Aninimo - Tabla Romanica





Adicione aos seus favoritos para receber um alerta quando o leilão começar.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 126253 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Descrição fornecida pelo vendedor
Painel românico, fragmento original de forro artesonado medieval em madeira policromada,
A peça apresenta decoração pintada em compartimentos quadrados, com motivos vegetais estilizados (folhas trilobuladas, caules enrolados e rosetas), executados com a técnica da tempera de ovo, numa paleta de verdes escuros e vermelhos almagra, característicos dos tectos mudéjares precoces do nordeste peninsular.
O suporte é de madeira maciça, com veios visíveis, furos de pregos antigos e desgaste compatível com a sua antiguidade. A policromia original está preservada, com perdas e abrasões próprias da passagem do tempo, sem repintes modernas visíveis.
Este tipo de elementos fazia parte de tectos pintados (alfarjes) em edifícios civis ou religiosos medievais. Segundo tradição oral do comércio de antiguidades, a peça estaria relacionada ao entorno de Albarracín, na província de Teruel, (Espanha).
Estado de conservação: bom para a sua idade, com pequenas perdas de cor. A madeira foi tratada contra insetos xilófagos, como a traça-da-madeira.
Uma obra de coleção, adequada para colecionadores de arte medieval.
Fragmento românico de um alfarje de madeira policromada, medieval, datando do século XIII–XIV (c.1250), atribuído à região de Aragão (Espanha).
A peça apresenta painéis quadrados pintados decorados com motivos vegetais estilizados — incluindo folhas trilobadas, caules enrolados e formas de rosácea — executados numa paleta de verde-escuro e ocre vermelho (almagra), característica dos primeiros tectos pintados mudéjares do nordeste da Ibéria.
O suporte é de madeira maciça, com veios visíveis, furos de prego antigos e desgaste na superfície compatível com a idade. A policromia original está preservada, mostrando áreas de perda e abrasão devido ao passar do tempo, sem qualquer sobrepintura moderna visível.
Tais elementos originalmente faziam parte de tetos de madeira pintados (alfarjes) na arquitetura medieval civil ou religiosa. Segundo a tradição oral do comércio de antiguidades, a peça está associada à região de Albarracín, em Teruel (Espanha).
Condição: boa para a idade, com perdas e restaurações antigas não intrusivas. Estruturalmente estável.
Um objeto altamente decorativo e colecionável, adequado para colecionadores de medieval.
Painel românico, fragmento original de forro artesonado medieval em madeira policromada,
A peça apresenta decoração pintada em compartimentos quadrados, com motivos vegetais estilizados (folhas trilobuladas, caules enrolados e rosetas), executados com a técnica da tempera de ovo, numa paleta de verdes escuros e vermelhos almagra, característicos dos tectos mudéjares precoces do nordeste peninsular.
O suporte é de madeira maciça, com veios visíveis, furos de pregos antigos e desgaste compatível com a sua antiguidade. A policromia original está preservada, com perdas e abrasões próprias da passagem do tempo, sem repintes modernas visíveis.
Este tipo de elementos fazia parte de tectos pintados (alfarjes) em edifícios civis ou religiosos medievais. Segundo tradição oral do comércio de antiguidades, a peça estaria relacionada ao entorno de Albarracín, na província de Teruel, (Espanha).
Estado de conservação: bom para a sua idade, com pequenas perdas de cor. A madeira foi tratada contra insetos xilófagos, como a traça-da-madeira.
Uma obra de coleção, adequada para colecionadores de arte medieval.
Fragmento românico de um alfarje de madeira policromada, medieval, datando do século XIII–XIV (c.1250), atribuído à região de Aragão (Espanha).
A peça apresenta painéis quadrados pintados decorados com motivos vegetais estilizados — incluindo folhas trilobadas, caules enrolados e formas de rosácea — executados numa paleta de verde-escuro e ocre vermelho (almagra), característica dos primeiros tectos pintados mudéjares do nordeste da Ibéria.
O suporte é de madeira maciça, com veios visíveis, furos de prego antigos e desgaste na superfície compatível com a idade. A policromia original está preservada, mostrando áreas de perda e abrasão devido ao passar do tempo, sem qualquer sobrepintura moderna visível.
Tais elementos originalmente faziam parte de tetos de madeira pintados (alfarjes) na arquitetura medieval civil ou religiosa. Segundo a tradição oral do comércio de antiguidades, a peça está associada à região de Albarracín, em Teruel (Espanha).
Condição: boa para a idade, com perdas e restaurações antigas não intrusivas. Estruturalmente estável.
Um objeto altamente decorativo e colecionável, adequado para colecionadores de medieval.

