Miguel Rio Branco - Maldicidade - 2019





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Maldicidade de Miguel Rio Branco é um livro de fotografia de arte em capa dura, 1ª edição (464 páginas, 33 x 24,5 cm), publicado pela Taschen em 2019, disponível em inglês, francês, alemão e português; língua original é o português; em estado como novo.
Descrição fornecida pelo vendedor
Novo no seal!
Miguel Rio Branco sobre o submundo urbano
Em Maldicidade, a cidade nunca dorme. Pela madrugada ou pelo crepúsculo, em Nova Iorque, Havana, Salvador da Bahia ou Tóquio, é um ambiente carregado de anseio, de solidão que dói e de inquietação com fortunas jamais feitas. Este retrato urbano contundente, do artista visual Miguel Rio Branco, utiliza seus anos de itinerância como filho de diplomatas para revelar os fios comuns de luta e solidão nas metrópoles ao redor do mundo.
As imagens são impecavelmente capturadas, mas as fotos nem sempre são bonitas. Rio Branco não está interessado em documentar marcos históricos da cidade, um horizonte impressionante ou os sonhos aspiracionais que o elevam até ele. Em vez disso, ele volta sua câmera para os restos e as margens da cidade — para aquilo que foi jogado fora e para aqueles a quem foi rejeitado e desapontado. Em planos secos ou em impressões suaves, são moradores de rua, mendigos, prostitutas, cães vadios, carros esmagados e vidro quebrado que caracterizam suas impressões urbanas.
Embora detalhes sutis revelem a especificidade do lugar, é a universalidade da experiência urbana que está no coração do projeto de Rio Branco. Sem foco local ou narrativa explicativa, as imagens são, em vez disso, meticulosamente organizadas em uma única sequência perfumada de uma cidade universal. Trabalhando como se estivesse em um estúdio de cut, Rio Branco se destaca pelo ritmo e pela sucessão de imagens, criando padrões evocativos de motivo (edifícios decadentes, figuras solitárias, carros amassados); cor (vermelhos ricos, rosados empoeirados, brancos e azuis austero); e forma (uma moradora de rua angustiada ao lado de uma estátua de santo em êxtase). Ao longo do texto, imagens ocasionais de mulheres são apresentadas como alívio sensual e esperançoso, intercalando o grit e a sujeira em retratos imponentes ou nuas próximas, flexíveis.
Ao mesmo tempo incisivo em sua mensagem e lírico em sua arrumação, Maldicidade foca a atenção no magnetismo inexorável da cidade, tanto quanto em sua alienação e humanidade desumana. Cálido, sem rodeios e dolorosamente belo, é uma coletânea na qual todos os habitantes urbanos encontrarão algo de si mesmos, ou algo que desejam escapar.
O fotógrafo
Nascido em Las Palmas, Espanha, Miguel Rio Branco é um fotógrafo, pintor, cineasta e artista multimídia brasileiro e francês, sediado em Araras, Rio de Janeiro. Seu trabalho está presente em coleções de museus de destaque ao redor do mundo, incluindo o MoMA, o Metropolitan Museum of Art e o Centre Pompidou, e tem sido exposto no Peggy Guggenheim Museum, Veneza; na Bienal de São Paulo; e na Aperture Foundation em Nova York, entre outros. Os prêmios e títulos de Rio Branco incluem o Prix du Livre Photo nas Rencontres Internationales de la Photographie em Arles, o Prix Kodak de Crítica Fotográfica, bem como o International Critics’ Award no Lille Documentary Festival de 1982.
Novo no seal!
Miguel Rio Branco sobre o submundo urbano
Em Maldicidade, a cidade nunca dorme. Pela madrugada ou pelo crepúsculo, em Nova Iorque, Havana, Salvador da Bahia ou Tóquio, é um ambiente carregado de anseio, de solidão que dói e de inquietação com fortunas jamais feitas. Este retrato urbano contundente, do artista visual Miguel Rio Branco, utiliza seus anos de itinerância como filho de diplomatas para revelar os fios comuns de luta e solidão nas metrópoles ao redor do mundo.
As imagens são impecavelmente capturadas, mas as fotos nem sempre são bonitas. Rio Branco não está interessado em documentar marcos históricos da cidade, um horizonte impressionante ou os sonhos aspiracionais que o elevam até ele. Em vez disso, ele volta sua câmera para os restos e as margens da cidade — para aquilo que foi jogado fora e para aqueles a quem foi rejeitado e desapontado. Em planos secos ou em impressões suaves, são moradores de rua, mendigos, prostitutas, cães vadios, carros esmagados e vidro quebrado que caracterizam suas impressões urbanas.
Embora detalhes sutis revelem a especificidade do lugar, é a universalidade da experiência urbana que está no coração do projeto de Rio Branco. Sem foco local ou narrativa explicativa, as imagens são, em vez disso, meticulosamente organizadas em uma única sequência perfumada de uma cidade universal. Trabalhando como se estivesse em um estúdio de cut, Rio Branco se destaca pelo ritmo e pela sucessão de imagens, criando padrões evocativos de motivo (edifícios decadentes, figuras solitárias, carros amassados); cor (vermelhos ricos, rosados empoeirados, brancos e azuis austero); e forma (uma moradora de rua angustiada ao lado de uma estátua de santo em êxtase). Ao longo do texto, imagens ocasionais de mulheres são apresentadas como alívio sensual e esperançoso, intercalando o grit e a sujeira em retratos imponentes ou nuas próximas, flexíveis.
Ao mesmo tempo incisivo em sua mensagem e lírico em sua arrumação, Maldicidade foca a atenção no magnetismo inexorável da cidade, tanto quanto em sua alienação e humanidade desumana. Cálido, sem rodeios e dolorosamente belo, é uma coletânea na qual todos os habitantes urbanos encontrarão algo de si mesmos, ou algo que desejam escapar.
O fotógrafo
Nascido em Las Palmas, Espanha, Miguel Rio Branco é um fotógrafo, pintor, cineasta e artista multimídia brasileiro e francês, sediado em Araras, Rio de Janeiro. Seu trabalho está presente em coleções de museus de destaque ao redor do mundo, incluindo o MoMA, o Metropolitan Museum of Art e o Centre Pompidou, e tem sido exposto no Peggy Guggenheim Museum, Veneza; na Bienal de São Paulo; e na Aperture Foundation em Nova York, entre outros. Os prêmios e títulos de Rio Branco incluem o Prix du Livre Photo nas Rencontres Internationales de la Photographie em Arles, o Prix Kodak de Crítica Fotográfica, bem como o International Critics’ Award no Lille Documentary Festival de 1982.

