Sarreguemines - Garrafa de vidro - Cerâmica






Possui mestrado em História da Arte, especializado no Segundo Império Francês e Idade de Ouro Holandesa.
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Uma jarra antropomórfica em faiança de Sarreguemines, do final do século XIX / início do século XX, em excelente estado com leve craquelamento do esmalte, medidas 26 cm de altura, 15 cm de largura e 15 cm de profundidade, cores cinza, rosa, branco e preto.
Descrição fornecida pelo vendedor
Esta jarra antropomórfica não é apenas um utensílio, é uma escultura funcional que encarna o gênio criativo da manufatura Sarreguemines. Realizada em faiança finíssima (faïence) entre o fim do século XIX e o início do século XX, esta jarra captura a elegância exótica de um elefante em uma pose majestosa. A qualidade do molde é soberba: percebe-se a textura da pele e a força do olhar do animal. O esmalte é aplicado com a sabedoria de tempos passados, criando contrastes no corpo e nuances internas que tornam o objeto vivo sob a luz. É uma peça que carrega consigo toda a história das grandes exposições universais, quando o exotismo era a expressão máxima do luxo e do gosto.
A conservação é excelente para um objeto dessa idade. Notarão a clássica "cavillatura" (craquelê) do esmalte, que não é um defeito mas o certificado de autenticidade de uma faiança antiga. É um objeto robusto, pesado, que transmite uma sensação de qualidade imediata assim que é segurado. Uma peça desse tipo não é apenas para colecionadores, mas para quem quiser acrescentar um toque de história e audácia estilística à própria casa, um centro de mesa importante ou um porta-vasos extravagante.
Esta jarra antropomórfica não é apenas um utensílio, é uma escultura funcional que encarna o gênio criativo da manufatura Sarreguemines. Realizada em faiança finíssima (faïence) entre o fim do século XIX e o início do século XX, esta jarra captura a elegância exótica de um elefante em uma pose majestosa. A qualidade do molde é soberba: percebe-se a textura da pele e a força do olhar do animal. O esmalte é aplicado com a sabedoria de tempos passados, criando contrastes no corpo e nuances internas que tornam o objeto vivo sob a luz. É uma peça que carrega consigo toda a história das grandes exposições universais, quando o exotismo era a expressão máxima do luxo e do gosto.
A conservação é excelente para um objeto dessa idade. Notarão a clássica "cavillatura" (craquelê) do esmalte, que não é um defeito mas o certificado de autenticidade de uma faiança antiga. É um objeto robusto, pesado, que transmite uma sensação de qualidade imediata assim que é segurado. Uma peça desse tipo não é apenas para colecionadores, mas para quem quiser acrescentar um toque de história e audácia estilística à própria casa, um centro de mesa importante ou um porta-vasos extravagante.
