Samuel Auguste Tissot - Traité de l'épilepsie - 1771





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Samuel Auguste Tissot, Traité de l'épilepsie, reedição de 1771 em francês, encadernação em couro, 419 páginas, formato 16,5 × 10 cm, estado razoável.
Descrição fornecida pelo vendedor
Samuel Auguste Tissot (1728-1797). Tratado da Epilepsia. Paris, Lausanne, Didot, François Grasset, 1771, (4) ff. 419 p.
Um volume in-12 (165x100 mm), pele de vitela integral, dorso com nervuras ornamentado, bordas marmoreadas (encadernação da época). Encadernação muito gasta, faltas nos pratos e no dorso, manchas na página de título, uma restauração marginal na página do aviso ao leitor. Mancha de umidade clara nas primeiras páginas
Edição publicada um ano após a edição original.
O Tratado da Epilepsia do médico suíço Samuel-Auguste Tissot é uma das primeiras obras científicas importantes dedicadas inteiramente a essa doença. Tissot o define como uma condição do sistema nervoso, rejeitando as explicações sobrenaturais ainda difundidas.
Ele propõe uma classificação das crises, baseada na observação clínica e na experiência dos médicos.
O autor analisa as causas possíveis (hereditariedade, traumas, excessos, emoções) e descreve os sintomas com precisão. Por fim, ele recomenda tratamentos racionais (dieta, hábitos de vida, medicação moderada), marcando um avanço decisivo em direção a uma abordagem médica moderna da epilepsia.
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Samuel Auguste Tissot (1728-1797). Tratado da Epilepsia. Paris, Lausanne, Didot, François Grasset, 1771, (4) ff. 419 p.
Um volume in-12 (165x100 mm), pele de vitela integral, dorso com nervuras ornamentado, bordas marmoreadas (encadernação da época). Encadernação muito gasta, faltas nos pratos e no dorso, manchas na página de título, uma restauração marginal na página do aviso ao leitor. Mancha de umidade clara nas primeiras páginas
Edição publicada um ano após a edição original.
O Tratado da Epilepsia do médico suíço Samuel-Auguste Tissot é uma das primeiras obras científicas importantes dedicadas inteiramente a essa doença. Tissot o define como uma condição do sistema nervoso, rejeitando as explicações sobrenaturais ainda difundidas.
Ele propõe uma classificação das crises, baseada na observação clínica e na experiência dos médicos.
O autor analisa as causas possíveis (hereditariedade, traumas, excessos, emoções) e descreve os sintomas com precisão. Por fim, ele recomenda tratamentos racionais (dieta, hábitos de vida, medicação moderada), marcando um avanço decisivo em direção a uma abordagem médica moderna da epilepsia.

