Palmaverde - Il Corso delle Stelle - 1792






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Palmaverde, Il Corso delle Stelle, primeira edição ilustrada neste formato do almanaque italiano publicado em 1792 pela Nella Stamperia Fontana, Torino, encadernação em pele, 180 páginas, 125 x 84 mm, em bom estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
O CURSO DAS ESTRELAS E O DESTINO DOS PRINCÍPIOS: O ALMANAC QUE PREVÊ O FUTURO
Este raro almanaque piemontês para o ano bissexto de 1792, intitulado O curso das estrelas observado pelo prognóstico moderno Palmaverde, pertence àquela tradição astrologico-popular que, entre o Século XVIII, constituía um verdadeiro instrumento de orientação social.
Numa formato de bolso, destinado à consulta diária, o céu é traduzido em calendário, previsão, advertência moral e política. 1792, ano crucial para a Europa revolucionária, assume assim um valor simbólico: enquanto a história acelera, o almanaque tenta reconduzir a incerteza do tempo humano à ordem cíclica dos astros.
VALUE DE MERCATO
Os almanaques piemonteses do fim do Sétimo século, especialmente se conservados com encadernação de época de qualidade com sobrecapa dourada, são pouco comuns no mercado. Cópias com encadernação elegante, com estojo contemporâneo ou de fim de século XVIII, podem situar-se em uma faixa entre 1.200 e 2.500 euros, dependendo da completude, da frescura do papel e da qualidade do dourado.
DESCRIÇÃO FÍSICA E CONDIÇÃO
Encadernação contemporânea em couro integral com sobrecapa de ouro nos painéis; dorso decorado com ornamentos dourados; conservado dentro de estojo em cartolina marmorizada. Anotações manuscritas. Página de rosto ilustrada. Em livros antigos, com uma história plurissecular, podem existir algumas imperfeições, nem sempre detectadas na descrição. Pp (2); 176; (2).
TÍTULO COMPLETO E AUTOR
O curso das estrelas observado pelo prognóstico moderno almanaque piemontês para o ano bissexto de 1792.
Turim, Nella Stamperia Fontana, 1792.
Palmaverde.
CONTEXTO E SIGNIFICÂNCIA
Os almanaques astrológicos piemonteses do final do século XVIII inserem-se numa longa tradição que une astronomia prática, astrologia judiciária e cultura popular. O “pronóstico moderno Palmaverde” evoca uma figura pseudônimo, típica deste gênero, por trás da qual frequentemente se esconde um compilador culto, mas atento ao mercado. O almanaque não se limita a fornecer o calendário: integra indicações sobre os movimentos planetários, fases da lua, previsões meteorológicas, sugestões agrícolas e, por vezes, alusões políticas veladas. Em 1792, ano da proclamação da República na França e do início de profundos volteios europeus, a consulta do céu assume também um valor tranquilizador: a ordem cósmica como antídoto ao desorden histórico. Do ponto de vista cultural, esses livretes representam uma preciosa testemunha da persistência do imaginário astrológico na era iluminista, em diálogo – e por vezes em tensão – com a nova ciência.
BIOGRAFIA DO AUTOR
O nome “Palmaverde” é provavelmente um pseudônimo editorial, segundo uma prática difundida na produção de almanaques entre os séculos XVII e XVIII. Os autores dessas obras eram frequentemente compiladores, tipógrafos ou eruditos locais que re-elaboravam tabelas astronômicas e modelos previsivos já em circulação, adaptando-os ao contexto regional e ao público de referência.
HISTÓRICO DE IMPRESSÃO E CIRCULAÇÃO
Os almanaques piemonteses eram impressos anualmente em tiragens relativamente contidas, destinados a um público urbano e rural. Sua natureza efêmera – consulta diária, uso prático, por vezes anotações manuscritas – reduziu drasticamente a sobrevivência em boas condições. A presença de uma encadernação elegante com sobrecapa sugere uma encomenda privada ou um presente, elevando o exemplar de simples instrumento popular a objeto de distinção social.
BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
ICCU/OPAC SBN: a verificar (pesquisa específica para almanaques piemonteses de 1792 e pseudônimo “Palmaverde”).
Catálogos regionais piemonteses do século XVIII: a verificar.
