Vincenzo Raimondo - Mori






Possui mestrado em Cinema e Artes Visuais; curador, escritor e pesquisador experiente.
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Vincenzo Raimondo, pintura acrílica original 'Mori', retrato multicolor no estilo expressionista, 70 × 50 cm, assinado à mão, Itália, período 2020+.
Descrição fornecida pelo vendedor
Neste díptico dedicado aos Mori, o artista apresenta uma nova interpretação de um tema icônico da tradição siciliana, confirmando uma pesquisa estilística em constante evolução. As figuras, propositalmente estilizadas e desprovidas de detalhes supérfluos, tornam-se essenciais e imediatamente reconhecíveis, abrindo espaço para uma leitura mais emocional do que descritiva.
O fundo cinza uniforme cria uma base neutra que valoriza o contraste cromático dos elementos principais. Os “soles” às costas dos sujeitos, realizados em tons de vermelho, amarelo e laranja, remetem às cores quentes da terra siciliana, evocando sua intensidade, a luz e o caráter.
Os Mori distinguem-se por uma paleta vibrante e harmoniosa, na qual cada cor contribui para definir a identidade da obra sem pesá-la. O traço preto, firme e contínuo, não é apenas um elemento gráfico, mas torna-se parte integrante da linguagem artística: delimita as formas e, ao mesmo tempo, sugere um conto, um fragmento de vida suspenso entre tradição e releitura contemporânea.
Um díptico que une reconhecibilidade e inovação, mantendo firme o elo com a cultura siciliana, mas renovando constantemente sua expressão visual.
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Vincenzo Raimondo – Artista Contemporâneo
“À arte como observação e síntese do quotidiano.”
Vincenzo Raimondo é um artista italiano com base em Palermo. Sua pesquisa desenvolve-se entre abstração material e figuratividade, em um percurso livre de esquemas fixos.
Seu trabalho nasce da observação da realidade quotidiana, transformada em imagens essenciais e diretas, onde cor e forma tornam-se instrumentos expressivos imediatos.
Reconhecimentos e percurso
Em 2015 e 2016 foi finalista do concurso Sunday Painters promovido pela La Stampa, dentro do contexto da Artissima (Turim), entre milhares de participantes.
Em 2016 recebeu o Prêmio da Crítica, reconhecimento que marcou um momento importante na definição de sua linguagem artística.
Séries e linguagem
Sua produção articula-se em várias séries, entre as quais Fly, na qual explora o tema da leveza e da liberdade por meio de composições minimalistas e poéticas.
Ao lado disso, desenvolve trabalhos que reinterpretam elementos da cultura siciliana em chave contemporânea, juntamente com obras mais abstratas e matéricas.
Cada obra é uma peça única, realizada por meio de um processo que une instinto e experimentação, sem busca da perfeição, mas com atenção à força expressiva do traço.
Neste díptico dedicado aos Mori, o artista apresenta uma nova interpretação de um tema icônico da tradição siciliana, confirmando uma pesquisa estilística em constante evolução. As figuras, propositalmente estilizadas e desprovidas de detalhes supérfluos, tornam-se essenciais e imediatamente reconhecíveis, abrindo espaço para uma leitura mais emocional do que descritiva.
O fundo cinza uniforme cria uma base neutra que valoriza o contraste cromático dos elementos principais. Os “soles” às costas dos sujeitos, realizados em tons de vermelho, amarelo e laranja, remetem às cores quentes da terra siciliana, evocando sua intensidade, a luz e o caráter.
Os Mori distinguem-se por uma paleta vibrante e harmoniosa, na qual cada cor contribui para definir a identidade da obra sem pesá-la. O traço preto, firme e contínuo, não é apenas um elemento gráfico, mas torna-se parte integrante da linguagem artística: delimita as formas e, ao mesmo tempo, sugere um conto, um fragmento de vida suspenso entre tradição e releitura contemporânea.
Um díptico que une reconhecibilidade e inovação, mantendo firme o elo com a cultura siciliana, mas renovando constantemente sua expressão visual.
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Vincenzo Raimondo – Artista Contemporâneo
“À arte como observação e síntese do quotidiano.”
Vincenzo Raimondo é um artista italiano com base em Palermo. Sua pesquisa desenvolve-se entre abstração material e figuratividade, em um percurso livre de esquemas fixos.
Seu trabalho nasce da observação da realidade quotidiana, transformada em imagens essenciais e diretas, onde cor e forma tornam-se instrumentos expressivos imediatos.
Reconhecimentos e percurso
Em 2015 e 2016 foi finalista do concurso Sunday Painters promovido pela La Stampa, dentro do contexto da Artissima (Turim), entre milhares de participantes.
Em 2016 recebeu o Prêmio da Crítica, reconhecimento que marcou um momento importante na definição de sua linguagem artística.
Séries e linguagem
Sua produção articula-se em várias séries, entre as quais Fly, na qual explora o tema da leveza e da liberdade por meio de composições minimalistas e poéticas.
Ao lado disso, desenvolve trabalhos que reinterpretam elementos da cultura siciliana em chave contemporânea, juntamente com obras mais abstratas e matéricas.
Cada obra é uma peça única, realizada por meio de um processo que une instinto e experimentação, sem busca da perfeição, mas com atenção à força expressiva do traço.
