Bachibouzouk (1977) - Les toits de Mumbai






Mestrado em Inovação e Organização Cultural, dez anos em arte italiana contemporânea.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 132408 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Les toits de Mumbai é uma colagem em madeira de Bachibouzouk (1977), origem italiana, edição original dos anos 1970–1980, 30 cm de largura por 60 cm de altura, assinado à mão, em excelente estado.
Descrição fornecida pelo vendedor
esta escultura assinada por Bachibouzouk, artista belga de Bruxelas originário do street art, transforma uma simples tábua de madeira em uma metrópole, vibrante e compacta como um suspiro.
Quadrados de balsa e retângulos de metal, pintados com spray como lascas de aurora ou de crepúsculo, amontoam-se como casas improvisadas, telhados de chapa, refúgios em miniatura. Cada elemento parece ter a sua própria história, o seu calor, mas todos são irresistivelmente atraídos uns pelos outros. Uma cidade densa, compacta, quase orgânica, onde a proximidade se torna ritmo e respiração.
No centro dessa efervescência, duas longas linhas vazias traçam vias silenciosas — correntes de ar, promessas de passagem.
Fendem a cidade como duas vias possíveis, duas saídas num mundo onde tudo se toca.
A obra captura a energia bruta da urbanidade, a intimidade das multidões e a poesia caótica das cidades que se inventam por si mesmas.
Um fragmento de Mumbai reinterpretado, um sonho de street art que se tornou escultura, um mapa sensível em que se perde com deleite.
Adquirido na Catawiki
esta escultura assinada por Bachibouzouk, artista belga de Bruxelas originário do street art, transforma uma simples tábua de madeira em uma metrópole, vibrante e compacta como um suspiro.
Quadrados de balsa e retângulos de metal, pintados com spray como lascas de aurora ou de crepúsculo, amontoam-se como casas improvisadas, telhados de chapa, refúgios em miniatura. Cada elemento parece ter a sua própria história, o seu calor, mas todos são irresistivelmente atraídos uns pelos outros. Uma cidade densa, compacta, quase orgânica, onde a proximidade se torna ritmo e respiração.
No centro dessa efervescência, duas longas linhas vazias traçam vias silenciosas — correntes de ar, promessas de passagem.
Fendem a cidade como duas vias possíveis, duas saídas num mundo onde tudo se toca.
A obra captura a energia bruta da urbanidade, a intimidade das multidões e a poesia caótica das cidades que se inventam por si mesmas.
Um fragmento de Mumbai reinterpretado, um sonho de street art que se tornou escultura, um mapa sensível em que se perde com deleite.
Adquirido na Catawiki
