Oscar Bruno - “ Tormenta Dorada N42 “ - XL -






É bacharel em história da arte e liderou a arte moderna e contemporânea do pós-guerra na Bonhams.
Proteção do comprador da Catawiki
O seu pagamento está seguro connosco até receber o seu objeto.Ver detalhes
Trustpilot 4.4 | 132495 avaliações
Classificada como Excelente na Trustpilot.
Obra original em técnica mista sobre tela de algodão, intitulada "Tormenta Dorada N42 XL", 92 × 73 cm, criada em 2025 na Espanha, peça única assinada à mão, vendida diretamente pelo artista, em excelente estado, tema Natureza, estilo abstrato, certificada pela ICAC e pela ArtMajeur.
Descrição fornecida pelo vendedor
Tempestade Dourada N42
Nesta obra, a matéria parece suspensa em um momento preciso de transformação, como se uma explosão de partículas douradas estivesse subindo do solo em direção a uma massa escura, atmosférica, que a contém e a desafia. A seção inferior é densa, mineral e profundamente texturizada, irradiando uma energia terrosa, quase telúrica. Acima, o campo escuro atua como um céu suspenso—absorvendo a luz, criando profundidade e intensificando o peso visual da composição.
A luz é a força-chave que ativa a peça. O ouro cromado não é fixo; ele se comporta como uma superfície reativa. Sob iluminação direta e quente, a metade inferior acende com reflexos vibrantes, quase fundidos, ampliando a sensação de movimento para cima e expansão. Sob luz mais suave ou lateral, o ouro torna-se mais contido, deslocando-se para tons terrosos, oxidados, revelando as camadas intricadas e a riqueza tátil do material. Em pouca luz, a obra torna-se mais introspectiva: a escuridão superior domina, e o ouro aparece como uma energia latente, quieta sob a superfície.
A transição entre ouro e escuridão é intencionalmente difusa—como uma fronteira móvel, não uma linha. Isso cria uma tensão contínua entre elevação e contenção, entre luminosidade e absorção. Sugere uma tempestade interna, em evolução, ainda não resolvida.
Recomendações de Iluminação e Exposição:
* Iluminação ideal: branco quente (3000K–4000K) para realçar os reflexos do ouro cromado.
* Utilizar holofote direcional ou iluminação inclinada (30°–45°) para ativar a textura e criar realces dinâmicos.
* Evitar iluminação frontal completamente plana, pois reduz a profundidade e apaga a variação tonal.
* Em ambientes mais escuros, a peça torna-se mais dramática e contemplativa; em ambientes mais claros, torna-se mais enérgica e expansiva.
* Melhor exibida em paredes neutras (branco, marfim ou cinza suave) para permitir que o ouro respire plenamente e tenha contraste.
Características:
* Técnica: Técnica mista sobre tela de algodão
* Medidas: 92 × 73 cm
* Peça única
* Feita à mão
* Assinada na frente e no verso
* Certificada pela ICAC e ArtMajeur
⸻
Nesta obra, a matéria parece suspensa em um instante de transformação, como se uma corrente de partículas douradas ascendesse da terra em direção a uma masa oscura que a contém e a tensiona. A zona inferior é densa, mineral e profundamente texturizada, transmitindo uma energia telúrica intensa. Por cima, o campo escuro atua como um céu suspenso que absorve a luz, gerando profundidade e reforçando o peso visual da composição.
A luz é o elemento que ativa a obra. O dourado cromado não é uma cor fixa, mas uma superfície reativa que muda constantemente. Com iluminação direta e quente, a parte inferior acende com reflexos intensos, quase fundidos, potencializando a sensação de ascensão e expansão. Com luz lateral ou mais suave, o dourado se apaga para tons mais terrosos e minerais, revelando as camadas e a riqueza tátil da matéria. Em condições de baixa luminosidade, a obra torna-se mais introspectiva: a escuridão superior domina e o dourado surge como uma energia latente, contida.
A transição entre o dourado e a zona escura é difusa, como uma fronteira em movimento. Essa ambiguidade gera uma tensão constante entre elevação e contenção, entre luz e absorção. Sugere uma tempestade interna, um processo em evolução que ainda não se resolve.
Recomendações de Iluminação e Exposição:
* Luz ideal: branco quente (3000K–4000K) para realçar os reflexos do dourado cromado.
* Utilizar iluminação direcional ou em ângulo (30°–45°) para ativar a textura e gerar volume.
* Evitar luz frontal plana, pois reduz a profundidade e apaga os matizes.
* Em ambientes tenues, a obra torna-se mais dramática; em espaços luminosos, mais expansiva e vibrante.
