Idiolidis Arias (1989) - "Ophelia"

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Nathalia Oliveira
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Óleo sobre tela Ophelia de Idiolidis Arias (1989), edição original 2025, 100 cm de altura por 65 cm de largura, em tons de azul, branco, turquesa, verde e creme, assinado e em excelente estado, com certificado de autenticidade e origem Estados Unidos.

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Descrição fornecida pelo vendedor

I. Arias é uma talentosa artista contemporânea cuja prática pictórica se centra na exploração da figura humana a partir de uma sensibilidade introspectiva e simbólica, com foco particular na pintura subaquática a óleo. Sua obra transcendeu o âmbito local, integrando exposições e eventos em variados contextos internacionais, com presença em países como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Países Baixos, México, bem como em diversas cidades dos Estados Unidos.
Ao longo de sua trajetória, tem sido reconhecida com prêmios e distinções que respaldam a solidez de sua proposta artística e seu compromisso com uma linguagem visual coerente e em constante evolução. Seu trabalho situa-se em um ponto de convergência entre o técnico e o emocional, construindo imagens que abordam a condição humana a partir de uma perspectiva íntima, onde o corpo e o ambiente se tornam veículos de significado.

Esta obra, pintada a óleo sobre tela, oferece uma reinterpretation contemporânea da personagem Ofélia, figura central na tragédia Hamlet, de William Shakespeare. Longe de ser uma representação narrativa ou ilustrativa, a pintura está estruturada como uma interpretação simbólica e emocional que explora a dimensão interna da personagem, situando-a em um estado de suspensão entre a vida, a memória e a dissolução. A figura de Ofélia aparece flutuando sobre a água, o seu corpo entregue a um estado de quietude que sugere abandono mais que violência. Sua postura, com o rosto erguido e os olhos fechados, cria um momento de transição silenciosa, no qual a tensão dramática do texto de Shakespeare se transforma em uma experiência contemplativa. A cena não representa o momento da morte, mas sim uma fronteira emocional onde a personagem parece retirar-se do mundo exterior para habitar um domínio íntimo e poético.

A água, representada através de camadas sobrepostas e pinceladas fluidas, adquire um caráter simbólico fundamental. Mais que um cenário físico, funciona como uma metáfora do inconsciente, do não-dito e da fragilidade emocional. A superfície aquática envolve a figura sem violência, reforçando a sensação de deriva e o difuso progressivo dos limites entre o corpo e o ambiente. O ramo de flores que repousa nas mãos de Ofélia faz referência direta à linguagem simbólica presente na obra literária. Nesse contexto pictórico, as flores funcionam como um signo de memória e vulnerabilidade, portadoras de uma beleza efêmera que contrasta com a densidade cromática do entorno. Sua presença introduz uma tensão visual entre o que está vivo e o que se desfaz, sublinhando a condição trágica da personagem.

Do ponto de vista técnico, o uso de pintura a óleo sobre tela permite uma construção rica e orgânica de textura e luz. As pinceladas visíveis, a espátula e as camadas de esmaltação criam uma atmosfera envolvente que reflete o estado psicológico da personagem. A pintura se desenvolve com uma gestualidade contida, evitando a descrição excessiva em favor da sugestão e do impacto emocional. Em geral, a obra situa-se dentro de uma tradição figurativa com raízes simbólicas, estabelecendo um diálogo com as representações históricas de Ofélia a partir de uma perspetiva contemporânea. A pintura não busca ilustrar o texto de Shakespeare, mas traduzi-lo para uma linguagem visual introspectiva, onde a figura feminina se transforma em um arquétipo de vulnerabilidade, silêncio e perda. É uma imagem suspensa no tempo, que convida o espectador a uma contemplação lenta e reflexiva.

Inclui certificado de autenticidade que assegura que a peça é uma obra original, única e exclusiva, protegida por direitos de propriedade intelectual, e que pertence integralmente ao autor.
É um documento válido para colecionadores, galerias, leilões e futuras avaliações.

A obra está em excelente estado, pronta para ser enviada após a compra.
Na parte traseira do artigo pode-se encontrar informações sobre a obra.
O envio será realizado via UPS, FedEx e DHL, enviando-a para todos os cantos do mundo.

