Poisson bozo - Bozo - Mali (Sem preço de reserva)

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Dimitri André
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Poisson bozo, reprodução maliana Bozo, peso 5 kg e dimensões 50 cm x 15 cm x 5 cm, em Bons estados, sem suporte.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Os bozo constituem um grupo específico que tem com as populações que os cercam apenas algumas afinidades pouco suficientes para os assimilar completamente. É errado que alguns tenham qualificado os bozo como gente de casta em toda a acepção desse termo, pois, de origem nobre e tornados emigrantes após a decadência do Império do Gana do qual faziam parte, escolheram ser pescadores, pois, ao terem chegado ao fim de sua wandering às margens do Níger, passaram a explorar os recursos deste rio para subsistência. Depois, melhorando pouco a pouco suas técnicas, vieram a transformar a pesca na sua principal atividade, à qual acrescentaram quase o monopólio da navegação fluvial. Foi assim que ficaram conhecidos como os “mestres da água”. Em seguida, emprestando aos aborígenes dos locais onde se estabeleceram algumas das tradições deles, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem e criaram assim tradições distintas, em grande medida, das dos grandes grupos étnicos. Na região de Mopti, logo a oeste do país Dogon e acima dos Bambara, os Bozo constituem um grupo bem específico. Eles têm tão poucas afinidades com as populações que os cercam que não seria sensato assimilá-los completamente a elas. Antigamente estruturados em grupo sob a forma de uma sociedade que concedia poderes a uma espécie de nobreza, a qual emigraria após a decadência do Império do Gana no século XI do qual faziam parte, os Bozo tornaram-se pescadores; pois, tendo-se encontrado no fim de sua errância às margens do rio Níger, empreenderam então explorar os recursos deste curso d’água principalmente por razões de subsistência. Com o passar do tempo, suas técnicas aprimoraram-se, a pesca tornou-se a sua atividade principal. E com o contínuo navegar pelo rio, acrescentaram à sua carreira o quase monopólio da navegação fluvial. Assim é que se diz dos Bozo que são «os mestres da água». Durante esse período, tomando emprestadas aos aborígenes dos lugares onde se estabeleceram algumas de suas tradições, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem. Daí essa distinção significativa entre as suas tradições e as dos grandes grupos étnicos que os cercam. Reconhecem-se, sobretudo, muitos máscaras usadas para as orações-encantações dos pescadores. Antes de colocar as canoas na água, tentam dominar os poderes dos espíritos malfazejos e atrair as boas graças dos benevolentes. Por vezes sacrificam um carneiro, animal primordial e até mesmo deificado entre os Bozo, sobre as águas do rio.

Os bozo constituem um grupo específico que tem com as populações que os cercam apenas algumas afinidades pouco suficientes para os assimilar completamente. É errado que alguns tenham qualificado os bozo como gente de casta em toda a acepção desse termo, pois, de origem nobre e tornados emigrantes após a decadência do Império do Gana do qual faziam parte, escolheram ser pescadores, pois, ao terem chegado ao fim de sua wandering às margens do Níger, passaram a explorar os recursos deste rio para subsistência. Depois, melhorando pouco a pouco suas técnicas, vieram a transformar a pesca na sua principal atividade, à qual acrescentaram quase o monopólio da navegação fluvial. Foi assim que ficaram conhecidos como os “mestres da água”. Em seguida, emprestando aos aborígenes dos locais onde se estabeleceram algumas das tradições deles, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem e criaram assim tradições distintas, em grande medida, das dos grandes grupos étnicos. Na região de Mopti, logo a oeste do país Dogon e acima dos Bambara, os Bozo constituem um grupo bem específico. Eles têm tão poucas afinidades com as populações que os cercam que não seria sensato assimilá-los completamente a elas. Antigamente estruturados em grupo sob a forma de uma sociedade que concedia poderes a uma espécie de nobreza, a qual emigraria após a decadência do Império do Gana no século XI do qual faziam parte, os Bozo tornaram-se pescadores; pois, tendo-se encontrado no fim de sua errância às margens do rio Níger, empreenderam então explorar os recursos deste curso d’água principalmente por razões de subsistência. Com o passar do tempo, suas técnicas aprimoraram-se, a pesca tornou-se a sua atividade principal. E com o contínuo navegar pelo rio, acrescentaram à sua carreira o quase monopólio da navegação fluvial. Assim é que se diz dos Bozo que são «os mestres da água». Durante esse período, tomando emprestadas aos aborígenes dos lugares onde se estabeleceram algumas de suas tradições, combinaram-nas com aquelas que trouxeram de seu país de origem. Daí essa distinção significativa entre as suas tradições e as dos grandes grupos étnicos que os cercam. Reconhecem-se, sobretudo, muitos máscaras usadas para as orações-encantações dos pescadores. Antes de colocar as canoas na água, tentam dominar os poderes dos espíritos malfazejos e atrair as boas graças dos benevolentes. Por vezes sacrificam um carneiro, animal primordial e até mesmo deificado entre os Bozo, sobre as águas do rio.

Dados

N.º de artigos
1
Grupo étnico / cultura
Bozo
País de origem
Mali
Sold with stand
Não
Estado
Bom estado
Título da obra de arte
Fish bozo
Altura
50 cm
Largura
15 cm
Profundidade
5 cm
Peso
5 kg
Autenticidade
Reprodução/réplica
FrançaVerificado
113
Objetos vendidos
95%
Privado

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