* Funciona especialmente bem sobre paredes neutras (branco, cinza claro ou tons claros).
Características:
* Técnica: Técnica mista sobre tela de algodão
* Medidas: 92 × 73 cm
* Obra única
* Realizada à mão
* Firmada na frente e no verso
* Certificada pela ICAC e ArtMajeur
Mais sobre o vendedor
Tempestade Dourada N42
Nesta obra, a matéria parece suspensa em um momento preciso de transformação, como se uma explosão de partículas douradas estivesse subindo do solo em direção a uma massa escura, atmosférica, que a contém e a desafia. A seção inferior é densa, mineral e profundamente texturizada, irradiando uma energia terrosa, quase telúrica. Acima, o campo escuro atua como um céu suspenso—absorvendo a luz, criando profundidade e intensificando o peso visual da composição.
A luz é a força-chave que ativa a peça. O ouro cromado não é fixo; ele se comporta como uma superfície reativa. Sob iluminação direta e quente, a metade inferior acende com reflexos vibrantes, quase fundidos, ampliando a sensação de movimento para cima e expansão. Sob luz mais suave ou lateral, o ouro torna-se mais contido, deslocando-se para tons terrosos, oxidados, revelando as camadas intricadas e a riqueza tátil do material. Em pouca luz, a obra torna-se mais introspectiva: a escuridão superior domina, e o ouro aparece como uma energia latente, quieta sob a superfície.
A transição entre ouro e escuridão é intencionalmente difusa—como uma fronteira móvel, não uma linha. Isso cria uma tensão contínua entre elevação e contenção, entre luminosidade e absorção. Sugere uma tempestade interna, em evolução, ainda não resolvida.
Recomendações de Iluminação e Exposição:
* Iluminação ideal: branco quente (3000K–4000K) para realçar os reflexos do ouro cromado.
* Utilizar holofote direcional ou iluminação inclinada (30°–45°) para ativar a textura e criar realces dinâmicos.
* Evitar iluminação frontal completamente plana, pois reduz a profundidade e apaga a variação tonal.
* Em ambientes mais escuros, a peça torna-se mais dramática e contemplativa; em ambientes mais claros, torna-se mais enérgica e expansiva.
* Melhor exibida em paredes neutras (branco, marfim ou cinza suave) para permitir que o ouro respire plenamente e tenha contraste.
Características:
* Técnica: Técnica mista sobre tela de algodão
* Medidas: 92 × 73 cm
* Peça única
* Feita à mão
* Assinada na frente e no verso
* Certificada pela ICAC e ArtMajeur
⸻
Nesta obra, a matéria parece suspensa em um instante de transformação, como se uma corrente de partículas douradas ascendesse da terra em direção a uma masa oscura que a contém e a tensiona. A zona inferior é densa, mineral e profundamente texturizada, transmitindo uma energia telúrica intensa. Por cima, o campo escuro atua como um céu suspenso que absorve a luz, gerando profundidade e reforçando o peso visual da composição.
A luz é o elemento que ativa a obra. O dourado cromado não é uma cor fixa, mas uma superfície reativa que muda constantemente. Com iluminação direta e quente, a parte inferior acende com reflexos intensos, quase fundidos, potencializando a sensação de ascensão e expansão. Com luz lateral ou mais suave, o dourado se apaga para tons mais terrosos e minerais, revelando as camadas e a riqueza tátil da matéria. Em condições de baixa luminosidade, a obra torna-se mais introspectiva: a escuridão superior domina e o dourado surge como uma energia latente, contida.
A transição entre o dourado e a zona escura é difusa, como uma fronteira em movimento. Essa ambiguidade gera uma tensão constante entre elevação e contenção, entre luz e absorção. Sugere uma tempestade interna, um processo em evolução que ainda não se resolve.
Recomendações de Iluminação e Exposição:
* Luz ideal: branco quente (3000K–4000K) para realçar os reflexos do dourado cromado.
* Utilizar iluminação direcional ou em ângulo (30°–45°) para ativar a textura e gerar volume.
* Evitar luz frontal plana, pois reduz a profundidade e apaga os matizes.
* Em ambientes tenues, a obra torna-se mais dramática; em espaços luminosos, mais expansiva e vibrante.
* Funciona especialmente bem sobre paredes neutras (branco, cinza claro ou tons claros).
Características:
* Técnica: Técnica mista sobre tela de algodão
* Medidas: 92 × 73 cm
* Obra única
* Realizada à mão
* Firmada na frente e no verso
* Certificada pela ICAC e ArtMajeur