A obra será enrolada e protegida com várias camadas de embalagem, nylon bolha e dentro de uma embalagem de carton ou plástico, em formato de tubo. A obra é entregue sem suporte, podendo ser tensionada facilmente por um profissional ou até mesmo por si próprio.
São necessários três dias para o processo de embalagem e a entrega à empresa de transporte.
A peça deverá chegar no prazo de dez dias, dependendo do país de destino.

I. Arias é uma talentosa artista contemporânea cuja prática pictórica se centra na exploração da figura humana a partir de uma sensibilidade introspectiva e simbólica, com foco particular na pintura subaquática a óleo. Sua obra transcendeu o âmbito local, integrando exposições e eventos em variados contextos internacionais, com presença em países como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Países Baixos, México, bem como em diversas cidades dos Estados Unidos.
Ao longo de sua trajetória, tem sido reconhecida com prêmios e distinções que respaldam a solidez de sua proposta artística e seu compromisso com uma linguagem visual coerente e em constante evolução. Seu trabalho situa-se em um ponto de convergência entre o técnico e o emocional, construindo imagens que abordam a condição humana a partir de uma perspectiva íntima, onde o corpo e o ambiente se tornam veículos de significado.

Esta obra, pintada a óleo sobre tela, oferece uma reinterpretation contemporânea da personagem Ofélia, figura central na tragédia Hamlet, de William Shakespeare. Longe de ser uma representação narrativa ou ilustrativa, a pintura está estruturada como uma interpretação simbólica e emocional que explora a dimensão interna da personagem, situando-a em um estado de suspensão entre a vida, a memória e a dissolução. A figura de Ofélia aparece flutuando sobre a água, o seu corpo entregue a um estado de quietude que sugere abandono mais que violência. Sua postura, com o rosto erguido e os olhos fechados, cria um momento de transição silenciosa, no qual a tensão dramática do texto de Shakespeare se transforma em uma experiência contemplativa. A cena não representa o momento da morte, mas sim uma fronteira emocional onde a personagem parece retirar-se do mundo exterior para habitar um domínio íntimo e poético.

A água, representada através de camadas sobrepostas e pinceladas fluidas, adquire um caráter simbólico fundamental. Mais que um cenário físico, funciona como uma metáfora do inconsciente, do não-dito e da fragilidade emocional. A superfície aquática envolve a figura sem violência, reforçando a sensação de deriva e o difuso progressivo dos limites entre o corpo e o ambiente. O ramo de flores que repousa nas mãos de Ofélia faz referência direta à linguagem simbólica presente na obra literária. Nesse contexto pictórico, as flores funcionam como um signo de memória e vulnerabilidade, portadoras de uma beleza efêmera que contrasta com a densidade cromática do entorno. Sua presença introduz uma tensão visual entre o que está vivo e o que se desfaz, sublinhando a condição trágica da personagem.

Do ponto de vista técnico, o uso de pintura a óleo sobre tela permite uma construção rica e orgânica de textura e luz. As pinceladas visíveis, a espátula e as camadas de esmaltação criam uma atmosfera envolvente que reflete o estado psicológico da personagem. A pintura se desenvolve com uma gestualidade contida, evitando a descrição excessiva em favor da sugestão e do impacto emocional. Em geral, a obra situa-se dentro de uma tradição figurativa com raízes simbólicas, estabelecendo um diálogo com as representações históricas de Ofélia a partir de uma perspetiva contemporânea. A pintura não busca ilustrar o texto de Shakespeare, mas traduzi-lo para uma linguagem visual introspectiva, onde a figura feminina se transforma em um arquétipo de vulnerabilidade, silêncio e perda. É uma imagem suspensa no tempo, que convida o espectador a uma contemplação lenta e reflexiva.

Inclui certificado de autenticidade que assegura que a peça é uma obra original, única e exclusiva, protegida por direitos de propriedade intelectual, e que pertence integralmente ao autor.
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Dados

Artista
Idiolidis Arias (1989)
Edição
Original
Vendido por
Agente
Vendido com moldura
Não
Título da obra de arte
"Ophelia"
Técnica
Pintura a óleo
Assinatura
Assinado, Assinado à mão
País de origem
Estados Unidos
Ano
2025
Estado
Excelente estado
Cor
Azul, Branco, Creme, Turquesa, Verde
Altura
100 cm
Largura
65 cm
Peso
2 lb
Imagem/Tema
Mitologia
Estilo
Realismo
Período
Depois de 2020
Vendido por
Envios de: USVerificado
Privado

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