Cesare Frugiuele - Rossobluverde





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Cesare Frugiuele apresenta Rossobluverde, pintura acrílica original de 2024 sobre tela 90×60 cm, sem moldura, com aresta de madeira de 43×18 mm, assinada e com certificado de autenticidade.
Descrição fornecida pelo vendedor
Autor: CESARE FRUGIUELE - Itália
Título: "Rossobluverde" - 2024
Acrílico sobre tela 90x60 cm, com moldura em madeira 43x18 mm, acabamento lateral para não estar emoldurado.
Com Certificado de Autenticidade.
Visite o meu site:
www.artepassionedivita.com
Descobrir a arte aos treze anos, autodidata, quase por acaso, foi uma experiência única, entusiasmante.
Ainda hoje, a sessenta anos de distância, revivo-a como então.
Desde já, instintivamente nutri uma autêntica paixão pelo desenho e pela pintura.
Ao longo dos anos, passei a apreciar a arte figurativa e a tendência moderada à abstração, admirando a obra dos “Grandes” e cuidando constantemente do aspecto cromático como protagonista.
Depois, como impõe a evolução natural da pesquisa artística íntima, o interesse desloca-se para novas influências, novas técnicas.
A contribuição pessoal transforma-se, torna-se mais íntima e reinterpretada, em parte positivamente condicionada também pelas primeiras expressões de sinais do ser humano.
O fio condutor do percurso, mesmo com o avizinhar dos aparentes mutamentos estilísticos, nunca consegue renunciar à interpretação impulsiva, espontânea da cor da vida…
Autor: CESARE FRUGIUELE - Itália
Título: "Rossobluverde" - 2024
Acrílico sobre tela 90x60 cm, com moldura em madeira 43x18 mm, acabamento lateral para não estar emoldurado.
Com Certificado de Autenticidade.
Visite o meu site:
www.artepassionedivita.com
Descobrir a arte aos treze anos, autodidata, quase por acaso, foi uma experiência única, entusiasmante.
Ainda hoje, a sessenta anos de distância, revivo-a como então.
Desde já, instintivamente nutri uma autêntica paixão pelo desenho e pela pintura.
Ao longo dos anos, passei a apreciar a arte figurativa e a tendência moderada à abstração, admirando a obra dos “Grandes” e cuidando constantemente do aspecto cromático como protagonista.
Depois, como impõe a evolução natural da pesquisa artística íntima, o interesse desloca-se para novas influências, novas técnicas.
A contribuição pessoal transforma-se, torna-se mais íntima e reinterpretada, em parte positivamente condicionada também pelas primeiras expressões de sinais do ser humano.
O fio condutor do percurso, mesmo com o avizinhar dos aparentes mutamentos estilísticos, nunca consegue renunciar à interpretação impulsiva, espontânea da cor da vida…

