E. García - BODEGÓN XL






É bacharel em história da arte e liderou a arte moderna e contemporânea do pós-guerra na Bonhams.
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E. García apresenta BODEGÓN XL, uma pintura acrílica original de 2026 em estilo fauvista multicolor, paisagem, assinada à mão, oriunda de Espanha, vendida diretamente pelo artista, em excelente estado, peso 0,6 kg, 100 cm de altura por 70 cm de largura.
Descrição fornecida pelo vendedor
BODEGÓN DE MAGRITTE é uma pintura de 70x100 cm do artista contemporâneo Ernest García. Esta pintura não é um simples tributo, mas uma conversa aberta entre a modernidade fauvista e a tradição metafísica. A obra articula um diálogo entre cor, silêncio e símbolo, situando o espectador em um território onde o clássico e o moderno convivem em tensão poética.
Em primeiro plano, a cabeça escultórica —eco direto da tradição greco-romana— aparece ferida: uma mancha vermelha intensa, quase visceral, irrompe na pureza de mármore. Este gesto pictórico rompe a serenidade clássica e transforma a escultura num corpo vulnerável. A referência a De Chirico percebe-se na atmosfera suspensa, no espaço aberto ao horizonte marinho e na presença isolada de objetos carregados de mistério.
No entanto, o espírito de Henri Matisse domina a construção cromática. O azul vibrante do céu, o verde incisivo da folha, o amarelo saturado do rosto flutuante e o contraste entre planos de luz e sombra revelam uma consciência fauvista da cor como estrutura emocional mais do que descritiva. A cor não acompanha a forma: a cobertura.
O rosto suspenso no céu, coroado por um exuberante chapéu de frutas e formas orgânicas, introduz uma dimensão onírica que também alude ao surrealismo de Magritte. A flutuação do elemento pictórico no espaço celeste transforma a natureza-morta em uma paisagem mental. A esfera sobre a mesa — um objeto recorrente na tradição metafísica — equilibra a composição e reforça a ideia de perfeição, ciclo e eternidade.
A cortina escura que divide a cabeça clássica em luz e sombra acentua a dualidade central da obra: razão e emoção, passado e modernidade, permanência e ferida. Nada é acidental; cada elemento funciona como um signo.
Na natureza-morta de Matisse, o artista constrói um espaço onde a cor atua como uma linguagem autônoma e a forma clássica é decomposta em um símbolo contemporâneo. A obra não representa objetos: representa estados de consciência.
Uma obra com forte presença estética e leitura conceitual complexa, que dialoga com a história da arte a partir de uma voz própria e decididamente contemporânea.
Autenticidade e Envio
A obra é oferecida diretamente por E. García, está à venda (SEM QUADRO) garantindo sua autenticidade mediante certificado assinado pelo próprio artista. A pintura será cuidadosamente enrolada e protegida dentro de um tubo de papelão resistente para envio. Após a confirmação do pagamento, é necessário um prazo de três dias para preparar a peça e enviá-la. O tempo de entrega dependerá do destino, com prazo máximo de até dez dias úteis.
BODEGÓN DE MAGRITTE é uma pintura de 70x100 cm do artista contemporâneo Ernest García. Esta pintura não é um simples tributo, mas uma conversa aberta entre a modernidade fauvista e a tradição metafísica. A obra articula um diálogo entre cor, silêncio e símbolo, situando o espectador em um território onde o clássico e o moderno convivem em tensão poética.
Em primeiro plano, a cabeça escultórica —eco direto da tradição greco-romana— aparece ferida: uma mancha vermelha intensa, quase visceral, irrompe na pureza de mármore. Este gesto pictórico rompe a serenidade clássica e transforma a escultura num corpo vulnerável. A referência a De Chirico percebe-se na atmosfera suspensa, no espaço aberto ao horizonte marinho e na presença isolada de objetos carregados de mistério.
No entanto, o espírito de Henri Matisse domina a construção cromática. O azul vibrante do céu, o verde incisivo da folha, o amarelo saturado do rosto flutuante e o contraste entre planos de luz e sombra revelam uma consciência fauvista da cor como estrutura emocional mais do que descritiva. A cor não acompanha a forma: a cobertura.
O rosto suspenso no céu, coroado por um exuberante chapéu de frutas e formas orgânicas, introduz uma dimensão onírica que também alude ao surrealismo de Magritte. A flutuação do elemento pictórico no espaço celeste transforma a natureza-morta em uma paisagem mental. A esfera sobre a mesa — um objeto recorrente na tradição metafísica — equilibra a composição e reforça a ideia de perfeição, ciclo e eternidade.
A cortina escura que divide a cabeça clássica em luz e sombra acentua a dualidade central da obra: razão e emoção, passado e modernidade, permanência e ferida. Nada é acidental; cada elemento funciona como um signo.
Na natureza-morta de Matisse, o artista constrói um espaço onde a cor atua como uma linguagem autônoma e a forma clássica é decomposta em um símbolo contemporâneo. A obra não representa objetos: representa estados de consciência.
Uma obra com forte presença estética e leitura conceitual complexa, que dialoga com a história da arte a partir de uma voz própria e decididamente contemporânea.
Autenticidade e Envio
A obra é oferecida diretamente por E. García, está à venda (SEM QUADRO) garantindo sua autenticidade mediante certificado assinado pelo próprio artista. A pintura será cuidadosamente enrolada e protegida dentro de um tubo de papelão resistente para envio. Após a confirmação do pagamento, é necessário um prazo de três dias para preparar a peça e enviá-la. O tempo de entrega dependerá do destino, com prazo máximo de até dez dias úteis.