Estudos gerais sobre almanaques italianos do Séc. XVIII e sobre a cultura astrológica popular: a integrar com repertórios específicos (Einaudi, Annali della Tipografia subalpina; repertórios locais de impressão piemontesa do XVIII século).
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorO CURSO DAS ESTRELAS E O DESTINO DOS PRINCÍPIOS: O ALMANAC QUE PREVÊ O FUTURO
Este raro almanaque piemontês para o ano bissexto de 1792, intitulado O curso das estrelas observado pelo prognóstico moderno Palmaverde, pertence àquela tradição astrologico-popular que, entre o Século XVIII, constituía um verdadeiro instrumento de orientação social.
Numa formato de bolso, destinado à consulta diária, o céu é traduzido em calendário, previsão, advertência moral e política. 1792, ano crucial para a Europa revolucionária, assume assim um valor simbólico: enquanto a história acelera, o almanaque tenta reconduzir a incerteza do tempo humano à ordem cíclica dos astros.
VALUE DE MERCATO
Os almanaques piemonteses do fim do Sétimo século, especialmente se conservados com encadernação de época de qualidade com sobrecapa dourada, são pouco comuns no mercado. Cópias com encadernação elegante, com estojo contemporâneo ou de fim de século XVIII, podem situar-se em uma faixa entre 1.200 e 2.500 euros, dependendo da completude, da frescura do papel e da qualidade do dourado.
DESCRIÇÃO FÍSICA E CONDIÇÃO
Encadernação contemporânea em couro integral com sobrecapa de ouro nos painéis; dorso decorado com ornamentos dourados; conservado dentro de estojo em cartolina marmorizada. Anotações manuscritas. Página de rosto ilustrada. Em livros antigos, com uma história plurissecular, podem existir algumas imperfeições, nem sempre detectadas na descrição. Pp (2); 176; (2).
TÍTULO COMPLETO E AUTOR
O curso das estrelas observado pelo prognóstico moderno almanaque piemontês para o ano bissexto de 1792.
Turim, Nella Stamperia Fontana, 1792.
Palmaverde.
CONTEXTO E SIGNIFICÂNCIA
Os almanaques astrológicos piemonteses do final do século XVIII inserem-se numa longa tradição que une astronomia prática, astrologia judiciária e cultura popular. O “pronóstico moderno Palmaverde” evoca uma figura pseudônimo, típica deste gênero, por trás da qual frequentemente se esconde um compilador culto, mas atento ao mercado. O almanaque não se limita a fornecer o calendário: integra indicações sobre os movimentos planetários, fases da lua, previsões meteorológicas, sugestões agrícolas e, por vezes, alusões políticas veladas. Em 1792, ano da proclamação da República na França e do início de profundos volteios europeus, a consulta do céu assume também um valor tranquilizador: a ordem cósmica como antídoto ao desorden histórico. Do ponto de vista cultural, esses livretes representam uma preciosa testemunha da persistência do imaginário astrológico na era iluminista, em diálogo – e por vezes em tensão – com a nova ciência.
BIOGRAFIA DO AUTOR
O nome “Palmaverde” é provavelmente um pseudônimo editorial, segundo uma prática difundida na produção de almanaques entre os séculos XVII e XVIII. Os autores dessas obras eram frequentemente compiladores, tipógrafos ou eruditos locais que re-elaboravam tabelas astronômicas e modelos previsivos já em circulação, adaptando-os ao contexto regional e ao público de referência.
HISTÓRICO DE IMPRESSÃO E CIRCULAÇÃO
Os almanaques piemonteses eram impressos anualmente em tiragens relativamente contidas, destinados a um público urbano e rural. Sua natureza efêmera – consulta diária, uso prático, por vezes anotações manuscritas – reduziu drasticamente a sobrevivência em boas condições. A presença de uma encadernação elegante com sobrecapa sugere uma encomenda privada ou um presente, elevando o exemplar de simples instrumento popular a objeto de distinção social.
BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS
ICCU/OPAC SBN: a verificar (pesquisa específica para almanaques piemonteses de 1792 e pseudônimo “Palmaverde”).
Catálogos regionais piemonteses do século XVIII: a verificar.
Estudos gerais sobre almanaques italianos do Séc. XVIII e sobre a cultura astrológica popular: a integrar com repertórios específicos (Einaudi, Annali della Tipografia subalpina; repertórios locais de impressão piemontesa do XVIII século).
