Sylvain Barberot - Trump power - feminine version





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Escultura de Sylvain Barberot intitulada "Trump power - feminine version", em resina com ouro sobre madeira, Edição 5 (2026), assinada à mão, produzida na França, medidas 28,5 x 10 x 8 cm, peso 1020 g, vendida diretamente pelo artista.
Descrição fornecida pelo vendedor
"Trump power" é uma forma de sintetizar a maneira pela qual o presidente dos Estados Unidos se dirige ao mundo, inclusive ao seu próprio país. Ela é, por meio desse gesto internacional, uma imagem com a qual ele opera sem qualquer pudor. A obra é uma moldagem de mão feminina pintada com tinta de ouro diluída a 30% de metal puro. Ela lembra sua fascinação pela douração que ele usou de forma ostentatória no escritório oval da Casa Branca.
Esta obra pode ser afixada na parede ou repousar sobre sua mesa (dimensões: 31,5 x 7,5 x 6,5).
A você cabe escolher...
Artista internacional cujo trabalho se baseia na dicotomia que existe entre a memória e o esquecimento. A memória, na minha opinião, é o elemento indispensável que liga nosso corpo ao mundo. No entanto, e embora nossa cultura se esforce para gravar a história com cinzel, eu me proponho a inibir, desconstruir, ou até apagar minha própria memória. Vasta empresa que é o exercício do esquecimento… O corpo não passa de suporte dessa memória da qual depende, ou até necessita. Ela o constrói, o modela e transforma. E se a anamnese, do grego, significa o retorno da lembrança, por minha parte eu a persigo para me separar melhor dela.
"Trump power" é uma forma de sintetizar a maneira pela qual o presidente dos Estados Unidos se dirige ao mundo, inclusive ao seu próprio país. Ela é, por meio desse gesto internacional, uma imagem com a qual ele opera sem qualquer pudor. A obra é uma moldagem de mão feminina pintada com tinta de ouro diluída a 30% de metal puro. Ela lembra sua fascinação pela douração que ele usou de forma ostentatória no escritório oval da Casa Branca.
Esta obra pode ser afixada na parede ou repousar sobre sua mesa (dimensões: 31,5 x 7,5 x 6,5).
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Artista internacional cujo trabalho se baseia na dicotomia que existe entre a memória e o esquecimento. A memória, na minha opinião, é o elemento indispensável que liga nosso corpo ao mundo. No entanto, e embora nossa cultura se esforce para gravar a história com cinzel, eu me proponho a inibir, desconstruir, ou até apagar minha própria memória. Vasta empresa que é o exercício do esquecimento… O corpo não passa de suporte dessa memória da qual depende, ou até necessita. Ela o constrói, o modela e transforma. E se a anamnese, do grego, significa o retorno da lembrança, por minha parte eu a persigo para me separar melhor dela.

