto daquilo que chamamos de beleza é, na verdade, nosso próprio?
Mais sobre o vendedor
Nesta série, Francien Krieg reúne retratos históricos, a produção de imagens contemporânea e o objeto físico da pintura.
Rostos que parecem familiares são desfeitos e recombinados. Fragmentos de retratos clássicos, molduras ornamentais e elementos gerados digitalmente deslocam-se para dentro e fora de alinhamento. O que inicialmente parece coerente torna-se menos certo quanto mais tempo é visto.
Os painéis moldados recusam deliberadamente a pintura retangular tradicional. Bordas são cortadas, interrompidas e irregulares, permitindo que a imagem se comporte quase como um fragmento arrancado de outro tempo.
A IA é usada como parte do processo de criação de imagens, mas a obra final retorna à lentidão e à materialidade da pintura. A imagem digital volta a tornar-se material: traduzida, alterada e tornada imperfeita pela mão.
No centro da série está uma pergunta simples: quanto daquilo que chamamos de beleza é, na verdade, nosso próprio?

