Bachibouzouk (1977) - Warhol vs Banksy vs Hirst

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David López-Carcedo
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A obra intitulada Warhol vs Banksy vs Hirst, do artista belga Bachibouzouk (1977), é uma pintura acrílica em edição limitada, assinada à mão, no estilo street art, com 84 cm de hauteur e 60 cm de largura, criada em 2026 na Bélgica como 1/20 e em estado de conservação justo.

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Descrição fornecida pelo vendedor

Excelente trabalho do artista bruxelense Bachibouzouk.

Nesta série, o artista bruxelense Bachibouzouk brinca de cabra-cega com a história da arte, como uma criança curiosa demais que poderia ter colocado a mão em um museu e em uma lata de tinta. Através destas « Tomato Soup Can », ele orquestra um choque alegremente improvável entre três gigantes da arte contemporânea: Warhol, Banksy e Hirst. Um tricentrismo pop, urbano e clínico, levado à força do aerossol, como só Bachibouzouk sabe fazer.

O ponto de partida, obviamente, é o pôster de Banksy, ele mesmo já uma piscadela (ou piscadela da piscadela) à icônica Campbell’s Soup de Andy Warhol. Bachibouzouk se insinua ali como o quarto mosqueteiro, mas armado não com uma espada, mas com pontos — esses famosos pontos obsessivos de Damien Hirst, que deposita cuidadosamente em cada lata. O resultado: um diálogo entre três estéticas que nenhuma pedia interlocutor… e ainda assim, juntos, passam a falar alto e até rir.

Os aerossóis, cuidadosamente escolhidos numa paleta vibrante, vêm desobedecer ao legado demasiado tímido dos ateliês. Cada cor parece proclamar: « E se a arte contemporânea deixasse de levar a sério por três minutos? »
Mas por trás do humor, há um pensamento real: Bachibouzouk interroga a repetição industrial das ícones artísticas. O que se torna de um símbolo quando se copia, depois se copia a cópia, depois se repinta por cima das próprias referências já derivadas? Talvez algo mais honesto: uma obra que aceita que não nasceu sozinha, mas no meio de um alvoroço cultural, um carnaval de imagens e de desvio de referências.

Ao sobrepor essas camadas de referências, o artista transforma a lata — objeto banal, símbolo de consumo, fetiche pop — numa metáfora da nossa época saturada: tudo já foi visto, remixado, derivado… e ainda assim, graças a um gesto singular (e alguns bons sprays), algo novo surge. Um pouco como se, ao rodar num museu de espelhos, acabássemos por vislumbrar o nosso próprio reflexo.

Com muito espírito, um toque de irreverência e uma lucidez alegre, Bachibouzouk nos lembra que a arte é talvez, acima de tudo, um jogo: um jogo sério, sim, mas ainda assim um jogo. E nesse jogo, as Tomato Soup Can são as peças que fazem saltar todas as travas.

Excelente trabalho do artista bruxelense Bachibouzouk.

Nesta série, o artista bruxelense Bachibouzouk brinca de cabra-cega com a história da arte, como uma criança curiosa demais que poderia ter colocado a mão em um museu e em uma lata de tinta. Através destas « Tomato Soup Can », ele orquestra um choque alegremente improvável entre três gigantes da arte contemporânea: Warhol, Banksy e Hirst. Um tricentrismo pop, urbano e clínico, levado à força do aerossol, como só Bachibouzouk sabe fazer.

O ponto de partida, obviamente, é o pôster de Banksy, ele mesmo já uma piscadela (ou piscadela da piscadela) à icônica Campbell’s Soup de Andy Warhol. Bachibouzouk se insinua ali como o quarto mosqueteiro, mas armado não com uma espada, mas com pontos — esses famosos pontos obsessivos de Damien Hirst, que deposita cuidadosamente em cada lata. O resultado: um diálogo entre três estéticas que nenhuma pedia interlocutor… e ainda assim, juntos, passam a falar alto e até rir.

Os aerossóis, cuidadosamente escolhidos numa paleta vibrante, vêm desobedecer ao legado demasiado tímido dos ateliês. Cada cor parece proclamar: « E se a arte contemporânea deixasse de levar a sério por três minutos? »
Mas por trás do humor, há um pensamento real: Bachibouzouk interroga a repetição industrial das ícones artísticas. O que se torna de um símbolo quando se copia, depois se copia a cópia, depois se repinta por cima das próprias referências já derivadas? Talvez algo mais honesto: uma obra que aceita que não nasceu sozinha, mas no meio de um alvoroço cultural, um carnaval de imagens e de desvio de referências.

Ao sobrepor essas camadas de referências, o artista transforma a lata — objeto banal, símbolo de consumo, fetiche pop — numa metáfora da nossa época saturada: tudo já foi visto, remixado, derivado… e ainda assim, graças a um gesto singular (e alguns bons sprays), algo novo surge. Um pouco como se, ao rodar num museu de espelhos, acabássemos por vislumbrar o nosso próprio reflexo.

Com muito espírito, um toque de irreverência e uma lucidez alegre, Bachibouzouk nos lembra que a arte é talvez, acima de tudo, um jogo: um jogo sério, sim, mas ainda assim um jogo. E nesse jogo, as Tomato Soup Can são as peças que fazem saltar todas as travas.

Dados

Artista
Bachibouzouk (1977)
Vendido com moldura
Não
Vendido por
Proprietário ou revendedor
Edição
Edição limitada
Edition number
1/20
Título da obra de arte
Warhol vs Banksy vs Hirst
Técnica
Pintura acrílica
Assinatura
Assinado à mão
País de origem
Bélgica
Ano
2026
Estado
Boas condições
Altura
84 cm
Largura
60 cm
Estilo
Arte de rua
Período
Depois de 2020
Vendido por
BélgicaVerificado
209
Objetos vendidos
100%
Privado

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