Máscara Mambila - Nigéria

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Julien Gauthier
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Selecionado por Julien Gauthier

Uma década de experiência em armas históricas, armaduras e arte africana.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Origem. Nigéria
Nome da tribo. Mambila
Material. Madeira
Dimensão. H 38 cm. L 15 cm
Modo de envio. Colissimo em 24-48h abra

Este é um exemplo típico e marcante de uma máscara Mambila, originária da região fronteiriça entre a Nigéria e o Camarões. No contexto da arte tribal africana, esta peça está associada à sociedade Suaga (ou Sukwak).

Esta máscara apresenta traços zoomórficos muito estilizados. A forma alongada e a boca aberta, com dentes esculpidos, geralmente evocam um crocodilo ou uma criatura reptiliana, símbolos de poder e perigo na cultura Mambila.

Um dos traços mais distintos desta máscara é o par de olhos globulosos montados em hastes ou saliências tubulares. Essa exageração dos olhos é um elemento iconográfico clássico entre os Mambila, visando conferir à máscara uma expressão sobrenatural e uma visão penetrante.

Material e patina: é esculpida em madeira, apresentando uma patina escura, gasto pelo tempo e pelo uso ritual, o que atesta sua antiguidade e manuseio durante cerimônias.

A forma é ao mesmo tempo robusta e angular, típica da escultura Mambila, que privilegia volumes geométricos em detrimento de um naturalismo puro.

A Sociedade Suaga: Essas máscaras são os emblemas da sociedade Suaga, uma organização masculina que desempenha o papel de regulador social. Essa sociedade é responsável pela manutenção da ordem, pela resolução de litígios e pela aplicação da justiça comunitária.

O portador da máscara intervencia durante rituais de cura, iniciação ou durante cerimônias ligadas à gestão dos assuntos judiciais da aldeia. A máscara atua como intermediária entre o mundo dos espíritos (do qual canaliza a força) e a comunidade humana.

Ao usar esta máscara, o dançarino incorpora uma força protetora e temível. O crocodilo, por sua vez, por habitar entre terra e água, é frequentemente visto como um mediador ou uma força capaz de navegar entre diferentes mundos, o que reforça a autoridade do portador nas decisões tomadas pela sociedade Suaga.

Em resumo, esta peça não é apenas um objeto decorativo, mas uma poderosa ferramenta ritual que incorpora a autoridade moral e espiritual dentro da sociedade Mambila.

Origem. Nigéria
Nome da tribo. Mambila
Material. Madeira
Dimensão. H 38 cm. L 15 cm
Modo de envio. Colissimo em 24-48h abra

Este é um exemplo típico e marcante de uma máscara Mambila, originária da região fronteiriça entre a Nigéria e o Camarões. No contexto da arte tribal africana, esta peça está associada à sociedade Suaga (ou Sukwak).

Esta máscara apresenta traços zoomórficos muito estilizados. A forma alongada e a boca aberta, com dentes esculpidos, geralmente evocam um crocodilo ou uma criatura reptiliana, símbolos de poder e perigo na cultura Mambila.

Um dos traços mais distintos desta máscara é o par de olhos globulosos montados em hastes ou saliências tubulares. Essa exageração dos olhos é um elemento iconográfico clássico entre os Mambila, visando conferir à máscara uma expressão sobrenatural e uma visão penetrante.

Material e patina: é esculpida em madeira, apresentando uma patina escura, gasto pelo tempo e pelo uso ritual, o que atesta sua antiguidade e manuseio durante cerimônias.

A forma é ao mesmo tempo robusta e angular, típica da escultura Mambila, que privilegia volumes geométricos em detrimento de um naturalismo puro.

A Sociedade Suaga: Essas máscaras são os emblemas da sociedade Suaga, uma organização masculina que desempenha o papel de regulador social. Essa sociedade é responsável pela manutenção da ordem, pela resolução de litígios e pela aplicação da justiça comunitária.

O portador da máscara intervencia durante rituais de cura, iniciação ou durante cerimônias ligadas à gestão dos assuntos judiciais da aldeia. A máscara atua como intermediária entre o mundo dos espíritos (do qual canaliza a força) e a comunidade humana.

Ao usar esta máscara, o dançarino incorpora uma força protetora e temível. O crocodilo, por sua vez, por habitar entre terra e água, é frequentemente visto como um mediador ou uma força capaz de navegar entre diferentes mundos, o que reforça a autoridade do portador nas decisões tomadas pela sociedade Suaga.

Em resumo, esta peça não é apenas um objeto decorativo, mas uma poderosa ferramenta ritual que incorpora a autoridade moral e espiritual dentro da sociedade Mambila.

Dados

N.º de artigos
1
País de origem
Nigéria
Período Estimado
Final do século XX
Material
Madeira
Sold with stand
Sim
Estado
Bom estado
Título da obra de arte
Mambila mask
Altura
38 cm
Largura
15 cm
Vendido por
FrançaVerificado
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Arte tribal e africana