Bachibouzouk (1977) - Les toits de Mumbai





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Escultura em madeira Les toits de Mumbai de Bachibouzouk (1977), 60 × 30 × 1 cm, assinado à mão, origem Itália, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
esta escultura assina, Bachibouzouk, artista belga de Bruxelas proveniente do street art, transforma uma simples tábua de madeira em uma metrópole, vibrante e compacta
como um suspiro.
Quadrados de balsa e retângulos de metal, pintados com spray como lascas de aurora ou crepúsculo, amontoam-se como casas improvisadas, tetos de chapa, refúgios em miniatura. Cada elemento parece ter a sua própria história, o seu calor, mas todos são irresistivelmente atraídos uns pelos outros. Uma cidade densa, compacta, quase orgânica, onde a proximidade vira ritmo e respiração.
No centro dessa efervescência, duas linhas longas, vazias, traçam vias silenciosas — correntes de ar, promessas de passagem.
Fendem a cidade como duas vias possíveis, duas saídas num mundo onde tudo se toca.
A obra capta a energia bruta da urbanidade, a intimidade das multidões e a poesia caótica das cidades que se constroem sozinhas.
Um fragmento de Mumbai reinterpretado, um sonho de street art que virou escultura, um mapa sensível onde se perde com deleite.
Adquirido na Catawiki
esta escultura assina, Bachibouzouk, artista belga de Bruxelas proveniente do street art, transforma uma simples tábua de madeira em uma metrópole, vibrante e compacta
como um suspiro.
Quadrados de balsa e retângulos de metal, pintados com spray como lascas de aurora ou crepúsculo, amontoam-se como casas improvisadas, tetos de chapa, refúgios em miniatura. Cada elemento parece ter a sua própria história, o seu calor, mas todos são irresistivelmente atraídos uns pelos outros. Uma cidade densa, compacta, quase orgânica, onde a proximidade vira ritmo e respiração.
No centro dessa efervescência, duas linhas longas, vazias, traçam vias silenciosas — correntes de ar, promessas de passagem.
Fendem a cidade como duas vias possíveis, duas saídas num mundo onde tudo se toca.
A obra capta a energia bruta da urbanidade, a intimidade das multidões e a poesia caótica das cidades que se constroem sozinhas.
Um fragmento de Mumbai reinterpretado, um sonho de street art que virou escultura, um mapa sensível onde se perde com deleite.
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