Réplica de um antigo egípcio Amulet - 14 mm






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Rélica de uma cabeça egípcia em steatite, colar amuleto, 14 × 10 × 7 mm, em excelente estado, datada do Novo Império–Primeiro Período Intermediário (cerca de XIV–IX século a.C.), com anel de suspensão perfurado, proveniente de uma coleção privada europeia.
Descrição fornecida pelo vendedor
Réplica de cabeça de steatita egípcia – amuleto pendente
Civilização: Egito Antigo
Período: Novo Reino – início do Terceiro Período Intermediário (c. século XIV–IX a.C.)
Material: Steatite com resíduos de coloração azul
Dimensões: 14 × 10 × 7 mm
Tipo: amuleto antropomórfico com laço de suspensão perfurado
Descrição
Réplica de uma cabeça antropomórfica egípcia em miniatura esculpida em steatita, originalmente colorida de azul, com um aro perfurado no topo para suspensão como pingente. Apesar de seu tamanho muito pequeno, o objeto mostra acabamento cuidadoso e proporções bem equilibradas.
O rosto é idealizado, com traços simétricos e serenos, enquadrado por uma peruca estilizada tripartida, um elemento típico da iconografia egípcia. Não se trata de um retrato de um indivíduo, mas de uma representação simbólica, muito provavelmente com função protetora.
Rastros de coloração azul ainda são visíveis e são particularmente significativos tanto do ponto de vista simbólico quanto do ponto de vista da conservação.
Namoro (razonado)
A combinação de:
steatita azul vidrada,
feições faciais idealizadas,
peruca tripartida simplificada,
anel de suspensão perfurado integrado
É consistente com produções que vão desde o Novo Império até o início do Terceiro Período Intermediário. O tamanho em miniatura e o uso pessoal sugerem uma data posterior ao auge do Novo Império, muito provavelmente do século XII–IX a.C., mantendo, ao mesmo tempo, as tradições iconográficas anteriores.
Significado e função
No antigo Egito, a cor azul estava associada ao céu, às águas primordiais, à regeneração e à proteção divina. A cabeça simbolizava identidade, vitalidade e a presença duradoura do indivíduo.
O objeto destinava-se a ser:
usado como amuleto de proteção pessoal,
ou mais tarde colocado no túmulo como um objeto pessoal.
Raridade
Um exemplo pouco comum devido a:
seu tamanho extremamente pequeno,
o laço de suspensão intacto,
coloração azul remanescente,
detalhes faciais bem preservados.
Condição
Condição muito boa para o tipo e tamanho. Patina antiga consistente, os detalhes faciais ainda legíveis, laço intacto. Não há restaurações modernas visíveis.
Proveniência
De uma coleção privada europeia, adquirida no mercado de antiguidades antes da introdução de regulamentações modernas que regem o comércio de material arqueológico.
Réplica de cabeça de steatita egípcia – amuleto pendente
Civilização: Egito Antigo
Período: Novo Reino – início do Terceiro Período Intermediário (c. século XIV–IX a.C.)
Material: Steatite com resíduos de coloração azul
Dimensões: 14 × 10 × 7 mm
Tipo: amuleto antropomórfico com laço de suspensão perfurado
Descrição
Réplica de uma cabeça antropomórfica egípcia em miniatura esculpida em steatita, originalmente colorida de azul, com um aro perfurado no topo para suspensão como pingente. Apesar de seu tamanho muito pequeno, o objeto mostra acabamento cuidadoso e proporções bem equilibradas.
O rosto é idealizado, com traços simétricos e serenos, enquadrado por uma peruca estilizada tripartida, um elemento típico da iconografia egípcia. Não se trata de um retrato de um indivíduo, mas de uma representação simbólica, muito provavelmente com função protetora.
Rastros de coloração azul ainda são visíveis e são particularmente significativos tanto do ponto de vista simbólico quanto do ponto de vista da conservação.
Namoro (razonado)
A combinação de:
steatita azul vidrada,
feições faciais idealizadas,
peruca tripartida simplificada,
anel de suspensão perfurado integrado
É consistente com produções que vão desde o Novo Império até o início do Terceiro Período Intermediário. O tamanho em miniatura e o uso pessoal sugerem uma data posterior ao auge do Novo Império, muito provavelmente do século XII–IX a.C., mantendo, ao mesmo tempo, as tradições iconográficas anteriores.
Significado e função
No antigo Egito, a cor azul estava associada ao céu, às águas primordiais, à regeneração e à proteção divina. A cabeça simbolizava identidade, vitalidade e a presença duradoura do indivíduo.
O objeto destinava-se a ser:
usado como amuleto de proteção pessoal,
ou mais tarde colocado no túmulo como um objeto pessoal.
Raridade
Um exemplo pouco comum devido a:
seu tamanho extremamente pequeno,
o laço de suspensão intacto,
coloração azul remanescente,
detalhes faciais bem preservados.
Condição
Condição muito boa para o tipo e tamanho. Patina antiga consistente, os detalhes faciais ainda legíveis, laço intacto. Não há restaurações modernas visíveis.
Proveniência
De uma coleção privada europeia, adquirida no mercado de antiguidades antes da introdução de regulamentações modernas que regem o comércio de material arqueológico.
