École néo-cubiste européenne (XX) - Objets sur la table






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Objets sur la table, uma pintura a óleo de 1980-1990 da École néo-cubiste européenne (XX), originária de Espanha, natureza morta, vendida com moldura.
Descrição fornecida pelo vendedor
Natureza-morta interessante de estética moderna, atribuível ao pintor Gilbert Pastor (1932-2015), realizada dentro de uma linguagem de figuração moderna com influência cubista. A obra representa uma composição interior formada por uma jarra e um quinqué ou lâmpada a óleo, dispostos sobre uma superfície horizontal e tratados mediante uma construção sóbria, geométrica e cuidadosamente equilibrada.
Do ponto de vista estilístico, a pintura aproxima-se da tradição do natureza-morta moderna europeia de meados do século XX, com claras ressonâncias do cubismo sintético tardio e da pintura intimista do pós-guerra. Os objetos não aparecem descritos a partir de um naturalismo acadêmico, mas sintetizados em volumes essenciais, contornos firmes e planos cromáticos sobrepostos. O fundo, resolvido por meio de retângulos, transparências e zonas de cor matizada, contribui para criar uma estrutura espacial contida, onde os elementos se integram numa composição de grande equilíbrio formal.
A paleta, dominada por tons ocre, terras, marrons, pretos e cinzas quentes, reforça o caráter sóbrio e meditativo da cena. O tratamento da luz é especialmente interessante: incide sobre a jarra e o cristal do quinqué, gerando reflexos suaves e transparências que contrastam com a densidade matérico-cromática do fundo. Essa combinação de planos opacos e zonas translúcidas confere profundidade e riqueza visual ao conjunto.
A execução mostra uma realização segura, com pincelada contida e uma notável atenção à construção dos objetos. A jarra, de presença rotunda e perfil curvo, atua como eixo compositivo frente à transparência mais leve do quinqué, estabelecendo um diálogo entre massa e vazio, opacidade e luz, volume e plano. O resultado é uma obra de grande atractivo decorativo e artístico, representativa de uma sensibilidade moderna interessada na depuração formal do natureza-morta.
Por sua composição, gama cromática e tratamento estrutural dos objetos, a peça pode relacionar-se ao âmbito de Gilbert Pastor, dentro de uma linha de pintura figurativa moderna de raiz cubista, sóbria e elegante.
Apresenta-se emoldurada. A moldura vem de presente e não faz parte da avaliação da obra.
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Natureza-morta interessante de estética moderna, atribuível ao pintor Gilbert Pastor (1932-2015), realizada dentro de uma linguagem de figuração moderna com influência cubista. A obra representa uma composição interior formada por uma jarra e um quinqué ou lâmpada a óleo, dispostos sobre uma superfície horizontal e tratados mediante uma construção sóbria, geométrica e cuidadosamente equilibrada.
Do ponto de vista estilístico, a pintura aproxima-se da tradição do natureza-morta moderna europeia de meados do século XX, com claras ressonâncias do cubismo sintético tardio e da pintura intimista do pós-guerra. Os objetos não aparecem descritos a partir de um naturalismo acadêmico, mas sintetizados em volumes essenciais, contornos firmes e planos cromáticos sobrepostos. O fundo, resolvido por meio de retângulos, transparências e zonas de cor matizada, contribui para criar uma estrutura espacial contida, onde os elementos se integram numa composição de grande equilíbrio formal.
A paleta, dominada por tons ocre, terras, marrons, pretos e cinzas quentes, reforça o caráter sóbrio e meditativo da cena. O tratamento da luz é especialmente interessante: incide sobre a jarra e o cristal do quinqué, gerando reflexos suaves e transparências que contrastam com a densidade matérico-cromática do fundo. Essa combinação de planos opacos e zonas translúcidas confere profundidade e riqueza visual ao conjunto.
A execução mostra uma realização segura, com pincelada contida e uma notável atenção à construção dos objetos. A jarra, de presença rotunda e perfil curvo, atua como eixo compositivo frente à transparência mais leve do quinqué, estabelecendo um diálogo entre massa e vazio, opacidade e luz, volume e plano. O resultado é uma obra de grande atractivo decorativo e artístico, representativa de uma sensibilidade moderna interessada na depuração formal do natureza-morta.
Por sua composição, gama cromática e tratamento estrutural dos objetos, a peça pode relacionar-se ao âmbito de Gilbert Pastor, dentro de uma linha de pintura figurativa moderna de raiz cubista, sóbria e elegante.
Apresenta-se emoldurada. A moldura vem de presente e não faz parte da avaliação da obra.
