Vhils (1987) - Layers # 5584-4 · Unique piece






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
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Vhils (1987) criou Layers # 5584-4, uma Giclée de 70 × 50 cm em papel Velvet 270 g/m2, assinada e numerada pelo artista, edição limitada a 100 exemplares, em excelente estado e produzida em Portugal em 2025.
Descrição fornecida pelo vendedor
VHILS - Camadas # 5584-4
Edição limitada a 100 exemplares
Assinado e numerado pela mão do artista
Papel Velvet 270 g/m2
Obra editada pela Eterno Gallery, galeria de origem do projeto Layers de Vhils
# 5584-4 é o nome da obra
Certificado de papel da galeria
Obra em excelente estado (Ver fotos) Conservada em posição horizontal em pasta profissional.
Esta obra de Vhils apresenta um retrato fragmentado, composto por superposições de cartazes rasgados e texturas urbanas. O rosto aparece por subtração, brincando com o contraste entre preto e branco, realçado por toques de cor. As bordas irregulares acentuam o efeito de matéria e erosão, evocando a memória, a identidade e as marcas do tempo no ambiente urbano.
O fundo preto apresenta, propositadamente, variações sutis de textura e densidade, com pequenas marcas visíveis. Esse aspecto não é um defeito, mas sim uma escolha artística assumida, em coerência com a estética bruta e estratificada característica do trabalho de Vhils.
Esse acabamento reforça o efeito de matéria e lembra as superfícies urbanas alteradas de que o artista se inspira.
Dimensões da obra: 70 x 50 cm
A obra será protegida em papel kraft, inserida em um tubo rígido, e enviada em uma caixa cartonada reforçada.
Vhils, artista português nascido Alexandre Farto, é internacionalmente reconhecido por sua técnica única de destruição criadora. Com o auxílio de punções, explosivos, brocas ou ácidos, ele talha diretamente nas paredes para revelar retratos profundamente humanos. Seu trabalho explora o impacto do crescimento urbano, o apagamento de identidades e a memória coletiva gravada na matéria.
Vhils assemelha-se a artistas engajados como Shepard Fairey, cuja estética gráfica questiona o poder midiático. Sua abordagem conceitual aproxima-se da de Banksy, mestre da sátira social. A filiação com Blek le Rat, pioneiro do stencil, é evidente em sua relação com a cidade. Ele também compartilha a sensibilidade figurativa de Jef Aérosol, centrada no humano. Por fim, seu universo mural ressoa com PichiAvo, dupla que mistura mitologia clássica e graffiti.
Sua obra dialoga também com figuras maiores como JR, Invader, D*Face, C215, JonOne, Sandra Chevrier, Snik, Mr Brainwash, Murakami, Jeff Koons ou KAWS, que, cada um à sua maneira, ultrapassam as fronteiras da street art e da cultura visual contemporânea.
VHILS - Camadas # 5584-4
Edição limitada a 100 exemplares
Assinado e numerado pela mão do artista
Papel Velvet 270 g/m2
Obra editada pela Eterno Gallery, galeria de origem do projeto Layers de Vhils
# 5584-4 é o nome da obra
Certificado de papel da galeria
Obra em excelente estado (Ver fotos) Conservada em posição horizontal em pasta profissional.
Esta obra de Vhils apresenta um retrato fragmentado, composto por superposições de cartazes rasgados e texturas urbanas. O rosto aparece por subtração, brincando com o contraste entre preto e branco, realçado por toques de cor. As bordas irregulares acentuam o efeito de matéria e erosão, evocando a memória, a identidade e as marcas do tempo no ambiente urbano.
O fundo preto apresenta, propositadamente, variações sutis de textura e densidade, com pequenas marcas visíveis. Esse aspecto não é um defeito, mas sim uma escolha artística assumida, em coerência com a estética bruta e estratificada característica do trabalho de Vhils.
Esse acabamento reforça o efeito de matéria e lembra as superfícies urbanas alteradas de que o artista se inspira.
Dimensões da obra: 70 x 50 cm
A obra será protegida em papel kraft, inserida em um tubo rígido, e enviada em uma caixa cartonada reforçada.
Vhils, artista português nascido Alexandre Farto, é internacionalmente reconhecido por sua técnica única de destruição criadora. Com o auxílio de punções, explosivos, brocas ou ácidos, ele talha diretamente nas paredes para revelar retratos profundamente humanos. Seu trabalho explora o impacto do crescimento urbano, o apagamento de identidades e a memória coletiva gravada na matéria.
Vhils assemelha-se a artistas engajados como Shepard Fairey, cuja estética gráfica questiona o poder midiático. Sua abordagem conceitual aproxima-se da de Banksy, mestre da sátira social. A filiação com Blek le Rat, pioneiro do stencil, é evidente em sua relação com a cidade. Ele também compartilha a sensibilidade figurativa de Jef Aérosol, centrada no humano. Por fim, seu universo mural ressoa com PichiAvo, dupla que mistura mitologia clássica e graffiti.
Sua obra dialoga também com figuras maiores como JR, Invader, D*Face, C215, JonOne, Sandra Chevrier, Snik, Mr Brainwash, Murakami, Jeff Koons ou KAWS, que, cada um à sua maneira, ultrapassam as fronteiras da street art e da cultura visual contemporânea.
