Caixote - Nogueira - Joyero Neoclássico





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Descrição fornecida pelo vendedor
É uma caixa que transmite esse gosto refinado e um tanto solene do neoclassicismo tardio, reinterpretado já em um momento em que a artesania decorativa buscava combinar tradição e modernidade.
O nogueira dá-lhe um corpo quente, com aquela veia profunda e elegante que envelhece tão bem, enquanto os detalhes em latão dourado aportam o brilho justo para torná-la num objeto de presença, não apenas funcional.
As colunas torcidas nos cantos evocam modelos arquitetónicos clássicos, mas tratados com um ar mais decorativo do que estrutural, como se a caixa quisesse lembrar um pequeno templete ou um móvel palaciano em miniatura. Os medalhões florais dos laterais, também em latão, reforçam essa inspiração historicista tão própria do final do XIX e início do XX, quando as oficinas europeias produziam peças que misturavam referências greco-romanas com um toque ornamental quase teatral.
A tampa, com o seu volume escalonado e o adorno central, parece pensada para atrair o olhar para cima, como se a caixa guardasse algo valioso ou íntimo. Todo o conjunto sugere um objeto de penteadeira, mesa de escrita ou sala, destinado a conter pequenos tesouros pessoais: joias, documentos, lembranças. A sua factura sólida e o equilíbrio entre madeira escura e metal dourado a situam naquele momento em que o neoclassicismo se torna mais doméstico, mais acessível, mas sem perder a dignidade das suas formas.
É uma peça que fala de gosto, de artesanato e de um tempo em que até os objetos do quotidiano aspiravam ter uma aura de permanência e beleza.
Envio certificado e bom embalamento.
Mais sobre o vendedor
Traduzido pelo Google TradutorÉ uma caixa que transmite esse gosto refinado e um tanto solene do neoclassicismo tardio, reinterpretado já em um momento em que a artesania decorativa buscava combinar tradição e modernidade.
O nogueira dá-lhe um corpo quente, com aquela veia profunda e elegante que envelhece tão bem, enquanto os detalhes em latão dourado aportam o brilho justo para torná-la num objeto de presença, não apenas funcional.
As colunas torcidas nos cantos evocam modelos arquitetónicos clássicos, mas tratados com um ar mais decorativo do que estrutural, como se a caixa quisesse lembrar um pequeno templete ou um móvel palaciano em miniatura. Os medalhões florais dos laterais, também em latão, reforçam essa inspiração historicista tão própria do final do XIX e início do XX, quando as oficinas europeias produziam peças que misturavam referências greco-romanas com um toque ornamental quase teatral.
A tampa, com o seu volume escalonado e o adorno central, parece pensada para atrair o olhar para cima, como se a caixa guardasse algo valioso ou íntimo. Todo o conjunto sugere um objeto de penteadeira, mesa de escrita ou sala, destinado a conter pequenos tesouros pessoais: joias, documentos, lembranças. A sua factura sólida e o equilíbrio entre madeira escura e metal dourado a situam naquele momento em que o neoclassicismo se torna mais doméstico, mais acessível, mas sem perder a dignidade das suas formas.
É uma peça que fala de gosto, de artesanato e de um tempo em que até os objetos do quotidiano aspiravam ter uma aura de permanência e beleza.
Envio certificado e bom embalamento.

