Oscar Bruno - “ Materia Viva N25 “





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Materia Viva N25 é uma obra original de 2026, em técnica mista, sobre tela de algodão, 70 × 50 cm (profundidade 2 cm), assinada à mão, produzida na Espanha, com predominância preta e tema Natureza.
Descrição fornecida pelo vendedor
Arte original · Peça única
Técnica: mídia mista
Suporte: tela de algodão montada em cavalete de madeira
Dimensões: 70 × 50 cm · profundidade de 2 cm
Materia Viva · Nº 25 é uma obra de arte abstrata dominada por tons pretos, estruturada em dois planos claramente diferenciados. Um campo superior mais uniforme e silencioso contrasta com uma faixa inferior onde a matéria se torna mais densa, adquirindo um caráter mais físico, orgânico e profundo.
A área inferior concentra texturas irregulares e gestos contidos que sugerem acúmulo, pressão e energia latente. A matéria não se expande de forma caótica; permanece contida, gerando uma tensão constante entre controle e vitalidade. O plano superior funciona como um espaço de contenção, fornecendo equilíbrio visual e reforçando a sensação de silêncio e profundidade.
A obra explora a ideia da matéria como um elemento vivo, carregado de presença e memória. Não há narrativa figurativa, ainda que surja uma percepção contundente de peso, permanência e tempo. O preto torna-se um território de introspecção, resistência e concentração essencial.
Dependendo da incidência de luz, o acabamento protetor produz reflexos sutis que revelam nuances, relevos e variações de textura, transformando a percepção da superfície sem alterar o caráter sóbrio e contido da obra de arte.
Mais sobre o vendedor
Arte original · Peça única
Técnica: mídia mista
Suporte: tela de algodão montada em cavalete de madeira
Dimensões: 70 × 50 cm · profundidade de 2 cm
Materia Viva · Nº 25 é uma obra de arte abstrata dominada por tons pretos, estruturada em dois planos claramente diferenciados. Um campo superior mais uniforme e silencioso contrasta com uma faixa inferior onde a matéria se torna mais densa, adquirindo um caráter mais físico, orgânico e profundo.
A área inferior concentra texturas irregulares e gestos contidos que sugerem acúmulo, pressão e energia latente. A matéria não se expande de forma caótica; permanece contida, gerando uma tensão constante entre controle e vitalidade. O plano superior funciona como um espaço de contenção, fornecendo equilíbrio visual e reforçando a sensação de silêncio e profundidade.
A obra explora a ideia da matéria como um elemento vivo, carregado de presença e memória. Não há narrativa figurativa, ainda que surja uma percepção contundente de peso, permanência e tempo. O preto torna-se um território de introspecção, resistência e concentração essencial.
Dependendo da incidência de luz, o acabamento protetor produz reflexos sutis que revelam nuances, relevos e variações de textura, transformando a percepção da superfície sem alterar o caráter sóbrio e contido da obra de arte.

