Mannequin 2

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Anthony Chrisp
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Mannequin 2 é uma obra têxtil contemporânea de França, que representa um busto de manequim coberto com tecidos multicoloridos e bordados, assinada na base, com 84 x 47 x 27 cm e 4 kg, em excelente estado.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Busto de manequim (sem pés) coberto de tecidos, bordados, fios, lãs, galões e fitas.

Peça única, assinada na base do objeto, sobre a madeira.

Ela descobre a pintura sob os auspícios de Kandinsky (Centre Georges Pompidou, 1979).
Fugiu da escola e de um ambiente familiar béotico. Instala-se no Sul e vive de pequenos « bicos ».
De volta à região parisiense, ela faz formação em fotografia, que a leva a integrar a agência de imprensa de imagens Opale, onde fica seu arquivo de fotos de escritores.

Ela prossegue esse trabalho para um número considerável de editoras (Fayard, etc.), até que lhe foi proposta, em 2004, ocupar em tempo integral e depois em meio período o posto único de fotógrafa dos autores das edições Gallimard (onde também fotografou obras de pintores para catálogos – Cocteau, Dali, Picasso, Pincemin, Pignon-Ernest, etc.), que abandonou em 2016, deixando Paris na mesma ocasião para se estabelecer no litoral normando (Seine-Maritime) e não se dedicar mais senão à pintura (e aos seus derivados).

Esse trabalho de fotógrafa interrompeu duradouramente sua atividade de criação pessoal.

Tinha conhecido em 2001 Jacques Clerc (editor e artista) e Henri Maccheroni (pintor e fotógrafo), graças aos quais expôs na galeria Mentoux-Gignac, Paris, IIIe, com eles uma primeira vez, sozinha uma segunda, antes do fechamento da galeria.

Ela expôs, em seguida, em vários lugares: Paris, Nice, Rouen na galeria Duchoze, e isso até a descoberta das possibilidades oferecidas pelas galerias online (Artmajeur).

Seus artistas modernos de predileção, muitos: Dado, Saura, Staël, Tapiès, Bourgeois, Pollock, Grau-Garriga, Joan Mitchell, Annette Messager, Rebeyrolle, etc.

Seu trabalho como pintora resultou em um catálogo da galeria Duchoze, editado pela « Rencontres : des lieux, des artistes, Agglomération de Rouen ».

O trabalho fotográfico sobre os cemitérios parisienses resultou em várias publicações e estudos; na grande imprensa (Télérama, etc.) como em revistas especializadas (Ligeia, nº especial « La photographie en vecteur », analisado pelo filósofo Jean-Louis Déotte, etc.).

Ela segue, em 2022, uma formação em bordado clássico à agulha. Ela então realiza as « obras têxteis » bem como tissages com materiais reaproveitados e garimpados. Cria também assemblages de arte, colocando em cena objetos reaproveitados, de piedade dos vegetais, ossos, etc.

Ela dedica-se, doravante, inteiramente ao seu trabalho.

Busto de manequim (sem pés) coberto de tecidos, bordados, fios, lãs, galões e fitas.

Peça única, assinada na base do objeto, sobre a madeira.

Ela descobre a pintura sob os auspícios de Kandinsky (Centre Georges Pompidou, 1979).
Fugiu da escola e de um ambiente familiar béotico. Instala-se no Sul e vive de pequenos « bicos ».
De volta à região parisiense, ela faz formação em fotografia, que a leva a integrar a agência de imprensa de imagens Opale, onde fica seu arquivo de fotos de escritores.

Ela prossegue esse trabalho para um número considerável de editoras (Fayard, etc.), até que lhe foi proposta, em 2004, ocupar em tempo integral e depois em meio período o posto único de fotógrafa dos autores das edições Gallimard (onde também fotografou obras de pintores para catálogos – Cocteau, Dali, Picasso, Pincemin, Pignon-Ernest, etc.), que abandonou em 2016, deixando Paris na mesma ocasião para se estabelecer no litoral normando (Seine-Maritime) e não se dedicar mais senão à pintura (e aos seus derivados).

Esse trabalho de fotógrafa interrompeu duradouramente sua atividade de criação pessoal.

Tinha conhecido em 2001 Jacques Clerc (editor e artista) e Henri Maccheroni (pintor e fotógrafo), graças aos quais expôs na galeria Mentoux-Gignac, Paris, IIIe, com eles uma primeira vez, sozinha uma segunda, antes do fechamento da galeria.

Ela expôs, em seguida, em vários lugares: Paris, Nice, Rouen na galeria Duchoze, e isso até a descoberta das possibilidades oferecidas pelas galerias online (Artmajeur).

Seus artistas modernos de predileção, muitos: Dado, Saura, Staël, Tapiès, Bourgeois, Pollock, Grau-Garriga, Joan Mitchell, Annette Messager, Rebeyrolle, etc.

Seu trabalho como pintora resultou em um catálogo da galeria Duchoze, editado pela « Rencontres : des lieux, des artistes, Agglomération de Rouen ».

O trabalho fotográfico sobre os cemitérios parisienses resultou em várias publicações e estudos; na grande imprensa (Télérama, etc.) como em revistas especializadas (Ligeia, nº especial « La photographie en vecteur », analisado pelo filósofo Jean-Louis Déotte, etc.).

Ela segue, em 2022, uma formação em bordado clássico à agulha. Ela então realiza as « obras têxteis » bem como tissages com materiais reaproveitados e garimpados. Cria também assemblages de arte, colocando em cena objetos reaproveitados, de piedade dos vegetais, ossos, etc.

Ela dedica-se, doravante, inteiramente ao seu trabalho.

Dados

Era
Depois de 2000
País de origem
França
Estilo
Contemporâneo
Material
Wool, embroidery, beads, plastic (balloons), fabrics., Têxtil
Título da obra de arte
Mannequin 2
Assinatura
Assinado à mão
Cor
Multicolor, Preto, Púrpura, Vermelho
Estado
Excelente estado
Altura
84 cm
Largura
47 cm
Profundidade
27 cm
Peso
4 kg
FrançaVerificado
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