Medieval Anel de Prata com Gema Vermelha de Sangue – Talismã do Guerreiro da Devoção e do Poder (Sem preço de reserva)






Dirigiu o Museu da Coleção Ifergan, especializado em arqueologia fenícia.
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Anel de prata medieval com pedra rubra, intitulado Silver Ring with Blood-Red Gemstone – Warrior’s Talisman of Devotion & Power, data aproximadamente do século XIII ao XV, com abertura irregular moldada à mão e anel gasto.
Descrição fornecida pelo vendedor
Lenda do Juramento Carmesim
A tradição medieval muitas vezes fala de anéis dados não no casamento — mas antes da partida.
Uma dessas histórias conta de um cavaleiro que recebeu um anel de pedra vermelha antes de seguir para o leste. A pedra dizia guardar a memória do sangue — o dele, se caísse, ou do inimigo, se vencesse.
“Enquanto a pedra arder, o juramento vive.”
Se usado por um guerreiro, por um peregrino, ou por uma figura de devoção silenciosa, tais anéis eram vistos como âncoras da alma — um lembrete físico de uma promessa que não poderia ser quebrada.
Um anel medieval de prata, marcante e profundamente evocativo, centrado em torno de uma pedra preciosa vermelha que brilha, montado numa orelha de bezel de caráter orgânico, quase fundido. A moldura irregular abraça a pedra como uma coroa protetora — sugerindo both idade e autenticidade, em vez de refinamento posterior.
A pedra preciosa — possivelmente uma forma de granada ou vidro vermelho típico do período medieval — irradia um brilho vermelho profundo sob a luz, lembrando brasas vivas ou sangue coagulado, uma cor associada há muito tempo ao poder, ao sacrifício e à devoção sagrada.
A Pedra – Símbolo de Sangue, Juramento e Chama Eterna
No mundo medieval, pedras vermelhas nunca eram meramente decorativas.
Acreditava-se que carregavam:
- Propriedades protetoras em batalha
- Energia de cura e vitalidade
- Conexão divina através do sacrifício e do martírio
Cavaleiros, peregrinos e nobres, todos usavam tais pedras como:
- talismãs de proteção
- símbolos de lealdade e honra juramentada
- tokens de amor, muitas vezes ligados à ausência ou à guerra
O vermelho profundo, quase líquido visto aqui, teria sido especialmente valorizado — interpretado como uma “pedra do coração”, prendendo o portador a algo maior do que ele mesmo.
Um Anel de Presença, Não de Ornamentação
Ao contrário das joias refinadas de épocas posteriores, este anel carrega uma presença crua e íntima:
- A moldura é irregular, trabalhada à mão — cada contorno é único
- A banda mostra desgaste sutil, compatível com uso prolongado
- A montagem prende a pedra com firmeza, quase defensiva
Este não é uma peça de exibição na corte.
Este é um objeto usado
Uma posse pessoal
Algo que provavelmente acompanhou seu dono ao longo de anos, não de momentos
Lenda do Juramento Carmesim
A tradição medieval muitas vezes fala de anéis dados não no casamento — mas antes da partida.
Uma dessas histórias conta de um cavaleiro que recebeu um anel de pedra vermelha antes de seguir para o leste. A pedra dizia guardar a memória do sangue — o dele, se caísse, ou do inimigo, se vencesse.
“Enquanto a pedra arder, o juramento vive.”
Se usado por um guerreiro, por um peregrino, ou por uma figura de devoção silenciosa, tais anéis eram vistos como âncoras da alma — um lembrete físico de uma promessa que não poderia ser quebrada.
Um anel medieval de prata, marcante e profundamente evocativo, centrado em torno de uma pedra preciosa vermelha que brilha, montado numa orelha de bezel de caráter orgânico, quase fundido. A moldura irregular abraça a pedra como uma coroa protetora — sugerindo both idade e autenticidade, em vez de refinamento posterior.
A pedra preciosa — possivelmente uma forma de granada ou vidro vermelho típico do período medieval — irradia um brilho vermelho profundo sob a luz, lembrando brasas vivas ou sangue coagulado, uma cor associada há muito tempo ao poder, ao sacrifício e à devoção sagrada.
A Pedra – Símbolo de Sangue, Juramento e Chama Eterna
No mundo medieval, pedras vermelhas nunca eram meramente decorativas.
Acreditava-se que carregavam:
- Propriedades protetoras em batalha
- Energia de cura e vitalidade
- Conexão divina através do sacrifício e do martírio
Cavaleiros, peregrinos e nobres, todos usavam tais pedras como:
- talismãs de proteção
- símbolos de lealdade e honra juramentada
- tokens de amor, muitas vezes ligados à ausência ou à guerra
O vermelho profundo, quase líquido visto aqui, teria sido especialmente valorizado — interpretado como uma “pedra do coração”, prendendo o portador a algo maior do que ele mesmo.
Um Anel de Presença, Não de Ornamentação
Ao contrário das joias refinadas de épocas posteriores, este anel carrega uma presença crua e íntima:
- A moldura é irregular, trabalhada à mão — cada contorno é único
- A banda mostra desgaste sutil, compatível com uso prolongado
- A montagem prende a pedra com firmeza, quase defensiva
Este não é uma peça de exibição na corte.
Este é um objeto usado
Uma posse pessoal
Algo que provavelmente acompanhou seu dono ao longo de anos, não de momentos
