Jean Ribiere (1922 - 1989) - Carnaval à Perpignan - 1954






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Descrição fornecida pelo vendedor
Jean Ribiere (1922 - 1989)
Carnaval Perpignan - 1954
Tiragem em prata
22 x 17
Carimbo do autor
Jean Ribière é um fotógrafo e photojornalista francês ainda bastante desconhecido pelo grande público, mas muito respeitado no meio profissional.
Trajetória
Nascido em Niort em 1922, ele começa muito cedo na imprensa no jornal L’Indépendant des Pyrénées-Orientales já em 1940.
Em 1944, ele se associa com sua esposa, a jornalista Micheline Vialle, para fundar sua própria agência, Ribière Presse Photos, difundindo seus reportagens em muitos meios franceses e internacionais (L’Express, Paris Match, BBC, etc.).
Trabalho fotográfico
Sua obra abrange vários eixos principais:
• a França ocupada e libertada (anos 1940)
• a vida cotidiana e as regiões francesas (anos 1950–70)
• as tradições, profissões, mundo rural
• o esporte (rugby, ciclismo, automobilismo) e as crônicas judiciais
Ele se inscreve numa tradição humanista próxima de figuras como Robert Doisneau ou Henri Cartier-Bresson, com um olhar atento às pessoas comuns e à sociedade.
Mais sobre o vendedor
Jean Ribiere (1922 - 1989)
Carnaval Perpignan - 1954
Tiragem em prata
22 x 17
Carimbo do autor
Jean Ribière é um fotógrafo e photojornalista francês ainda bastante desconhecido pelo grande público, mas muito respeitado no meio profissional.
Trajetória
Nascido em Niort em 1922, ele começa muito cedo na imprensa no jornal L’Indépendant des Pyrénées-Orientales já em 1940.
Em 1944, ele se associa com sua esposa, a jornalista Micheline Vialle, para fundar sua própria agência, Ribière Presse Photos, difundindo seus reportagens em muitos meios franceses e internacionais (L’Express, Paris Match, BBC, etc.).
Trabalho fotográfico
Sua obra abrange vários eixos principais:
• a França ocupada e libertada (anos 1940)
• a vida cotidiana e as regiões francesas (anos 1950–70)
• as tradições, profissões, mundo rural
• o esporte (rugby, ciclismo, automobilismo) e as crônicas judiciais
Ele se inscreve numa tradição humanista próxima de figuras como Robert Doisneau ou Henri Cartier-Bresson, com um olhar atento às pessoas comuns e à sociedade.
