Caixote - Madeira, Metal - Maleta de pintor





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Descrição fornecida pelo vendedor
Esta caixa de pintor da primeira metade do século XX é uma peça com alma, testemunha silenciosa de jornadas criativas e do ofício artístico na sua forma mais íntima. Fabricada em madeira maciça, provavelmente de faia ou pinho, mostra uma estrutura robusta e funcional, com ferragens metálicas envelhecidas que reforçam o seu caráter histórico. A alça de couro, ainda firme, sugere que foi pensada para acompanhar o artista em seus deslocamentos, desde estúdios até paisagens ao ar livre.
O interior, revestido em metal —possivelmente zinco ou alumínio—, revela uma intenção prática: facilitar a limpeza e resistir ao desgaste provocado por pigmentos, óleos e solventes. As divisões internas permitem organizar tubos de tinta, pincéis e outras ferramentas, enquanto as manchas e restos de cor que ainda se percebem falam do uso real, de mãos que trabalharam com paixão e técnica.
Na tampa interna, há um nome manuscrito que acrescenta uma dimensão pessoal e emotiva. Não é apenas uma caixa de pintor: é o legado de uma artista, uma extensão de sua identidade criativa. Cada marca, cada pegada de tinta, cada desgaste na madeira conta uma história de expressão, de busca estética, de dedicação.
Este objeto, para além de sua função, possui valor documental e afetivo. Conservado com respeito, pode tornar-se uma peça de coleção, evocando a arte como experiência vivida e a beleza do que é autêntico.
Envio certificado e bom embalamento.
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Traduzido pelo Google TradutorEsta caixa de pintor da primeira metade do século XX é uma peça com alma, testemunha silenciosa de jornadas criativas e do ofício artístico na sua forma mais íntima. Fabricada em madeira maciça, provavelmente de faia ou pinho, mostra uma estrutura robusta e funcional, com ferragens metálicas envelhecidas que reforçam o seu caráter histórico. A alça de couro, ainda firme, sugere que foi pensada para acompanhar o artista em seus deslocamentos, desde estúdios até paisagens ao ar livre.
O interior, revestido em metal —possivelmente zinco ou alumínio—, revela uma intenção prática: facilitar a limpeza e resistir ao desgaste provocado por pigmentos, óleos e solventes. As divisões internas permitem organizar tubos de tinta, pincéis e outras ferramentas, enquanto as manchas e restos de cor que ainda se percebem falam do uso real, de mãos que trabalharam com paixão e técnica.
Na tampa interna, há um nome manuscrito que acrescenta uma dimensão pessoal e emotiva. Não é apenas uma caixa de pintor: é o legado de uma artista, uma extensão de sua identidade criativa. Cada marca, cada pegada de tinta, cada desgaste na madeira conta uma história de expressão, de busca estética, de dedicação.
Este objeto, para além de sua função, possui valor documental e afetivo. Conservado com respeito, pode tornar-se uma peça de coleção, evocando a arte como experiência vivida e a beleza do que é autêntico.
Envio certificado e bom embalamento.

