Manuel Roig Vericat (1893-1968) - Senderos de luz - NO RESERVE





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Descrição fornecida pelo vendedor
Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Roig Vericat, que representa a convivência serena entre a natureza e a vida humana, mostrando uma paisagem onde o tempo transcorre em calma e equilíbrio. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 66,5x77,5x5 cm.
· Dimensões da obra: 50x61 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com a linda moldura (incluída no lance como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real quanto a cor, escala e detalhes.
A tela será cuidadosamente embalada por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será feito por Correos, GLS ou NACEX com rastreio. Envio disponível internacionalmente.
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Este quadro nos mergulha em uma paisagem serena e luminosa, onde a natureza e a presença humana se entrelaçam de maneira harmoniosa, evocando um ambiente rural cheio de calma e continuidade. Em primeiro plano, um caminho irregular serpenteia entre vegetação abundante, convidando o espectador a percorrer visualmente a cena como se caminhasse por ela. De um lado, uma parede de pedra com um pequeno arco introduz um elemento arquitetônico que sugere história, passagem do tempo e conexão com a vida cotidiana do lugar. A luz que banha este espaço parece suave e constante, envolvendo cada elemento em uma atmosfera de tranquilidade.
A vegetação desempenha papel fundamental na composição, ocupando grande parte do espaço com tonalidades verdes que variam em intensidade e matizes. Plantas de folhas largas, arbustos e árvores criam uma paisagem rica e viva, onde cada zona parece respirar de maneira independente mas integrada ao conjunto. Na parte esquerda, a presença de uma planta de grandes dimensões confere dinamismo e equilibra visualmente o peso da parede situada à direita. Esta interação entre massas vegetais e espaços abertos gera uma sensação de profundidade natural, sem necessidade de rigidez estrutural.
À medida que o olhar se desloca para o fundo, a paisagem abre-se para um vale onde se percebem campos, caminhos e pequenas construções que se integram suavemente ao entorno. Estas formas mais distantes estão tratadas com uma leveza que sugere distância, criando uma transição gradual entre o primeiro plano e o horizonte. A presença de figuras humanas diminutas reforça a escala da paisagem e aporta uma dimensão narrativa, insinuando a vida cotidiana que transcorre naquele espaço. Tudo parece fazer parte de um equilíbrio no qual o ser humano convive com a natureza sem impô-la.
Na distância, uma estrutura elevada, possivelmente uma torre ou edifício significativo, ergue-se como ponto focal secundário, proporcionando verticalidade e caráter ao horizonte. Este elemento quebra suavemente a horizontalidade da paisagem e atua como referência visual que guia o olhar. O céu, amplo e luminoso, completa a cena com uma tonalidade clara que transmite calma e amplitude. Não há dramatismo nas nuvens nem na luz, mas sim uma sensação de estabilidade e continuidade que envolve todo o quadro.
A composição geral transmite uma profunda conexão com a terra, com os ritmos naturais e com uma forma de vida pausada e contemplativa. Cada elemento parece colocado com intenção, mas sem rigidez, permitindo que a cena flua de maneira orgânica. O espectador não apenas observa, mas quase sente o ar, a luz e o silêncio do lugar. No conjunto, a obra capta a essência de uma paisagem viva e equilibrada, onde a natureza e a pegada humana convivem em harmonia, evocando uma sensação de paz, pertencimento e continuidade no tempo.
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Pictura Subastas apresenta esta magnífica obra de arte pertencente a Roig Vericat, que representa a convivência serena entre a natureza e a vida humana, mostrando uma paisagem onde o tempo transcorre em calma e equilíbrio. A pintura destaca pela excelente técnica e pela grande qualidade pictórica que transmite.
· Dimensões da moldura: 66,5x77,5x5 cm.
· Dimensões da obra: 50x61 cm.
· Óleo sobre tela assinado à mão pelo artista no canto direito da obra.
· A peça encontra-se em bom estado de conservação.
· A obra é vendida com a linda moldura (incluída no lance como presente).
A obra procede de uma coleção privada exclusiva em Girona.
Nota importante: as fotografias incluídas fazem parte integrante da descrição do lote. Representação digital em mockup orientativa; podem existir diferenças em relação ao artigo real quanto a cor, escala e detalhes.
A tela será cuidadosamente embalada por um especialista da IVEX (https://www.instagram.com/ivex.online/), utilizando materiais de alta qualidade para garantir a sua proteção. O preço do envio cobre tanto o custo da embalagem profissional quanto o próprio transporte.
O envio será feito por Correos, GLS ou NACEX com rastreio. Envio disponível internacionalmente.
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Este quadro nos mergulha em uma paisagem serena e luminosa, onde a natureza e a presença humana se entrelaçam de maneira harmoniosa, evocando um ambiente rural cheio de calma e continuidade. Em primeiro plano, um caminho irregular serpenteia entre vegetação abundante, convidando o espectador a percorrer visualmente a cena como se caminhasse por ela. De um lado, uma parede de pedra com um pequeno arco introduz um elemento arquitetônico que sugere história, passagem do tempo e conexão com a vida cotidiana do lugar. A luz que banha este espaço parece suave e constante, envolvendo cada elemento em uma atmosfera de tranquilidade.
A vegetação desempenha papel fundamental na composição, ocupando grande parte do espaço com tonalidades verdes que variam em intensidade e matizes. Plantas de folhas largas, arbustos e árvores criam uma paisagem rica e viva, onde cada zona parece respirar de maneira independente mas integrada ao conjunto. Na parte esquerda, a presença de uma planta de grandes dimensões confere dinamismo e equilibra visualmente o peso da parede situada à direita. Esta interação entre massas vegetais e espaços abertos gera uma sensação de profundidade natural, sem necessidade de rigidez estrutural.
À medida que o olhar se desloca para o fundo, a paisagem abre-se para um vale onde se percebem campos, caminhos e pequenas construções que se integram suavemente ao entorno. Estas formas mais distantes estão tratadas com uma leveza que sugere distância, criando uma transição gradual entre o primeiro plano e o horizonte. A presença de figuras humanas diminutas reforça a escala da paisagem e aporta uma dimensão narrativa, insinuando a vida cotidiana que transcorre naquele espaço. Tudo parece fazer parte de um equilíbrio no qual o ser humano convive com a natureza sem impô-la.
Na distância, uma estrutura elevada, possivelmente uma torre ou edifício significativo, ergue-se como ponto focal secundário, proporcionando verticalidade e caráter ao horizonte. Este elemento quebra suavemente a horizontalidade da paisagem e atua como referência visual que guia o olhar. O céu, amplo e luminoso, completa a cena com uma tonalidade clara que transmite calma e amplitude. Não há dramatismo nas nuvens nem na luz, mas sim uma sensação de estabilidade e continuidade que envolve todo o quadro.
A composição geral transmite uma profunda conexão com a terra, com os ritmos naturais e com uma forma de vida pausada e contemplativa. Cada elemento parece colocado com intenção, mas sem rigidez, permitindo que a cena flua de maneira orgânica. O espectador não apenas observa, mas quase sente o ar, a luz e o silêncio do lugar. No conjunto, a obra capta a essência de uma paisagem viva e equilibrada, onde a natureza e a pegada humana convivem em harmonia, evocando uma sensação de paz, pertencimento e continuidade no tempo.

